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Após tiroteio, PM prende integrante de organização criminosa de São Paulo

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Policiais militares prenderam um homem de 36 anos após uma troca de tiros em um hotel, na noite de quarta-feira (16.02), em Campo Novo do Parecis. O suspeito confessou que pertence a uma organização criminosa e que havia sofrido um atentado de um grupo criminoso rival. 

Por volta das 20h, os policiais foram informados por um funcionário de um hotel de que indivíduos haviam efetuado disparos de arma de fogo em frente ao local e que, logo em seguida, haviam entrado no hotel para se esconder.  

De imediato, a Polícia Militar foi até o hotel e prendeu um dos suspeitos envolvidos na ação delituosa. Ele estava escondido no estacionamento. Na ação, os policiais apreenderam um revólver calibre 38 carregado com seis munições intactas. 

O suspeito alegou que estava embarcando em um taxi, quando foi surpreendido por dois homens em uma motocicleta e que houve uma troca de tiros entre eles. O homem ainda confessou que integra uma organização criminosa de São Paulo e que o atentado contra ele seria de membros da facção criminosa rival.

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Os policiais conduziram o suspeito a Delegacia de Flagrantes por disparo de arma de fogo e porte ilegal de arma de fogo.  

Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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