POLÍCIA
Alvo de operação da Polícia Civil Goiás que investigou golpes em condomínio é preso em Cuiabá
POLÍCIA
Um alvo da Operação Síndico, da Polícia Civil de Goiás, foi preso nesta quinta-feira (17.11), em Cuiabá, com apoio da Gerência de Combate ao Crime Organizado.
A operação foi deflagrada pelo 1º Distrito Policial de Aparecida de Goiânia, da 2ª Delegacia Regional. A Polícia Civil goiana investigou os crimes de apropriação indébita e associação criminosa praticados contra o condomínio Flora Park Paineiras, localizado na área central de Aparecida de Goiânia.
Além de medidas cautelares, a segunda fase da Operação Síndico incluiu a prisão do segundo alvo, que foi localizado em Cuiabá.
Os alvos, em associação criminosa e aproveitando-se da função exercida por um deles, que era síndico no condomínio, desviaram recursos e causaram um prejuízo financeiro, aproximado, de R$ 200 mil.
Durante o cumprimento dos mandados de buscas foram apreendidos dois veículos, modelos VW Polo e BMW X6, estimados em 180 mil reais. As investigações prosseguem para identificar outros envolvidos.
Fonte: PJC MT
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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