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Ação da Polícia Civil resulta na prisão do principal suspeito do assassinato de mototaxista no noroeste de MT

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A equipe da Delegacia de Polícia Civil de Colniza prendeu na segunda-feira (25) o principal autor do homicídio de Adimar Medeiros Rodrigues, 46 anos, mototaxista assassinado na semana passada na cidade.

Informações obtidas pela equipe policial indicaram que os suspeitos estavam alojados em uma residência, no centro de Colniza, também usada como um ponto de venda de drogas. Com base no levantamento, os policiais civis realizaram diligências para verificar a situação e, ao se aproximarem da residência, conseguiram avistar três pessoas comercializando drogas no interior do imóvel, sendo que uma delas aparentava portar uma arma de fogo.

Diante do estado flagrancial, os policiais entraram na casa e detiveram três adultos. Durante a revista pessoal e na residência, foram encontradas uma mochila com uma arma artesanal e munições, entorpecentes, embalagens e balanças de precisão. Um dos detidos foi identificado como o principal suspeito do homicídio do mototaxista.

De acordo com o delegado Lucas Pereira, a motivação da execução de Adimar está relacionada com o tráfico de drogas na região. “Agora a Polícia Civil apura o envolvimento das outras duas pessoas que estavam dando ‘abrigo’ ao suspeito, na residência”, frisou.

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Os três detidos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Colniza e autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse de arma de fogo.

O corpo de Adimar foi encontrado na manhã do dia 20 de março, na Linha G4, ao lado de sua motocicleta. O corpo apresentava uma perfuração na cabeça.

O suspeito do homicídio será interrogado e o inquérito policial concluído nos próximos dias e remetido ao Poder Judiciário.

“A Polícia Civil não têm medido esforços para coibir atividades criminosas relacionadas ao tráfico de drogas e a crimes contra a vida, sempre visando a manutenção da ordem pública no município de Colniza”, assegurou o delegado do município.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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