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Acadepol e Plantão da Mulher levam ações preventivas e de formação sobre atendimento humanizado no nordeste do estado

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Assessoria/Polícia Civil-MT

A equipe da Academia de Polícia (Acadepol) e do Plantão de Atendimento a Vítimas de Violência Doméstica e Sexual de Cuiabá está nesta semana no município de Confresa (1.160 km a nordeste de Cuiabá) realizando diversas ações de prevenção e combate à violência contra a mulher. As ações integram a Operação Resguardo 2.

Na segunda-feira (14), as equipes da Acadepol e do Plantão de Atendimento a Vítimas de Violência Doméstica e Sexual realizaram uma blitz em Confresa, com a abordagem a homens e mulheres para falar sobre a prevenção e o combate a violência contra a mulher, além de distribuírem a cartilha da Polícia Civil que traz informações sobre o combate à violência doméstica e familiar.

Na terça-feira, a psicóloga da Acadepol, Jaqueline Vilalba e a delegada do Plantão da Mulher, Jannira Laranjeira, realizaram palestras aos policiais de Confresa abordando o tema violência doméstica. Na quarta-feira (16), o ciclo de palestra atendeu policiais dos municípios de Canabrava do Norte, Porto Alegre do Norte, Santa Terezinha e Vila Rica.

Durante a conversa com os policiais, a delegaa Jannira falou sobre a importância do atendimento humanizado e o cuidado com as vítimas em situação de violência para que elas não sejam revitimizadas no momento em que procuram por ajuda. 

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Já a psicóloga Jaqueline explicou o que é e como funciona uma Rede de Enfrentamento à violência contra a mulher, citando como exemplo o trabalho desenvolvido em Várzea Grande, onde a rede está formada e operando para atender mulheres em situação de risco.

A Operação Resguardo é a maior ação de combate a crimes de violência contra a mulher no Brasil, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública com a participação de todas as Polícias Civis do País. A operação tem foco na conclusão de procedimentos policiais, cumprimentos de mandados de prisão e de buscas, checagem de denúncias e fiscalização do cumprimento de medidas protetivas. 

Fonte: PJC MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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