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Verde Novo distribui 500 mudas de árvores para moradores do Jardim Liberdade em Cuiabá

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O Projeto Verde Novo, do Poder Judiciário de Mato Grosso, idealizado pelo Juizado Volante Ambiental (Juvam) de Cuiabá, distribuiu, no sábado (20 de agosto), 500 mudas de árvores frutíferas e nativas para moradores do Jardim Liberdade, bairro na região do Osmar Cabral.
 
A entrega das mudas foi na Creche Filantrópica Nina Zaque, e fez parte do projeto Multiação – realizado pela Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt).
 
A engenheira florestal do Juvam, Rosiani Mendes Carnaíba, ficou impressionada com a preocupação e engajamento de moradores do Liberdade e de bairros vizinhos com a arborização urbana. “Fantástico, muito interessante. A consciência ambiental das pessoas marcou essa ação”, frisou a engenheira.
 
O analista de suporte Pedro Henrique de Amorim Barbosa, acompanhado da mulher, Amanda Cristina Estrau Silva, que também atua profissionalmente na área de suporte, classificou como positiva a doação de mudas de árvores. “Estamos levando amora, acerola, jaboticaba e ipê, e vamos plantar na casa da minha mãe. Essa é a nossa parte no processo de arborização da cidade”, pontuou o analista.
 
O pedreiro Guilherme Parreira também parabenizou o Verde Novo pela distribuição de mudas. “Escolhi só frutíferas, porque gosto de acompanhar o desenvolvimento e a chegada dos frutos”, sublinhou, acrescentando que as mudas vão chegar num momento especial para ele e a família que é com a conclusão da reforma da própria casa.
 
Quem também escolheu espécies frutíferas foi a costureira Cintia Silva Gonçalves. Ela levou para plantar no quintal da casa mudas de amora, jaboticaba e acerola. “Amo verde, amo frutas, ainda mais quando a gente cuida e zela. Já sei até o local que irei plantar. É o no meu pomar. Lindo, né?”, brincou, com um largo sorriso.
 
Resultado
 
O Projeto Verde Novo já plantou mais de 150 mil mudas de árvores em vários locais. E na visão do diretor executivo do Instituto Ação Verde, Álvaro Leite, essa quantidade é o resultado da parceria firmada em 2017 com o Judiciário. Pioneiro em ações de proteção e recuperação ambiental, o Ação Verde tem papel importante de conscientização ambiental, fomento, qualificação técnica e regularização ambiental.
 
Rosiani Carnaíba assinalou que o Verde Novo é estruturado com essa participação singular do Instituto, que é quem fornece a qualificação técnica, de gerenciamento do projeto, mapeamento, controle e também toda possibilidade de parceria que é firmada com outros entes privados.
 
Verde Novo
 
O projeto da Justiça estadual é desenvolvido em cooperação técnica com o Município de Cuiabá e o Instituto Ação Verde, e conta com o patrocínio do Grupo Petrópolis, responsável pela doação das mudas de árvores nativas e frutíferas. O projeto Verde Novo também conta com a parceria da TV Centro América e da Energisa na divulgação.
 
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Descrição de imagem: Foto 1 – Imagem no formato vertical colorida de três colaboradores, duas mulheres e um homem, todos de chapéu de palha, arrumando as mudas em caixotes de plástico de cor verde, e escolhendo muda para entregar para moradora do Liberdade. Foto 2 – Imagem em formato vertical colorida mostra duas senhoras, uma de blusão preto e a outra de camiseta branca, na tenda do Juvam, com mudas de árvores do Verde Novo nas mãos.
 
Álvaro Marinho
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Dr. João recebe relatório inédito da CST do Nelore

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O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Dr. João (MDB), recebeu em seu gabinete, na última terça-feira (2), a entrega simbólica do relatório final da Câmara Setorial Temática de Melhoria da Genética na Criação de Zebuínos, iniciativa criada por requerimento de sua autoria e que se tornou a primeira CST da história da ALMT totalmente dedicada à pecuária e ao melhoramento genético. O documento fecha um ciclo de debates técnicos e políticos que colocaram no centro da pauta temas como melhoramento genético de ponta, eficiência produtiva, performance e rentabilidade ao produtor, regularização ambiental com foco no CAR 2.0, segurança jurídica e criação de políticas públicas reais de fomento.

O deputado abriu espaço institucional dentro da Assembleia para um tema que movimenta a economia mato-grossense, gera empregos e impacta diretamente desde o pequeno até o grande produtor. No relatório, o próprio parlamentar ressalta que a melhoria genética dos rebanhos zebuínos não é apenas pauta técnica, mas uma política pública estratégica para a economia do Estado, para a sustentabilidade produtiva e para o futuro da pecuária.

“Quando criamos essa Câmara Temática, o nosso objetivo era muito claro: tirar esse debate do campo da conversa isolada e transformar conhecimento técnico em proposta concreta para quem produz em Mato Grosso. Fortalecer a genética do rebanho zebuíno é fortalecer a economia do Estado, gerar mais renda no campo e dar mais competitividade ao nosso agro”, afirmou Dr. João.

O relatório destaca que o estado reúne condições singulares para liderar nacionalmente o avanço do melhoramento genético de raças zebuínas, por ter o maior rebanho bovino do país, produtores tecnificados, instituições com conhecimento acumulado e ambiente político favorável. Ao mesmo tempo, o documento aponta que ainda existe um descompasso entre o potencial já instalado e os resultados efetivamente alcançados, sobretudo entre pequenos e médios produtores.

Esse diagnóstico ajuda a explicar o peso político da iniciativa de Dr. João. O relatório conclui que não falta genética em Mato Grosso, falta política pública estruturada para democratizar o acesso à genética. Também enumera os principais gargalos que travam esse avanço: ausência de assistência técnica contínua, dificuldades fundiárias e ambientais, pouca integração entre cadeia produtiva e poder público e obstáculos para que pequenos produtores consigam incorporar manejo, nutrição e gestão compatíveis com animais geneticamente superiores.

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Ao longo dos trabalhos, a CST reuniu discussões que passaram por todas as frentes decisivas para o setor. Houve debates sobre ciência aplicada ao melhoramento genético, nutrição gestacional, uso de reprodutores avaliados, acesso à assistência técnica, ultrassonografia de carcaça, regularização fundiária, entraves ambientais, CAR, crédito rural, impacto da reforma tributária e integração entre governo, entidades e cadeia produtiva. O resumo do relatório destaca que, ao fim de oito reuniões, foi formado um corpo coerente de análises técnicas, institucionais, econômicas e políticas capaz de embasar uma política pública robusta para o melhoramento genético da pecuária de corte em Mato Grosso.

No mérito, o documento deixa duas entregas centrais. A primeira é a defesa da criação de um Programa Estadual de Melhoramento Genético da Pecuária de Corte, com acesso democrático a reprodutores avaliados e biotecnologias, integração entre genética, manejo, nutrição e gestão, fortalecimento da Empaer, alinhamento entre crédito, meio ambiente e regularização fundiária, além de metas e indicadores de impacto econômico, social e ambiental. A segunda é a proposta de realização da ExpoGenética Mato Grosso, pensada como um evento nacional para transformar o Estado em referência institucional e mercadológica na genética zebuína.

Na prática, isso significa que a Câmara  não ficou restrita ao debate. O relatório aponta saídas concretas, com diretrizes, metas e fontes possíveis de financiamento, além de defender uma política permanente e não episódica para o setor. Entre as metas projetadas estão ampliar a inseminação, reduzir a idade média de abate, elevar rendimento de carcaça, aumentar marmoreio, eficiência alimentar e produtividade por hectare, com prioridade para pequenos e médios produtores.

O trabalho também reforça uma visão que Dr. João sustenta desde a instalação da CST: fortalecer o rebanho zebuíno é fortalecer uma cadeia que sustenta Mato Grosso. O texto introdutório do relatório trata a pecuária zebuína, especialmente o Nelore, como patrimônio estratégico do Estado, base de uma cadeia produtiva que gera empregos, renda, competitividade e crescimento econômico em todas as regiões. Também destaca que a modernização genética conversa diretamente com sustentabilidade, eficiência produtiva e posicionamento internacional da carne mato-grossense.

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“Mato Grosso já é gigante na pecuária, mas pode ser ainda maior quando transformar esse potencial em política pública estruturada. O que estamos entregando aqui é um caminho técnico, sério e possível para fazer a genética chegar na ponta, principalmente para quem mais precisa dela, que é o pequeno e o médio produtor”, declarou o deputado.

A CST foi formalmente aprovada em março de 2025, reunindo representantes do setor produtivo, da academia, de associações de criadores, órgãos públicos e técnicos da própria Assembleia. Participaram das discussões, segundo o relatório final, representantes da Nelore MT, Federação Mato-grossense de Agricultura (Famato), Associação dos criadores de Mato Grosso (Acrimat), Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Fórum Agro MT, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Fundo Emergencial de Saúde Animal do Estado de Mato Grosso (FESA), Sindicato Rural de Cuiabá, Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Extensão Rural (Empaer-MT), Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SEAF), , Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Desenvolve MT, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar), além de técnicos, pesquisadores, assessores legislativos, representantes de cooperativas, indústria frigorífica e outras instituições ligadas à pecuária e ao desenvolvimento rural. A composição oficial da CST também teve nomes como José Esteves de Lacerda Filho, Alexandre El Hage, Jociani Gonçalves de Oliveira, Marcos Carvalho, Francisco Manzi, Juliano Latorraca Ponce, Celso Nogueira, Rayane Lage Cordeiro, Carlos Bolzan, Leôncio Pinheiro da Silva Filho, Salvador Santos Pinto, Olímpio Riso de Brito, Xisto Bueno e Ida Beatriz Machado.



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