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Tribunal de Justiça entrega R$ 4,5 mil em alimentos para Hospital de Câncer de Mato Grosso

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O programa Bem Viver, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, entregou uma compra de alimentos para a refeição dos pacientes do Hospital de Câncer de Mato Grosso, em Cuiabá, na tarde dessa quinta-feira (18 de maio). Foram comprados mais de R$ 4,5 mil em leite, chá, suco, óleo e chocolate com recursos oriundos da rifa de Páscoa realizada durante o mês de abril.
 
A voluntária do Bem Viver, Eliane Ribeiro da Rocha, afirma que em cada ação realizada pelo programa, é feito um levantamento junto às entidades beneficentes para saber qual está necessitando de mais apoio naquele momento, o que levou à escolha do hospital filantrópico. Ela aproveitou ainda para agradecer a todos que compraram a rifa, que garantiu o montante necessário para colaborar com o Hospital de Câncer. “A gente sempre procura ajudar aqueles que mais necessitam naquele momento. Nós contamos com a ajuda de todos os servidores, juízes, juízas, desembargadores que compraram a rifa e que fizeram esse bem”, afirma.
 
A integrante do Bem Viver, Margarida Dower, ressalta que mais do que buscar oferecer um ambiente de trabalho mais acolhedor aos magistrados e servidores do Tribunal de Justiça, o programa também se preocupa com seus familiares e com toda a sociedade. “O Bem Viver está voltado não só ao servidor, mas está preocupado com a sociedade, com a saúde das pessoas. Esse é o nosso objetivo: ajudar ao próximo. Isso faz bem pra gente, para as pessoas que compraram a rifa, para todo mundo que fez sua parte e ajudou. Então a gente sempre agradece a todos que cooperam”, diz.
 
A técnica judiciária e voluntária do Bem Viver, Cláudia Marcondes, destaca que ao longo de todo o ano, o programa organiza ações beneficentes, citando a Corrida do Judiciário. “As ações do Bem Viver vão muito além dos muros do Tribunal porque buscamos engajar toda a sociedade. Fazemos a Corrida do Judiciário, em que arrecadamos alimentos. Este ano vai ser em agosto e esperamos arrecadar muitos alimentos para ajudar outras instituições”, projeta.
 
Coordenadora de Nutrição do Hospital de Câncer de Mato Grosso, Luana Falcão enfatiza a importância das doações para a instituição de saúde. “Essa ajuda da população é de suma importância porque nós temos o fornecimento em torno de mil refeições diárias para os nossos pacientes e acompanhantes. Então quanto mais a gente conseguir doação, mais qualidade a gente consegue ofertar. Estamos muito felizes com essa doação. Em nome do Hospital de Câncer e dos pacientes, eu agradeço essa ajuda do Tribunal de Justiça e que venham muito mais alimentos para nós”, declara.
 
Segundo a profissional de saúde, a nutrição é um dos pilares do tratamento das doenças, o que é percebido, por exemplo, pela paciente Thaís Lima, 13 anos. “A importância da alimentação para o hospital é que aqui temos muitos pacientes e os pacientes precisam ter uma alimentação balanceada e saudável para a boa recuperação. Então, quem puder estar ajudando, é só entrar em contato com o Hospital de Câncer”.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Primeira imagem: Caminhonete preta estacionada no pátio do Hospital de Câncer, com a carroceria carregada de caixas de leite, óleo e outros mantimentos. Ao lado da caminhonete, um rapaz com uniforme do hospital pega uma das caixas de leite. Ele está usando uma camiseta roxa e crachá. Segunda imagem: A servidora Eliane Rocha concede entrevista à TV.Jus em frente à caminhonete carregada de doações. Ela é uma senhora branca, com cabelo liso, chanel e castanho. Ela está usando a camiseta lilás do Bem Viver, batom lilás e uma presilha preta no cabelo e está sorrindo. Terceira imagem: A nutricionista do Hospital de Câncer, Luana Falcão, Nutricionista do hospital organiza garrafas de suco na prateleira. Ela é uma mulher branca e loira e está usando jaleco do hospital. Ao lado, há uma segunda prateleira cheia de caixas de chá, também doados pelo Bem Viver. 
 
Celly Silva
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Dr. João recebe relatório inédito da CST do Nelore

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O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Dr. João (MDB), recebeu em seu gabinete, na última terça-feira (2), a entrega simbólica do relatório final da Câmara Setorial Temática de Melhoria da Genética na Criação de Zebuínos, iniciativa criada por requerimento de sua autoria e que se tornou a primeira CST da história da ALMT totalmente dedicada à pecuária e ao melhoramento genético. O documento fecha um ciclo de debates técnicos e políticos que colocaram no centro da pauta temas como melhoramento genético de ponta, eficiência produtiva, performance e rentabilidade ao produtor, regularização ambiental com foco no CAR 2.0, segurança jurídica e criação de políticas públicas reais de fomento.

O deputado abriu espaço institucional dentro da Assembleia para um tema que movimenta a economia mato-grossense, gera empregos e impacta diretamente desde o pequeno até o grande produtor. No relatório, o próprio parlamentar ressalta que a melhoria genética dos rebanhos zebuínos não é apenas pauta técnica, mas uma política pública estratégica para a economia do Estado, para a sustentabilidade produtiva e para o futuro da pecuária.

“Quando criamos essa Câmara Temática, o nosso objetivo era muito claro: tirar esse debate do campo da conversa isolada e transformar conhecimento técnico em proposta concreta para quem produz em Mato Grosso. Fortalecer a genética do rebanho zebuíno é fortalecer a economia do Estado, gerar mais renda no campo e dar mais competitividade ao nosso agro”, afirmou Dr. João.

O relatório destaca que o estado reúne condições singulares para liderar nacionalmente o avanço do melhoramento genético de raças zebuínas, por ter o maior rebanho bovino do país, produtores tecnificados, instituições com conhecimento acumulado e ambiente político favorável. Ao mesmo tempo, o documento aponta que ainda existe um descompasso entre o potencial já instalado e os resultados efetivamente alcançados, sobretudo entre pequenos e médios produtores.

Esse diagnóstico ajuda a explicar o peso político da iniciativa de Dr. João. O relatório conclui que não falta genética em Mato Grosso, falta política pública estruturada para democratizar o acesso à genética. Também enumera os principais gargalos que travam esse avanço: ausência de assistência técnica contínua, dificuldades fundiárias e ambientais, pouca integração entre cadeia produtiva e poder público e obstáculos para que pequenos produtores consigam incorporar manejo, nutrição e gestão compatíveis com animais geneticamente superiores.

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Ao longo dos trabalhos, a CST reuniu discussões que passaram por todas as frentes decisivas para o setor. Houve debates sobre ciência aplicada ao melhoramento genético, nutrição gestacional, uso de reprodutores avaliados, acesso à assistência técnica, ultrassonografia de carcaça, regularização fundiária, entraves ambientais, CAR, crédito rural, impacto da reforma tributária e integração entre governo, entidades e cadeia produtiva. O resumo do relatório destaca que, ao fim de oito reuniões, foi formado um corpo coerente de análises técnicas, institucionais, econômicas e políticas capaz de embasar uma política pública robusta para o melhoramento genético da pecuária de corte em Mato Grosso.

No mérito, o documento deixa duas entregas centrais. A primeira é a defesa da criação de um Programa Estadual de Melhoramento Genético da Pecuária de Corte, com acesso democrático a reprodutores avaliados e biotecnologias, integração entre genética, manejo, nutrição e gestão, fortalecimento da Empaer, alinhamento entre crédito, meio ambiente e regularização fundiária, além de metas e indicadores de impacto econômico, social e ambiental. A segunda é a proposta de realização da ExpoGenética Mato Grosso, pensada como um evento nacional para transformar o Estado em referência institucional e mercadológica na genética zebuína.

Na prática, isso significa que a Câmara  não ficou restrita ao debate. O relatório aponta saídas concretas, com diretrizes, metas e fontes possíveis de financiamento, além de defender uma política permanente e não episódica para o setor. Entre as metas projetadas estão ampliar a inseminação, reduzir a idade média de abate, elevar rendimento de carcaça, aumentar marmoreio, eficiência alimentar e produtividade por hectare, com prioridade para pequenos e médios produtores.

O trabalho também reforça uma visão que Dr. João sustenta desde a instalação da CST: fortalecer o rebanho zebuíno é fortalecer uma cadeia que sustenta Mato Grosso. O texto introdutório do relatório trata a pecuária zebuína, especialmente o Nelore, como patrimônio estratégico do Estado, base de uma cadeia produtiva que gera empregos, renda, competitividade e crescimento econômico em todas as regiões. Também destaca que a modernização genética conversa diretamente com sustentabilidade, eficiência produtiva e posicionamento internacional da carne mato-grossense.

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“Mato Grosso já é gigante na pecuária, mas pode ser ainda maior quando transformar esse potencial em política pública estruturada. O que estamos entregando aqui é um caminho técnico, sério e possível para fazer a genética chegar na ponta, principalmente para quem mais precisa dela, que é o pequeno e o médio produtor”, declarou o deputado.

A CST foi formalmente aprovada em março de 2025, reunindo representantes do setor produtivo, da academia, de associações de criadores, órgãos públicos e técnicos da própria Assembleia. Participaram das discussões, segundo o relatório final, representantes da Nelore MT, Federação Mato-grossense de Agricultura (Famato), Associação dos criadores de Mato Grosso (Acrimat), Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Fórum Agro MT, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Fundo Emergencial de Saúde Animal do Estado de Mato Grosso (FESA), Sindicato Rural de Cuiabá, Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Extensão Rural (Empaer-MT), Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SEAF), , Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Desenvolve MT, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar), além de técnicos, pesquisadores, assessores legislativos, representantes de cooperativas, indústria frigorífica e outras instituições ligadas à pecuária e ao desenvolvimento rural. A composição oficial da CST também teve nomes como José Esteves de Lacerda Filho, Alexandre El Hage, Jociani Gonçalves de Oliveira, Marcos Carvalho, Francisco Manzi, Juliano Latorraca Ponce, Celso Nogueira, Rayane Lage Cordeiro, Carlos Bolzan, Leôncio Pinheiro da Silva Filho, Salvador Santos Pinto, Olímpio Riso de Brito, Xisto Bueno e Ida Beatriz Machado.



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