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Terceiro Juizado Cível de Cuiabá cumpre metas antes do prazo estabelecido pelo CNJ

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A Corregedoria Geral da Justiça realizou correição no 3º Juizado Especial Cível da Comarca da Capital para verificar a tramitação processual na unidade judicial e conferir o cumprimento das metas estabelecidas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O trabalho foi liderado pelo juiz Emerson Luís Pereira Cajango, auxiliar da Corregedoria, que assegurou que o Juizado conseguiu atender às medidas antes do prazo estabelecido.
 
De acordo com o magistrado, o 3º Juizado teria até dezembro deste ano para o cumprimento das metas 1, que é julgar mais processos que os distribuídos, e 2, julgar os processos mais antigos, mas os trabalhos foram antecipados e as recomendações do CNJ atendidas em tempo recorde, ainda no primeiro trimestre do ano.
 
 
“De maneira muito organizada toda equipe conseguiu se antecipar e está entregando um excelente trabalho antes do prazo final. Pelos nossos indicadores a unidade já está ranqueada, e a correição é para constatar o serviço e coletar as evidências para enviar ao CNJ”, explicou o juiz auxiliar.
 
“Estamos em contato com os colegas da Corregedoria e procurando desempenhar as tarefas da melhor maneira possível. Nossa meta é atender à população, tentando dar uma solução aos problemas que aqui chegam. É muito importante ter esse apoio da Corregedoria, essa mão amiga”, declarou o juiz Antônio Veloso Peleja Júnior, titular da unidade judicial.
 
O desembargador Juvenal Pereira da Silva aproveitou para conversar com os servidores do no 3º Juizado Especial Cível e sublinhou que “o melhor cumprimento de meta, o melhor selo que vamos adquirir e que vai nos elevar é ver a cidadã, o cidadão satisfeito com a prestação jurisdicional”. O corregedor acrescentou que a ação da correição é orientar e registrar resultados positivos, “porque as maiores conquistas perseguidas pelo Judiciário estão relacionadas à satisfação dos jurisdicionados”.
 
Outra unidade – A equipe da Corregedoria da Justiça também visitou a Vara de Fazenda Pública, que está sendo correicionada desde o ano passado. Essa é 17ª unidade a passar por correição só neste início de ano. A determinação do CNJ é a de que pelo menos 30% das unidades judiciais sejam aferidas por ano.
 
Também participaram da reunião os magistrados Valter Pereira, Patrícia Ceni e Juanita Cruz da Silva Clait Duarte.
 
 
#Paratodosverem Esta matéria possui recursos de texto alternativo para inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: foto horizontal colorida. O corregedor está em pé, ao centro, rodeado pelos servidores e magistrados do Complexo de Juizados.
 
Gabriele Schimanoski/ Foto Adilson Cunha
Assessoria de Comunicação da CGJ-MT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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