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SES abre 28 vagas para residências em saúde em quatro cidades

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A Escola de Saúde Pública (ESP-MT), vinculada à Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), publicou o edital de processo seletivo com 28 vagas em residências na área da saúde em quatro municípios de Mato Grosso: Cáceres, Cuiabá, Sorriso e Várzea Grande. São cursos de pós-graduação lato sensu, nas modalidades multiprofissional e uniprofissional, com bolsa no valor bruto de R$ 4.106,09.

A residência poderá ser feita nas áreas de Oncologia, em Cáceres; Saúde da Família, em Cáceres e em Várzea Grande; Atenção Psicossocial, em Cuiabá; Saúde Integral da Mulher, em Cuiabá; e Enfermagem Obstétrica, em Sorriso.

As inscrições são gratuitas e poderão ser feitas a partir de segunda-feira (26.1), até o dia 1 de fevereiro, pelo site https://sga.esp.saude.mt.gov.br/f/Gep0jSiF

Segundo a superintendente da Escola de Saúde Pública, Silvia Tomaz, as residências representam um avanço para a profissionalização dos trabalhadores da saúde.

“As vagas contemplam áreas estratégicas e diferentes cidades, aproximando a formação da realidade dos serviços de saúde. A residência é um espaço de aprendizado intenso, com muita prática e troca de experiências. Fortalecer esses programas é fortalecer a saúde pública. A iniciativa contribui diretamente para a melhoria da assistência e para a qualificação dos serviços de saúde no estado”, afirmou.

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A residência terá duração de 24 meses, sendo a carga horária total do curso de 5.760 horas, distribuídas em 60 horas semanais, das quais 1.152 horas (20%) correspondem a atividades teóricas e 4.608 horas (80%) a atividades práticas. Para cada ano de curso, o residente usufruirá de trinta dias de férias. A previsão é que os cursos comecem no dia 2 de março.

No dia 8 de fevereiro, os candidatos farão uma prova com 40 questões objetivas de múltipla escolha, composta por 30 perguntas de Conhecimentos Gerais do SUS, Políticas Públicas de Saúde e Legislação do SUS e de dez questões sobre Conhecimentos Específicos, referente à respectiva área de formação.

Demais informações como documentação necessária para inscrição, disponibilidade de vaga para cada área, cidades em que serão aplicadas as provas, formulários para recurso e conteúdo programático podem ser acessadas no Diário Oficial publicado nesta quinta-feira (22), disponível neste link: https://www.iomat.mt.gov.br/.

*Sob a supervisão de Luiza Goulart

Fonte: Governo MT – MT

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Rodoviários do Rio participam de audiência de conciliação

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Rodoviários e patrões de empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro participam nesta quarta-feira (15), às 11 h, de mais uma audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho a 1ª Região (TRT-RJ) para chegar a um acordo sobre o reajuste da categoria.

A data-base dos rodoviários é 1º de julho. Para a campanha salarial em andamento, o Sindicato dos Rodoviários do Rio e o patronal Rio Ônibus já fizeram três rodadas de negociação no TRT-RJ, sem chegar a um acordo.

Durante as negociações mediadas pela Justiça do Trabalho, a categoria flexibilizou a reivindicação de reajuste salarial de 17% para 12% (dividido em parcelas), mas as empresas ofereceram 4,5%. Antes, o Rio Ônibus havia ofertado 4,39%.

O desembargador Gustavo Tadeu Alkmim, da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (Sedic), pediu que os patrões aumentem a oferta de reajuste para 5%, o mesmo valor pago as categorias de rodoviários das cidades de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Paralisação

No dia 27 de junho, o Sindicato dos Rodoviários ajuizou o dissídio coletivo de greve e de natureza econômica. Na mesma data, o TRT-RJ, considerou a greve legal e concedeu liminar autorizando o início da paralisação. Determinou a manutenção de, no mínimo, 50% da frota operacional em cada linha e itinerário, sob pena de multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento da medida.

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Dois dias depois, no dia 29 de junho, os rodoviários do município do Rio de Janeiro iniciaram a paralisação. No dia 2 de julho, suspenderam o movimento, a pedido do TRT-RJ, mantendo o estado de greve, para que o sindicato patronal aumentasse a proposta de reajuste, mas não houve acordo.

Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, valorização dos pisos remuneratórios, ampliação do auxílio-alimentação para R$ 1 mil e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária.



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