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Selo Ouro: Tribunal de Justiça de Mato Grosso é destaque nos eixos Governança e Dados e Tecnologia

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No Prêmio CNJ de Qualidade 2023, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) se destacou no crescimento dos eixos de Governança e de Dados e Tecnologia, que tiveram os melhores resultados históricos desde o lançamento do Prêmio, em 2019, com 89% e 95%, respectivamente. Além disso, o TJMT obteve pontuação de 100% no eixo Governança, em 15 dos 17 incisos. O resultado foi o Selo Ouro, conquistado pelo Poder Judiciário de Mato Grosso pelo quarto ano consecutivo.
 
O feito de receber o Selo Ouro por quatro anos seguidos foi realizado apenas por outros três tribunais, que obtiveram tal nível de consistência. “Esse resultado demonstra que o Tribunal mato-grossense está entre os melhores do país na boa gestão pública, com aprimoramento da prestação jurisdicional, promovendo a transparência e a melhor prestação das informações”, celebra a presidente do TJMT, desembargadora Clarice Claudino da Silva, que esteve presente no 17º Encontro Nacional do Poder Judiciário, em Salvador (BA), na terça-feira (5 de dezembro), onde o resultado foi divulgado.
 
O objetivo do Prêmio é estimular e reconhecer o desenvolvimento de mecanismos de governança e gestão e reflete o desempenho dos tribunais em quatro eixos de gestão, demonstrando o desempenho em: Governança, Produtividade, Transparência e Dados e Tecnologia.
 
Pontuação máxima – O TJMT alcançou 100% da pontuação no eixo Governança em 15 incisos, dos 17. Gestão Participativa na elaboração das metas nacionais do Poder Judiciário; Socioambiental; Judicialização da Saúde; Centro de Inteligência; Política de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação são alguns dos incisos com pontuação máxima.
 
Já no Eixo Dados e Tecnologia, 7 de 10 incisos atingiram pontuação total, com os incisos de 100% de pontuação sendo: Módulo de Produtividade Mensal; Tramitar as ações judiciais de forma Eletrônica; Índice de Governança, Gestão e Infraestrutura em Tecnologia da Informação (iGovTIC-JUD); Implantar Núcleo Justiça 4.0; Implantar o Balcão Virtual.
 
A presidente destaca a consquista do ouro é consequencia do trabalho, dedicação e esforço conjunto de todos aqueles que se dedicam ao Poder Judiciário . “É fruto do trabalho de todos os magistrados e servidores que dedicam seus dias ao Judiciário estadual e são responsáveis pelas melhorias, avanços e boas práticas que nos levaram a receber o Selo Ouro novamente. Esse Selo é merecido e reforça que estamos no caminho certo, de uma justiça que está a serviço da população”, ressaltou a presidente.
 
Novas regras – Foram publicadas as regras para o Prêmio CNJ de Qualidade de 2024, com a inclusão de nove incisos no geral, sendo nove no eixo de Governança. O Prêmio teve aumento de 23% na quantidade de critérios e 26% na pontuação a ser obtida.
 
Todos os tribunais participam do Prêmio CNJ de Qualidade, incluindo os tribunais superiores, os 27 Tribunais de Justiça, os cinco Tribunais Regionais Federais, os 24 Tribunais Regionais do Trabalho, os 27 Tribunais Regionais Eleitorais e os três Tribunais de Justiça Militar dos estados.
 
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Dani Cunha
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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