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Seciteci firma parceria para oferta de cursos técnicos em saúde em Campo Novo do Parecis

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A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci-MT) firmou parceria com o município de Campo Novo do Parecis para a oferta de cursos técnicos profissionalizantes na área de saúde. A abertura de vagas está em fase de alinhamento e em breve serão ofertados cursos de capacitação em atendimento e tratamento de feridas e curso de auxiliar de saúde bucal (ASB). A previsão é que as aulas iniciem já no segundo trismestre.

A oferta atende a demanda de mão-de-obra para o município em relação à qualificação de novos profissionais nos sistemas de saúde público e privado. De acordo com o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, Allan Kardec, parcerias como essas ampliam o alcance do ensino técnico profissional, melhorando a qualidade dos profissionais no mercado de trabalho.

“O Governo do Estado, por meio da Seciteci, têm buscado priorizar as demandas de cada município em relação ao ensino técnico. A ideia é oferecer qualificação profissional que atenda a necessidade do mercado de trabalho, observando o contexto de cada região. Tenho certeza que parcerias como essa fortalecem e ampliam o alcance do ensino técnico profissional”, destacou o secretário Allan Kardec.

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Após avaliação estratégica com o município, ficou definida a implementação dos cursos de Capacitação em Atendimento e Tratamento de Feridas, voltado para técnicos em enfermagem, com foco em protocolos modernos de cicatrização e cuidado humanizado; e de Curso de Auxiliar de Saúde Bucal (ASB): com ensino de preparação de ambiente de atendimento, esterilização de materiais, e auxílio em procedimentos clínicos e cirúrgicos.

As modalidades dos cursos foram alinhadas entre a Seciteci, a Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Saúde e Câmara de Vereadores. A avaliação técnica da demanda contou ainda com o prefeito da cidade, Edilson Piaia, a secretária municipal de saúde, Cleide Anzil; a coordenadora atenção básica, Cristiane Galli Cardoso; a coordenadora de média e alta complexidade, Elaine Aparecida da Silva; e com a coordenadora saúde bucal, Nathagyla Launna Mariano da Silva Coelho. Além dos vereadores Deilson Lopes Beiral e Dricka Lima.

Fonte: Governo MT – MT

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Rodoviários do Rio participam de audiência de conciliação

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Rodoviários e patrões de empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro participam nesta quarta-feira (15), às 11 h, de mais uma audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho a 1ª Região (TRT-RJ) para chegar a um acordo sobre o reajuste da categoria.

A data-base dos rodoviários é 1º de julho. Para a campanha salarial em andamento, o Sindicato dos Rodoviários do Rio e o patronal Rio Ônibus já fizeram três rodadas de negociação no TRT-RJ, sem chegar a um acordo.

Durante as negociações mediadas pela Justiça do Trabalho, a categoria flexibilizou a reivindicação de reajuste salarial de 17% para 12% (dividido em parcelas), mas as empresas ofereceram 4,5%. Antes, o Rio Ônibus havia ofertado 4,39%.

O desembargador Gustavo Tadeu Alkmim, da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (Sedic), pediu que os patrões aumentem a oferta de reajuste para 5%, o mesmo valor pago as categorias de rodoviários das cidades de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Paralisação

No dia 27 de junho, o Sindicato dos Rodoviários ajuizou o dissídio coletivo de greve e de natureza econômica. Na mesma data, o TRT-RJ, considerou a greve legal e concedeu liminar autorizando o início da paralisação. Determinou a manutenção de, no mínimo, 50% da frota operacional em cada linha e itinerário, sob pena de multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento da medida.

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Dois dias depois, no dia 29 de junho, os rodoviários do município do Rio de Janeiro iniciaram a paralisação. No dia 2 de julho, suspenderam o movimento, a pedido do TRT-RJ, mantendo o estado de greve, para que o sindicato patronal aumentasse a proposta de reajuste, mas não houve acordo.

Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, valorização dos pisos remuneratórios, ampliação do auxílio-alimentação para R$ 1 mil e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária.



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