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Projeto Nosso Judiciário: estudantes de Direito de Primavera do Leste conhecem o Tribunal de Justiça

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O Projeto ‘Nosso Judiciário’ do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) recebeu, na última quarta-feira (23 de outubro), uma turma com mais de 40 acadêmicos da Faculdade Anhanguera, campus Primavera do Leste.
 
A turma transitou pelo setor de distribuição, passou pelo corredor dos gabinetes dos desembargadores, assistiu a uma sessão de julgamento da 1° Câmara de Direito Público e Coletivo e conheceu o Espaço Memória onde foram recepcionados pelo desembargador Hélio Nishiyama, que fez sua estreia como palestrante no projeto contou um pouco de sua trajetória e citou ainda a prerrogativa do Quinto Constitucional, ao qual ele foi promovido no cargo de desembargo em fevereiro deste ano.  O magistrado destacou que, mais que um projeto cheio de prós para os acadêmicos, o Nosso Judiciário traz muitos benefícios ao Judiciário. 
 
“O Judiciário deve buscar se conectar com a sociedade, um projeto como esse é uma forma de apresentar o Judiciário para os futuros operadores do direito, ter contato com os alunos é sempre uma alegria muito grande, eles são os profissionais de amanhã”, afirmou o desembargador Hélio Nishiyama. 
 
Ainda no Espaço Memória, a servidora e coordenadora Administrativa Bruna Penachioni conversou com a turma e destacou a importância do site memorial.tjmt.jus.br que reúne documentos, informações relevantes e livros dos 150 anos do TJMT. 
 
Ao final da visita, os acadêmicos foram presenteados com um glossário jurídico produzido pelo TJMT. 
 
Nosso Judiciário – É uma iniciativa do TJMT e visa aproximar o Poder Judiciário não só dos estudantes do curso de Direito, mas também dos estudantes do Ensino Médio e jovens advogados das subseções OAB seccional Mato Grosso. Os acadêmicos de Direito vêm até a sede do TJMT, enquanto os alunos de Ensino Médio recebem a visita do TJMT em suas escolas. O projeto é conduzido pelo técnico judiciário Neif Feguri .
 
Para agendar uma visita ao Palácio da Justiça de Mato Grosso ou solicitar a visita da equipe do TJMT nas escolas, públicas ou privadas, é preciso entrar em contato pelos números (65) 3617-3032/3516.
 
Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Foto 1: Na imagem, quatro indivíduos estão em uma sala com piso de madeira e teto de madeira. A sala tem uma placa na parede do fundo que diz “Memorial Judiciário”. Da esquerda para a direita: a primeira pessoa é uma mulher de vestido preto e óculos, segurando um livro. A segunda pessoa é uma mulher vestindo uma jaqueta branca e calça bege, também segurando um livro. A terceira pessoa é uma mulher vestindo uma jaqueta branca e blusa preta, de pé com as mãos ao lado do corpo.  A quarta pessoa é um homem vestindo um terno azul com gravata rosa, de pé com as mãos cruzadas à sua frente. Atrás deles, há várias bandeiras nas arquibancadas, incluindo a bandeira do Brasil, posicionada em ambos os lados da sala. A sala também tem várias cadeiras vermelhas dispostas ao longo dos lados. Foto 2: A imagem mostra cinco indivíduos em pé em um ambiente de escritório. Da esquerda para a direita:  primeira pessoa é um homem vestindo uma camisa azul clara e calças escuras, de pé com as mãos cruzadas à sua frente. A segunda pessoa é um homem vestindo uma camisa rosa claro e calças escuras, de pé com as mãos cruzadas à sua frente. A terceira pessoa é uma mulher usando óculos, um vestido preto e um cordão azul, de pé com as mãos cruzadas à sua frente. A quarta pessoa é um homem vestindo um terno azul, camisa branca e gravata rosa, gesticulando com as mãos.  A quinta pessoa é uma mulher vestindo um blazer branco sobre um top preto e calça preta, de pé com as mãos cruzadas à sua frente. Ao fundo, há uma mesa com vários itens, incluindo um monitor de computador e alguns livros. Atrás da mesa, há duas janelas com persianas fechadas. Foto 3: um grupo de pessoas está reunido em uma sala com piso de madeira e teto de madeira. A sala tem vitrines com vários itens dentro e quadros emoldurados são montados nas paredes. O grupo está em semicírculo ao redor de uma mulher que segura um pedaço de papel e parece estar falando com eles. No lado esquerdo da imagem, um homem de camisa branca e calças claras está com as mãos nos bolsos. Ao lado dele, uma mulher de blusa preta e calça cinza está de braços cruzados. Um homem de camisa azul está ao lado dela, com uma mulher de top estampado e calça escura ao lado dele. No centro, uma mulher de jaqueta preta e calça escura está com as mãos cruzadas na frente dela. À sua direita, um homem de camisa preta e calças de cor clara está com as mãos entrelaçadas. No lado direito da imagem, um grupo de pessoas está junto, algumas com os braços cruzados e outras com as mãos ao lado do corpo. A mulher que fala está posicionada de costas para a câmera, de frente para o grupo.
 
 
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Dr. João recebe relatório inédito da CST do Nelore

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O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Dr. João (MDB), recebeu em seu gabinete, na última terça-feira (2), a entrega simbólica do relatório final da Câmara Setorial Temática de Melhoria da Genética na Criação de Zebuínos, iniciativa criada por requerimento de sua autoria e que se tornou a primeira CST da história da ALMT totalmente dedicada à pecuária e ao melhoramento genético. O documento fecha um ciclo de debates técnicos e políticos que colocaram no centro da pauta temas como melhoramento genético de ponta, eficiência produtiva, performance e rentabilidade ao produtor, regularização ambiental com foco no CAR 2.0, segurança jurídica e criação de políticas públicas reais de fomento.

O deputado abriu espaço institucional dentro da Assembleia para um tema que movimenta a economia mato-grossense, gera empregos e impacta diretamente desde o pequeno até o grande produtor. No relatório, o próprio parlamentar ressalta que a melhoria genética dos rebanhos zebuínos não é apenas pauta técnica, mas uma política pública estratégica para a economia do Estado, para a sustentabilidade produtiva e para o futuro da pecuária.

“Quando criamos essa Câmara Temática, o nosso objetivo era muito claro: tirar esse debate do campo da conversa isolada e transformar conhecimento técnico em proposta concreta para quem produz em Mato Grosso. Fortalecer a genética do rebanho zebuíno é fortalecer a economia do Estado, gerar mais renda no campo e dar mais competitividade ao nosso agro”, afirmou Dr. João.

O relatório destaca que o estado reúne condições singulares para liderar nacionalmente o avanço do melhoramento genético de raças zebuínas, por ter o maior rebanho bovino do país, produtores tecnificados, instituições com conhecimento acumulado e ambiente político favorável. Ao mesmo tempo, o documento aponta que ainda existe um descompasso entre o potencial já instalado e os resultados efetivamente alcançados, sobretudo entre pequenos e médios produtores.

Esse diagnóstico ajuda a explicar o peso político da iniciativa de Dr. João. O relatório conclui que não falta genética em Mato Grosso, falta política pública estruturada para democratizar o acesso à genética. Também enumera os principais gargalos que travam esse avanço: ausência de assistência técnica contínua, dificuldades fundiárias e ambientais, pouca integração entre cadeia produtiva e poder público e obstáculos para que pequenos produtores consigam incorporar manejo, nutrição e gestão compatíveis com animais geneticamente superiores.

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Ao longo dos trabalhos, a CST reuniu discussões que passaram por todas as frentes decisivas para o setor. Houve debates sobre ciência aplicada ao melhoramento genético, nutrição gestacional, uso de reprodutores avaliados, acesso à assistência técnica, ultrassonografia de carcaça, regularização fundiária, entraves ambientais, CAR, crédito rural, impacto da reforma tributária e integração entre governo, entidades e cadeia produtiva. O resumo do relatório destaca que, ao fim de oito reuniões, foi formado um corpo coerente de análises técnicas, institucionais, econômicas e políticas capaz de embasar uma política pública robusta para o melhoramento genético da pecuária de corte em Mato Grosso.

No mérito, o documento deixa duas entregas centrais. A primeira é a defesa da criação de um Programa Estadual de Melhoramento Genético da Pecuária de Corte, com acesso democrático a reprodutores avaliados e biotecnologias, integração entre genética, manejo, nutrição e gestão, fortalecimento da Empaer, alinhamento entre crédito, meio ambiente e regularização fundiária, além de metas e indicadores de impacto econômico, social e ambiental. A segunda é a proposta de realização da ExpoGenética Mato Grosso, pensada como um evento nacional para transformar o Estado em referência institucional e mercadológica na genética zebuína.

Na prática, isso significa que a Câmara  não ficou restrita ao debate. O relatório aponta saídas concretas, com diretrizes, metas e fontes possíveis de financiamento, além de defender uma política permanente e não episódica para o setor. Entre as metas projetadas estão ampliar a inseminação, reduzir a idade média de abate, elevar rendimento de carcaça, aumentar marmoreio, eficiência alimentar e produtividade por hectare, com prioridade para pequenos e médios produtores.

O trabalho também reforça uma visão que Dr. João sustenta desde a instalação da CST: fortalecer o rebanho zebuíno é fortalecer uma cadeia que sustenta Mato Grosso. O texto introdutório do relatório trata a pecuária zebuína, especialmente o Nelore, como patrimônio estratégico do Estado, base de uma cadeia produtiva que gera empregos, renda, competitividade e crescimento econômico em todas as regiões. Também destaca que a modernização genética conversa diretamente com sustentabilidade, eficiência produtiva e posicionamento internacional da carne mato-grossense.

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“Mato Grosso já é gigante na pecuária, mas pode ser ainda maior quando transformar esse potencial em política pública estruturada. O que estamos entregando aqui é um caminho técnico, sério e possível para fazer a genética chegar na ponta, principalmente para quem mais precisa dela, que é o pequeno e o médio produtor”, declarou o deputado.

A CST foi formalmente aprovada em março de 2025, reunindo representantes do setor produtivo, da academia, de associações de criadores, órgãos públicos e técnicos da própria Assembleia. Participaram das discussões, segundo o relatório final, representantes da Nelore MT, Federação Mato-grossense de Agricultura (Famato), Associação dos criadores de Mato Grosso (Acrimat), Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Fórum Agro MT, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Fundo Emergencial de Saúde Animal do Estado de Mato Grosso (FESA), Sindicato Rural de Cuiabá, Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Extensão Rural (Empaer-MT), Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SEAF), , Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Desenvolve MT, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar), além de técnicos, pesquisadores, assessores legislativos, representantes de cooperativas, indústria frigorífica e outras instituições ligadas à pecuária e ao desenvolvimento rural. A composição oficial da CST também teve nomes como José Esteves de Lacerda Filho, Alexandre El Hage, Jociani Gonçalves de Oliveira, Marcos Carvalho, Francisco Manzi, Juliano Latorraca Ponce, Celso Nogueira, Rayane Lage Cordeiro, Carlos Bolzan, Leôncio Pinheiro da Silva Filho, Salvador Santos Pinto, Olímpio Riso de Brito, Xisto Bueno e Ida Beatriz Machado.



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