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Projeto Cibus é desenvolvido em três instituições de ensino

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Para acompanhar de perto o andamento do Projeto Cibus – “Você tem fome de Quê?”, no município de Apiacás, o promotor de Justiça substituto Adalberto Biazotto Junior realizou no dia 21 de setembro visita às três instituições de ensino que foram contempladas com a iniciativa. A vistoria, realizada nas escolas Guilherme de Almeida (Gleba Arumã), Paulo Freire e Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), contou com a participação do engenheiro agrônomo do Centro de Apoio Operacional, Rodrigo Dondé Castro.

“O acompanhamento permanente busca garantir o sucesso e a eficácia do projeto Cibus, que tem como objetivo melhorar a alimentação escolar e conscientizar os alunos sobre práticas alimentares saudáveis”, ressaltou o promotor de Justiça substituto.

Segundo o promotor, representantes das secretarias municipais de Educação e Agricultura de Apiacás também participaram da inspeção. A visita proporcionou a identificação das fragilidades para a efetivação do programa, bem como a orientação técnica necessária para a continuação das atividades.

O projeto Cibus – Você tem fome de quê? é uma iniciativa que promove o acesso à alimentação adequada e de qualidade, contribuindo para reduzir a insegurança alimentar. “Apiacás é o único município do estado em que a APAE aderiu ao projeto, cujo estágio de desenvolvimento encontra-se avançado e, tão logo, estará propiciando aos alunos a experiência de participar ativamente do projeto, com atividades sensoriais, recreativas e estimulantes”, acrescentou.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Wilson Santos propõe túnel para travessia segura de capivaras entre Parque das Águas e ALMT

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Já se tornou comum deparar com grupos de capivaras nos gramados e chafariz da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Os registros frequentemente chamam a atenção de servidores, visitantes e parlamentares, além de renderem imagens curiosas compartilhadas nas redes sociais. Essa presença inspirou o deputado estadual Wilson Santos (PSD) a propor o Projeto de Resolução nº 428/2024 que prevê a criação de passagens subterrâneas (ecodutos) destinadas à travessia segura de pequenos animais entre o Parque das Águas e a Casa de Leis.

O projeto foi apresentado em 2024 e aprovado em primeira votação no último dia 19 de maio. Ele agora cumpre pauta de cinco sessões para voltar à apreciação do plenário. 

Conforme o parlamentar, a medida vai além da proteção animal e, também, representa um investimento em segurança viária. “Com a aplicação da passagem subterrânea, além da proteção dos animais, especialmente das capivaras, serão evitados diversos acidentes provocados quando motoristas precisam desviar dos animais durante a travessia. Precisamos adotar medidas concretas para preservar a vida animal e oferecer mais segurança à população”, destacou.

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Um dos momentos que mais despertou atenção da população foi quando um grupo de capivaras foi flagrado no chafariz da ALMT como uma verdadeira “piscina”. Enquanto algumas se refrescavam na água, outras aproveitavam a grama do local para se alimentar. A cena reforçou a necessidade de medidas que garantam a convivência harmoniosa entre o ambiente urbano e a fauna silvestre.

Projeto –A passagem subterrânea deverá ser construída sob a camada asfáltica que separa o Parque das Águas da Assembleia Legislativa, permitindo que os animais realizem a travessia sem precisar cruzar a pista de veículos. A estrutura poderá ser executada em concreto armado, material cerâmico ou outro elemento que apresente resistência e segurança adequadas.

Wilson ressalta ainda que a iniciativa atende a uma preocupação crescente com a preservação ambiental em áreas urbanizadas. Para ele, a instalação das passagens subterrâneas representa uma solução prática e sustentável para reduzir a mortalidade da fauna local e fortalecer a consciência de proteção ao meio ambiente.

Caso aprovada, a proposta poderá transformar a região em uma referência de convivência entre desenvolvimento urbano, mobilidade e preservação da biodiversidade, garantindo que as capivaras tenham uma rota segura para circular entre os dois espaços.

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