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Polícias Civis de MT e MG cumprem 20 mandados contra núcleo de grupo suspeito de golpes pela internet

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A Polícia Civil de Mato Grosso cumpre, na manhã desta quarta-feira (25.2), 20 ordens judiciais no âmbito da Operação Couraça, deflagrada pela Polícia Civil de Minas Gerais, contra um grupo criminoso envolvido em golpes pela internet.

Em Mato Grosso, policiais da Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá atuam no cumprimento de 10 mandados de prisão preventiva e 10 de busca e apreensão nas cidades de Cuiabá e Várzea Grande.

As investigações, conduzidas pela Polícia Civil de Minas Gerais, indicam que o grupo criminoso teria movimentado aproximadamente R$ 9 milhões com a prática de diversos tipos de golpes pelo país.

Um dos núcleos do grupo criminoso está instalado em Cuiabá e Várzea Grande. Os membros desse núcleo são investigados por aplicar o golpe conhecido como falso intermediador de vendas de veículos em vítimas moradoras de Minas Gerais.

Os suspeitos atuavam na clonagem de anúncios reais de venda de veículos na internet, passando a se apresentar como intermediários das negociações. Com isso, os golpistas conseguiam ludibriar simultaneamente vendedores e compradores, direcionando os pagamentos para contas bancárias indicadas pelo grupo.

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As ordens judiciais têm como foco a desarticulação do grupo criminoso envolvido em crimes de estelionato, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Outros estados

Além das ordens judiciais em Mato Grosso, são cumpridos, na operação, outros 15 mandados de busca e apreensão e prisão preventiva nos estados de São Paulo, Paraná, Paraíba, Piauí e Mato Grosso do Sul, todos referentes à operação.

As ordens judiciais nos estados mencionados são decorrentes de investigações sobre a prática do crime de estelionato em outras modalidades, que não a venda de veículos na internet.

Fonte: Governo MT – MT

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Polícia investiga ligação de policiais com facção criminosa

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Policiais civis fazem, nesta terça-feira (13), operação contra policiais suspeitos de favorecer atividades criminosas da facção Comando Vermelho, no Rio de Janeiro. Os agentes públicos são investigados por indícios de que utilizavam sua própria função para repassar informações privilegiadas e para se envolver em negociações clandestinas de armamentos e munições.

As investigações, que contam com o apoio da Corregedoria da Polícia Militar e também do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), começaram em outubro de 2023, quando a Polícia Civil prendeu um policial militar e outro homem que transportavam 100 quilos de cocaína no subúrbio da capital fluminense.

A partir da prisão, identificou-se uma estrutura que atuava, de forma coordenada, na compra, no transporte e na distribuição de grandes quantidades de drogas e armas para comunidades controladas pelo Comando Vermelho.

As investigações também identificaram pessoas que forneceriam informações privilegiadas sobre operações policiais para beneficiar o grupo . Até as 8h10 desta terça-feira, três pessoas já tinham sido presas, sendo uma em flagrante e duas por cumprimento de mandados de prisão.

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A polícia também investiga a morte do policial militar preso em 2023. Ele foi assassinado com vários tiros, em julho deste ano, quando chegava ao condomínio onde morava, na zona sudoeste da capital.



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