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Polícia Civil cumpre buscas contra investigados por tráfico de drogas na modalidade delivery

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), deflagrou, na manhã desta quinta-feira (06.02), a Operação Hash Wars para cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão contra investigados por atuar com o tráfico de entorpecentes na modalidade delivery.

As ordens judiciais, expedidas pelo Núcleo de Inquérito Policiais (Nipo), foram cumpridas em Cuiabá. Durante os trabalhos, foram apreendidos aparelhos celulares. Os investigados serão ouvidos e indiciados.

A operação é decorrente da Operação After, deflagrada pela anteriormente pela Denarc, no ano de 2021, com foco na apreensão de drogas sintéticas (como MDMA ou ‘ecstasy’ – 3,4-metilenodioximetanfetamina, LSD – dietilamida do ácido lisérgico), além de outras drogas, como cloridrato de cocaína e maconha, por meio da modalidade “delivery”.

As investigações apontaram que os usuários faziam pedido de drogas por meio de aplicativos de mensagens via aparelho celular e recebiam o produto no endereço informado ou entregues diretamente em festas (“baladas”).

As investigações da Denarc apontaram que era realizada uma pré-venda com rateios nos grupos de WhatsApp e/ou oferta individual, e somente após os interessados transferirem os valores correspondentes nas contas dos fornecedores, é que o entorpecente era comprado e rapidamente repassado através de delivery ou retirada em local combinado, mantendo uma logística de forma a evitar prejuízos comum a possível apreensão da droga.

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O delegado da Denarc, André Rigonato, explica que as investigações a respeito da comercialização ilícita de drogas e grupos que atuam nesse ramo, demandam investigações de maior complexidade. “A atividade frequente, que merece atenção direta e especial dos órgãos de controle social formal, visa desestabilização de grupos atuantes nesta modalidade criminosa que tanto afeta a sociedade brasileira”, disse o delegado.

Hash Wars

O nome da operação faz referência às embalagens das drogas comercializadas, com a inscrição “Hash Wars” em que “hash” equivale a abreviação de ‘haxixe’, com logomarca semelhante à franquia cinematográfica ‘Star Wars’).

A operação integra os trabalhos do Programa Tolerância Zero, deflagrado pelo Governo do Estado no combate às facções criminosas.

Fonte: Governo MT – MT

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Wilson Santos propõe túnel para travessia segura de capivaras entre Parque das Águas e ALMT

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Já se tornou comum deparar com grupos de capivaras nos gramados e chafariz da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Os registros frequentemente chamam a atenção de servidores, visitantes e parlamentares, além de renderem imagens curiosas compartilhadas nas redes sociais. Essa presença inspirou o deputado estadual Wilson Santos (PSD) a propor o Projeto de Resolução nº 428/2024 que prevê a criação de passagens subterrâneas (ecodutos) destinadas à travessia segura de pequenos animais entre o Parque das Águas e a Casa de Leis.

O projeto foi apresentado em 2024 e aprovado em primeira votação no último dia 19 de maio. Ele agora cumpre pauta de cinco sessões para voltar à apreciação do plenário. 

Conforme o parlamentar, a medida vai além da proteção animal e, também, representa um investimento em segurança viária. “Com a aplicação da passagem subterrânea, além da proteção dos animais, especialmente das capivaras, serão evitados diversos acidentes provocados quando motoristas precisam desviar dos animais durante a travessia. Precisamos adotar medidas concretas para preservar a vida animal e oferecer mais segurança à população”, destacou.

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Um dos momentos que mais despertou atenção da população foi quando um grupo de capivaras foi flagrado no chafariz da ALMT como uma verdadeira “piscina”. Enquanto algumas se refrescavam na água, outras aproveitavam a grama do local para se alimentar. A cena reforçou a necessidade de medidas que garantam a convivência harmoniosa entre o ambiente urbano e a fauna silvestre.

Projeto –A passagem subterrânea deverá ser construída sob a camada asfáltica que separa o Parque das Águas da Assembleia Legislativa, permitindo que os animais realizem a travessia sem precisar cruzar a pista de veículos. A estrutura poderá ser executada em concreto armado, material cerâmico ou outro elemento que apresente resistência e segurança adequadas.

Wilson ressalta ainda que a iniciativa atende a uma preocupação crescente com a preservação ambiental em áreas urbanizadas. Para ele, a instalação das passagens subterrâneas representa uma solução prática e sustentável para reduzir a mortalidade da fauna local e fortalecer a consciência de proteção ao meio ambiente.

Caso aprovada, a proposta poderá transformar a região em uma referência de convivência entre desenvolvimento urbano, mobilidade e preservação da biodiversidade, garantindo que as capivaras tenham uma rota segura para circular entre os dois espaços.

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