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A presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Maria Helena Póvoas recebeu a Ordem do Mérito Judiciário do Estado de Mato Grosso do Sul, com o grau outorgado Grã-Cruz. A honraria é concedida às pessoas e entidades que tenham serviços ou méritos dignos de reconhecimento da corte.
 
A solenidade ocorreu na sexta-feira (3 de fevereiro), na sede do Tribunal de Justiça Sul mato-grossense, onde a presidente esteve em visita institucional para conhecer projetos, ações inovadoras e boas práticas ali aplicadas.
 
“É uma grande honra ser agraciada com esta honraria juntamente com pessoas que prestam serviços tão relevantes à população. Motivo também de satisfação por receber esta Ordem do Mérito Judiciário do Tribunal de Justiça do nosso Estado vizinho, onde viemos saber um pouco mais sobre os trabalhos e trocar experiências para avançarmos cada vez mais na entrega dos nossos trabalhos”, disse a desembargadora Maria Helena.
 
A Ordem do Mérito Judiciário do Estado de Mato Grosso do Sul é composta por graus outorgados como Grã-Cruz (privativa a membros do Tribunal Pleno do Judiciário); Grande Oficial; Comendador; Oficial e Cavaleiro.
 
Dentre várias autoridades do Judiciário nacional, também receberam o grau Grã-Cruz juntamente com a desembargadora Maria Helena Póvoas a Corregedora Nacional de Justiça, ministra Maria Thereza de Assis Moura; o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Eustáquio Soares Martins e a presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministra Maria Cristina Peduzzi.
 
Dani Cunha
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 
 

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TCE vai propor mudança na Lei de Licitações para acelerar retomada de obras paralisadas

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Foto: Alair Ribeiro/TCE-MT

O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, anunciou que vai encaminhar ao Congresso Nacional uma proposta para alterar a Nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021), com o objetivo de facilitar a retomada de obras paralisadas.

A principal mudança prevê que empresas locais possam ser contratadas para concluir obras interrompidas, mesmo sem terem participado da licitação original, desde que atendam aos critérios previstos no edital.

Segundo o TCE, Mato Grosso possui 2.705 obras municipais paralisadas, que somam cerca de R$ 3,6 bilhões em investimentos. Destas, 1.705 estão interrompidas há mais de 90 dias, com maior concentração em Várzea Grande, Barra do Bugres e Rondonópolis.

Sérgio Ricardo também informou que as obras paralisadas passarão a integrar a análise das prestações de contas das prefeituras. Os gestores deverão informar o motivo da paralisação, os valores investidos e a empresa responsável pela execução.

O anúncio foi feito durante reunião transmitida ao vivo nesta quarta-feira (22). A proposta será apresentada ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

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