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PJe receberá aproximadamente 11 mil processos ativos dos juizados especiais

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Nos dias 12 e 13 de fevereiro, o Poder Judiciário de Mato Grosso realizará mais uma ação voltada à consolidação do Processo Judicial Eletrônico (PJe) como único sistema de gerenciamento de processos eletrônicos na Justiça Estadual. Nesses dias o Tribunal de Justiça de Mato Grosso realizará a migração de aproximadamente 11 mil processos ativos de juizados especiais que ainda não foram migrados, em trâmite nas comarcas de Cuiabá, Várzea Grande e Rondonópolis.
 
Segundo explica o juiz auxiliar da Corregedoria Emerson Luis Pereira Cajango, como o PJe é o sistema de processos eletrônicos do Judiciário mato-grossense, outros sistemas não estão mais recebendo protocolo de novos processos.
 
“Com a implantação da Plataforma Digital do Poder Judiciário Brasileiro – PDPJ-Br, foi estabelecido em plano de ação para adesão à plataforma, junto ao Conselho Nacional de Justiça, que os processos correntes no Processo Judicial Digital (Projudi) deverão ser migrados para o PJe até maio de 2022”, acrescenta o magistrado.
 
Em relação à migração agendada para os dias 12 e 13, ele explica que os juizados especiais, Ministério Público e Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Mato Grosso serão oficiados sobre a migração. Também será publicada no Diário da Justiça Eletrônico a lista de processos que serão migrados para o PJe. Além disso, processos arquivados serão migrados posteriormente à migração dos processos ativos, em data a ser definida.
 
Em relação aos procedimentos necessários para a migração, o magistrado destaca que os juízes leigos e assessores não devem lançar minutas no Projudi durante o mês de fevereiro de 2022, assim como os juízes não devem deixar minutas não assinadas até o início da migração, pois essas minutas não serão migradas.
 
 
Lígia Saito
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 
 

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TCE vai propor mudança na Lei de Licitações para acelerar retomada de obras paralisadas

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Foto: Alair Ribeiro/TCE-MT

O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, anunciou que vai encaminhar ao Congresso Nacional uma proposta para alterar a Nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021), com o objetivo de facilitar a retomada de obras paralisadas.

A principal mudança prevê que empresas locais possam ser contratadas para concluir obras interrompidas, mesmo sem terem participado da licitação original, desde que atendam aos critérios previstos no edital.

Segundo o TCE, Mato Grosso possui 2.705 obras municipais paralisadas, que somam cerca de R$ 3,6 bilhões em investimentos. Destas, 1.705 estão interrompidas há mais de 90 dias, com maior concentração em Várzea Grande, Barra do Bugres e Rondonópolis.

Sérgio Ricardo também informou que as obras paralisadas passarão a integrar a análise das prestações de contas das prefeituras. Os gestores deverão informar o motivo da paralisação, os valores investidos e a empresa responsável pela execução.

O anúncio foi feito durante reunião transmitida ao vivo nesta quarta-feira (22). A proposta será apresentada ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

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