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Pesquisa de preço do Procon-MT aponta variação de 300% na barra de chocolate para cobertura

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A Secretaria Adjunta de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon-MT), órgão vinculado à Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT), realizou uma pesquisa de preços dos produtos típicos da Páscoa em estabelecimentos comerciais de Cuiabá, Cáceres, Lucas do Rio Verde, Primavera do Leste, Rondonópolis, Sinop, Sorriso e Tangará da Serra e encontrou variação de até 300% para a barra de chocolate para cobertura.

O monitoramento foi realizado de 23 a 27 de março de 2026, a partir de consulta ao sistema Nota MT. Foram comparados valores de ovos de chocolate clássicos, ovos de chocolate infantil, barras de chocolate/cobertura, caixas de bombons, ovos premium/gourmet de diversas marcas, tipos e modelos. A pesquisa incluiu, também, os preços do bacalhau, peixe de rio (inteiro) e filé de tilápia.

“No total, foram analisadas 768 cotações de produtos, distribuídas em 237 estabelecimentos comerciais”, informa o coordenador de Fiscalização, Controle e Monitoramento de Mercado do Procon-MT, André Badini.

De acordo com o coordenador, a pesquisa aponta que municípios do interior, como Sinop, Sorriso e Lucas do Rio Verde, tendem a apresentar, em determinados produtos, preços superiores aos verificados em centros maiores como Cuiabá e Cáceres, indicando influência de custos logísticos e da dinâmica regional de oferta e demanda.

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“O Procon Estadual reforça a importância de o consumidor realizar pesquisa prévia de preços, especialmente em períodos de alta procura por produtos típicos, como a Páscoa. A pesquisa possibilita escolhas mais econômicas e conscientes”, salienta a secretária adjunta do Procon-MT, Ana Rachel Pinheiro Gomes.

O produto com maior diferença percentual registrado, de 300,14% foi a barra de chocolate para cobertura (1kg). O menor preço encontrado foi R$34,99 e o maior valor foi R$139,99.

Em segundo lugar está o ovo de Páscoa Oreo (239gr), com variação de 66,50%, menor preço R$59,99 e maior preço R$99,90. E em terceiro lugar, o ovo de Páscoa Sonho de Valsa (277gr), com diferença percentual de 57,02%, (menor preço R$69,99 e maior preço R$109,90).

Em quarto lugar está o ovo de Páscoa Hot Wheels de (166gr), com variação percentual de 56,77% (menor preço R$76,49 e maior preço R$119,90); e em quinto lugar, o ovo de Páscoa Bárbie (166gr), com variação de 50,34% (menor preço R$76,49 e maior preço R$114,99).

Com relação aos peixes e pescados, a maior diferença encontrada, com percentual de 49,05%, foi para o Peixe de Rio – Pintado (1kg), com menor preço de R$36,90 e maior preço de R$55,00. Em segundo lugar, está o Peixe de Rio – Tambaqui (1kg) com menor preço a R$24,90 e maior preço a R$30,00, diferença percentual de 20,48%.

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Confira AQUI o relatório do monitoramento e AQUI a tabela da Pesquisa Completa.

Fonte: Governo MT – MT

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Rodoviários do Rio participam de audiência de conciliação

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Rodoviários e patrões de empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro participam nesta quarta-feira (15), às 11 h, de mais uma audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho a 1ª Região (TRT-RJ) para chegar a um acordo sobre o reajuste da categoria.

A data-base dos rodoviários é 1º de julho. Para a campanha salarial em andamento, o Sindicato dos Rodoviários do Rio e o patronal Rio Ônibus já fizeram três rodadas de negociação no TRT-RJ, sem chegar a um acordo.

Durante as negociações mediadas pela Justiça do Trabalho, a categoria flexibilizou a reivindicação de reajuste salarial de 17% para 12% (dividido em parcelas), mas as empresas ofereceram 4,5%. Antes, o Rio Ônibus havia ofertado 4,39%.

O desembargador Gustavo Tadeu Alkmim, da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (Sedic), pediu que os patrões aumentem a oferta de reajuste para 5%, o mesmo valor pago as categorias de rodoviários das cidades de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Paralisação

No dia 27 de junho, o Sindicato dos Rodoviários ajuizou o dissídio coletivo de greve e de natureza econômica. Na mesma data, o TRT-RJ, considerou a greve legal e concedeu liminar autorizando o início da paralisação. Determinou a manutenção de, no mínimo, 50% da frota operacional em cada linha e itinerário, sob pena de multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento da medida.

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Dois dias depois, no dia 29 de junho, os rodoviários do município do Rio de Janeiro iniciaram a paralisação. No dia 2 de julho, suspenderam o movimento, a pedido do TRT-RJ, mantendo o estado de greve, para que o sindicato patronal aumentasse a proposta de reajuste, mas não houve acordo.

Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, valorização dos pisos remuneratórios, ampliação do auxílio-alimentação para R$ 1 mil e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária.



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