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Pacote de R$ 772,6 milhões acelera desenvolvimento de Alta Floresta nos últimos sete anos

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O Governo de Mato Grosso levou, nos últimos sete anos, um novo ciclo de desenvolvimento para o município de Alta Floresta com a aplicação de R$ 772,6 milhões em investimentos estaduais.

Na área de infraestrutura, estão em andamento, por exemplo, obras relevantes como o asfaltamento da rodovia MT-325, com investimento de R$ 135,3 milhões.

Já foram construídas pontes de concreto nas rodovias MT-325, MT-160 e MT-208, totalizando 929,1 metros de extensão sobre os rios Teles Pires, Paranaíta e Apiacás, ao custo de R$ 53,3 milhões. Além disso, a restauração de ruas e avenidas do município recebeu aporte de R$ 31,3 milhões, contribuindo para a melhoria da mobilidade urbana.

A saúde é um dos principais focos, com a compra de ambulâncias no valor de R$ 648,2 mil e com investimento de R$ 1,5 milhão para a construção da Rede de Frio do Escritório Regional de Saúde.

Na educação, Alta Floresta recebeu sete ônibus escolares (R$ 2,3 milhões), 3.136 Chromebooks (R$ 6,8 milhões) e 155 Smart TVs (R$ 745,5 mil).

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Já na assistência social, as ações são voltadas ao atendimento de famílias em situação de vulnerabilidade, com a distribuição de 14.025 cestas básicas e 3.292 cobertores pelos programas SER Família Solidário e Aconchego, respectivamente.

Na noite desta quinta-feira (26), o Governo de Mato Grosso cumpre agenda em Alta Floresta, com anúncio de novos investimentos.

Fonte: Governo MT – MT

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Rodoviários do Rio participam de audiência de conciliação

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Rodoviários e patrões de empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro participam nesta quarta-feira (15), às 11 h, de mais uma audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho a 1ª Região (TRT-RJ) para chegar a um acordo sobre o reajuste da categoria.

A data-base dos rodoviários é 1º de julho. Para a campanha salarial em andamento, o Sindicato dos Rodoviários do Rio e o patronal Rio Ônibus já fizeram três rodadas de negociação no TRT-RJ, sem chegar a um acordo.

Durante as negociações mediadas pela Justiça do Trabalho, a categoria flexibilizou a reivindicação de reajuste salarial de 17% para 12% (dividido em parcelas), mas as empresas ofereceram 4,5%. Antes, o Rio Ônibus havia ofertado 4,39%.

O desembargador Gustavo Tadeu Alkmim, da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (Sedic), pediu que os patrões aumentem a oferta de reajuste para 5%, o mesmo valor pago as categorias de rodoviários das cidades de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Paralisação

No dia 27 de junho, o Sindicato dos Rodoviários ajuizou o dissídio coletivo de greve e de natureza econômica. Na mesma data, o TRT-RJ, considerou a greve legal e concedeu liminar autorizando o início da paralisação. Determinou a manutenção de, no mínimo, 50% da frota operacional em cada linha e itinerário, sob pena de multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento da medida.

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Dois dias depois, no dia 29 de junho, os rodoviários do município do Rio de Janeiro iniciaram a paralisação. No dia 2 de julho, suspenderam o movimento, a pedido do TRT-RJ, mantendo o estado de greve, para que o sindicato patronal aumentasse a proposta de reajuste, mas não houve acordo.

Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, valorização dos pisos remuneratórios, ampliação do auxílio-alimentação para R$ 1 mil e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária.



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