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Número de empresas de transporte de carga cresce 30% em 2022

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O transporte rodoviário de carga apresentou o maior crescimento absoluto neste ano, em Mato Grosso. Atualmente há 1.429 empresas constituídas, enquanto em 2021 totalizaram 1.099, um acréscimo de 30%, em relação ao ano anterior.  De acordo com dados da Junta Comercial de Mato Grosso (Jucemat), 330 novas empresas do ramo foram criadas no período de um ano.

O segundo maior resultado foi para o setor de obras de alvenaria, que neste ano conta com 2.358 empresas, enquanto no ano passado somavam 2.120 – um incremento de 11,23%, com 238 empreendimentos a mais em comparação ao ano anterior.

As atividades auxiliares aos transportes terrestres também obtiveram saldo superior entre 2022 em relação a 2021, com 227 novas empresas abertas. Atualmente são 845 empresas contra 618 empresas no ano passado.

Já o setor de instalação e manutenção elétrica registrou 2.023 empresas em 2022, ante 1.824, em 2021. Com 199 novos estabelecimentos, aumento de 10,91%.

“Temos observado um aumento significativo de empresas abertas em diversos setores econômicos no Estado, o que demonstra o fortalecimento da nossa economia e consequentemente, a geração de emprego e renda para os mato-grossenses”, destaca o presidente da Jucemat, Manoel Lourenço de Amorim.

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Números registrados

Conforme levantamento da Jucemat, até o dia 26 de maio de 2022 foram abertas 33.918 empresas no Estado. Em todo ao ano de 2021 foram inscritos 75.058 novos CNPJs contra 62.506 no ano anterior (2020) – um acréscimo de 20.08%.

Atualmente Mato Grosso possui 443.458 empresas ativas, das quais 249.743 são do setor de Serviços; 154.108, do Comércio e 39.452, da Indústria. 

Fonte: GOV MT

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Wilson Santos propõe túnel para travessia segura de capivaras entre Parque das Águas e ALMT

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Já se tornou comum deparar com grupos de capivaras nos gramados e chafariz da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Os registros frequentemente chamam a atenção de servidores, visitantes e parlamentares, além de renderem imagens curiosas compartilhadas nas redes sociais. Essa presença inspirou o deputado estadual Wilson Santos (PSD) a propor o Projeto de Resolução nº 428/2024 que prevê a criação de passagens subterrâneas (ecodutos) destinadas à travessia segura de pequenos animais entre o Parque das Águas e a Casa de Leis.

O projeto foi apresentado em 2024 e aprovado em primeira votação no último dia 19 de maio. Ele agora cumpre pauta de cinco sessões para voltar à apreciação do plenário. 

Conforme o parlamentar, a medida vai além da proteção animal e, também, representa um investimento em segurança viária. “Com a aplicação da passagem subterrânea, além da proteção dos animais, especialmente das capivaras, serão evitados diversos acidentes provocados quando motoristas precisam desviar dos animais durante a travessia. Precisamos adotar medidas concretas para preservar a vida animal e oferecer mais segurança à população”, destacou.

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Um dos momentos que mais despertou atenção da população foi quando um grupo de capivaras foi flagrado no chafariz da ALMT como uma verdadeira “piscina”. Enquanto algumas se refrescavam na água, outras aproveitavam a grama do local para se alimentar. A cena reforçou a necessidade de medidas que garantam a convivência harmoniosa entre o ambiente urbano e a fauna silvestre.

Projeto –A passagem subterrânea deverá ser construída sob a camada asfáltica que separa o Parque das Águas da Assembleia Legislativa, permitindo que os animais realizem a travessia sem precisar cruzar a pista de veículos. A estrutura poderá ser executada em concreto armado, material cerâmico ou outro elemento que apresente resistência e segurança adequadas.

Wilson ressalta ainda que a iniciativa atende a uma preocupação crescente com a preservação ambiental em áreas urbanizadas. Para ele, a instalação das passagens subterrâneas representa uma solução prática e sustentável para reduzir a mortalidade da fauna local e fortalecer a consciência de proteção ao meio ambiente.

Caso aprovada, a proposta poderá transformar a região em uma referência de convivência entre desenvolvimento urbano, mobilidade e preservação da biodiversidade, garantindo que as capivaras tenham uma rota segura para circular entre os dois espaços.

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