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Linha de crédito do Governo de MT oferece oportunidades para mulheres e jovens empreendedores

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Criada para apoiar jovens de 18 a 29 anos e mulheres que estejam à frente de seus negócios, a linha de crédito Desenvolve Empreendedor da Desenvolve MT – Agência de Fomento do Estado de Mato Grosso, é mais procurada por empresários que buscam ampliar ou começar um pequeno negócio. A linha de crédito tem auxiliado donos de pequenas empresas de diversos ramos do setor como confeiteiros, esteticistas, designer gráficos, entre outros a investir com um baixo custo.

Entre as condições da linha estão as taxas de juros de 0,37% ao mês que podem chegar até 0,24% ao mês, com bônus de 30% para pagamento em dia. Prazos de até 42 meses e carência de até seis meses também estão entre as condições ofertadas. Apesar da alta procura dos Microempreendedores Individuais (MEIs), a linha também atende Microempresas (MEs) e Empresas de Pequeno Porte (EPPs).

A Desenvolve Empreendedor oferece diversas oportunidades com crédito de até R$15 mil, sendo 70% para investimentos e 30% para capital de giro. Com a linha também é possível fazer o pagamento de dívidas no valor de até 30% do financiamento, ou seja, até R$ 4,5 mil.

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Móveis e utensílios nacionais novos para modernizar os empreendimentos, sistemas de softwares para organizar e aprimorar o atendimento, materiais de construção para remodelar o ambiente dos negócios, matéria prima e mercadorias de revenda para montar estoque, entre outros, são algumas das opções para utilização do crédito.

Nathan Basualdo é designer gráfico há seis anos e pegou crédito com a Desenvolve MT na modalidade Jovem Empreendedor. O empresário começou no ramo por hobby e seu interesse na área cresceu até que ele viu que essa era uma oportunidade de negócio.

Ele conta que buscou a Desenvolve MT para melhorar a qualidade do seu trabalho, e como a agência auxiliou na expansão do seu serviço.

“Eu sempre precisei de um computador que estivesse alinhado com as minhas demandas. Foi quando a Desenvolve MT me ajudou, agora eu tenho um desktop de alta performance, que é um pouquinho mais potente que o meu notebook”.

Com o novo equipamento, o empreendedor conseguiu melhorar a qualidade do seu trabalho, de forma eficiente, conseguindo mais clientes e gerando renda, para aprimorar e adquirir outros equipamentos necessários para o seu dia a dia de trabalho.

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Caso o empreendedor tenha interesse em conhecer mais sobre a linha de crédito ele pode acessar o site www.desenvolve.mt.gov.br. Lá é possível fazer simulações para o seu negócio e acessar o crédito da Desenvolve MT que é 100% digital. Também é possível nos contatar por Whatsapp no número (65) 3613-7900.

*Com supervisão de Livia Rabani

Fonte: Governo MT – MT

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Saiba como uma ideia pode se transformar em lei

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O povo mato-grossense pode exercer diretamente o poder político por meio da iniciativa popular no processo legislativo. Na prática, isso significa que é possível ao cidadão apresentar à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) propostas que podem virar leis. Para isso, no entanto, a  Constituição Estadual prevê que o projeto de lei de iniciativa popular deve ser assinado por pelo menos 1% de eleitores residentes em pelo menos cinco municípios do estado. 

A proximidade entre a população e os parlamentares, porém, pode facilitar esse processo e resultar de forma mais rápida em leis que atendem aos anseios da sociedade. Ideias para melhorar o atendimento público em diferentes áreas, como educação, saúde ou direitos do consumidor, podem ser encaminhadas aos deputados por qualquer cidadão e virar projetos de lei.

O consultor de serviços legislativos da ALMT, Gabriel Lucas Scardini Barros, explica que o projeto de lei apresentado deve responder, primeiramente, se ele é de interesse público. Essa questão é respondida a partir da análise de uma comissão temática. Se o projeto tratar de segurança pública, por exemplo, deve ser analisado pela Comissão de Segurança Pública e Comunitária.

Seguindo um caminho estabelecido pelo  Regimento Interno , a proposta ainda passa pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação, que analisa se ela é constitucional. Depois, se aprovado em sessão plenária, o projeto de lei vai para o governador do estado, que tem o poder de sancionar (aceitar o projeto e publicar a lei) ou vetar (discordar do projeto e devolver aos deputados com os motivos da rejeição). 

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Ainda segundo o consultor, as discussões mais aprofundadas sobre um projeto de lei ocorrem durante as reuniões das  comissões parlamentares , que são públicas. Não há possibilidade de um projeto ir para votação em sessão sem passar antes pela análise de uma comissão.

“Costumamos falar que o plenário é o coração, onde existem os debates mais emocionais, mais passionais. Nas comissões, a gente tem um olhar mais cuidadoso, mais técnico, como se fosse o cérebro do processo legislativo”, compara Barros.

No site institucional da ALMT, é possível conhecer o perfil dos  deputados estaduais e os projetos de leis que eles já apresentaram. Todas as propostas que continuam em tramitação, ou seja, que ainda vão ser votadas, também podem ser conferidas no link  Projetos em Tramitação . 

Conhecimento das competências– Ao acompanhar e participar ativamente das atividades legislativas, porém, o cidadão deve ter a noção do que faz cada Poder, até para se prevenir de frustrações. Gabriel Barros alerta que, muitas vezes, as pessoas criam expectativas sobre ações que não cabem ao deputado estadual realizar, por depender sobretudo da vontade política do Executivo. 

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Uma dessas frustrações, segundo ele, é percebida quando se ouve a expressão de que uma “CPI terminou em pizza”. Nesse caso, pode não haver conhecimento de que o papel de uma comissão parlamentar de inquérito é investigar e depois encaminhar para as instituições responsáveis legalmente por dar continuidade ao processo. É um processo que não termina na ALMT. 

“Comissão parlamentar de inquérito é como se o deputado virasse um delegado de polícia, ele conduz o inquérito. Ninguém fala que o trabalho de um delegado de polícia termina em pizza, porque o inquérito é encaminhado para autoridades que têm a legitimidade e a prerrogativa de dar seguimento, podendo fazer uma ação penal depois”, esclarece Barros. “O resultado mais concreto que uma CPI poderia entregar seria a mudança na legislação. Muito do que existe na lei dos consignados hoje, por exemplo, são deduções da CPI dos Consignados”, conclui.



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