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Imprensa internacional repercute produção de soja mato-grossense: “maior que de toda Argentina”

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O crescimento anual da produção de soja em Mato Grosso, que atingiu novo recorde com a safra 2022/23, tem repercutido no exterior. O jornal de maior circulação na Argentina, Clarín, destacou que a produção mato-grossense chega a ser maior do que a de toda a Argentina.

“O notável crescimento da produção brasileira de soja tem como motor central o Estado de Mato Grosso, que, segundo levantamento realizado por pesquisadores brasileiros, se fosse um país ocuparia o terceiro lugar no ranking global de produtores da oleaginosa, estando atrás apenas do Brasil e dos Estados Unidos, e ligeiramente à frente da Argentina”, escreveu o portal.

Estimativa do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgada no início de abril, aponta a produção de 44,3 milhões de toneladas de soja na safra 2022/23. O número representa uma alta de 8,35% em relação a safra 21/22, e 30% da produção total do Brasil na safra 22/23. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o país deve produzir 151,6 milhões de toneladas.

Por sua vez, a produção argentina é estimada em 33 milhões de toneladas de soja na safra 22/23, conforme ressaltou a reportagem.

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Confira a matéria na íntegra aqui.

Fonte: Governo MT – MT

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TCE vai propor mudança na Lei de Licitações para acelerar retomada de obras paralisadas

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Foto: Alair Ribeiro/TCE-MT

O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, anunciou que vai encaminhar ao Congresso Nacional uma proposta para alterar a Nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021), com o objetivo de facilitar a retomada de obras paralisadas.

A principal mudança prevê que empresas locais possam ser contratadas para concluir obras interrompidas, mesmo sem terem participado da licitação original, desde que atendam aos critérios previstos no edital.

Segundo o TCE, Mato Grosso possui 2.705 obras municipais paralisadas, que somam cerca de R$ 3,6 bilhões em investimentos. Destas, 1.705 estão interrompidas há mais de 90 dias, com maior concentração em Várzea Grande, Barra do Bugres e Rondonópolis.

Sérgio Ricardo também informou que as obras paralisadas passarão a integrar a análise das prestações de contas das prefeituras. Os gestores deverão informar o motivo da paralisação, os valores investidos e a empresa responsável pela execução.

O anúncio foi feito durante reunião transmitida ao vivo nesta quarta-feira (22). A proposta será apresentada ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

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