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Hospital Regional de Sorriso cria sala de apoio à amamentação para servidoras e pacientes

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O Hospital Regional de Sorriso, gerido pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), implementou uma sala de apoio à amamentação que pode ser usada tanto pelas servidoras que voltam da licença-maternidade quanto pelas mães que estão sendo atendidas na unidade e precisam amamentar ou retirar o leite.

O local possui poltrona, trocador, geladeira com temperatura controlada, frascos para coleta de leite e materiais para higienização das mãos e dos seios.

Para a diretora da unidade, Ione Carvalho, a criação da sala busca garantir que as mães possam manter o aleitamento materno depois do fim da licença-maternidade e do retorno ao trabalho, seguindo a recomendação do Ministério da Saúde de que a amamentação seja realizada até os dois anos de idade ou mais.

“O espaço foi estruturado para oferecer um ambiente digno e seguro, garantindo que as lactantes possam realizar a extração e o armazenamento do leite com total privacidade durante a jornada de trabalho”, afirmou.

A iniciativa também reforça o compromisso do hospital com a qualidade do atendimento integral.

“A sala foi organizada para respeitar as necessidades de colaboradoras e pacientes, contribuindo para um acolhimento mais completo e um ambiente de trabalho mais saudável”, concluiu.

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*Sob a supervisão de Luiza Goulart

Fonte: Governo MT – MT

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Rodoviários do Rio participam de audiência de conciliação

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Rodoviários e patrões de empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro participam nesta quarta-feira (15), às 11 h, de mais uma audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho a 1ª Região (TRT-RJ) para chegar a um acordo sobre o reajuste da categoria.

A data-base dos rodoviários é 1º de julho. Para a campanha salarial em andamento, o Sindicato dos Rodoviários do Rio e o patronal Rio Ônibus já fizeram três rodadas de negociação no TRT-RJ, sem chegar a um acordo.

Durante as negociações mediadas pela Justiça do Trabalho, a categoria flexibilizou a reivindicação de reajuste salarial de 17% para 12% (dividido em parcelas), mas as empresas ofereceram 4,5%. Antes, o Rio Ônibus havia ofertado 4,39%.

O desembargador Gustavo Tadeu Alkmim, da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (Sedic), pediu que os patrões aumentem a oferta de reajuste para 5%, o mesmo valor pago as categorias de rodoviários das cidades de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Paralisação

No dia 27 de junho, o Sindicato dos Rodoviários ajuizou o dissídio coletivo de greve e de natureza econômica. Na mesma data, o TRT-RJ, considerou a greve legal e concedeu liminar autorizando o início da paralisação. Determinou a manutenção de, no mínimo, 50% da frota operacional em cada linha e itinerário, sob pena de multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento da medida.

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Dois dias depois, no dia 29 de junho, os rodoviários do município do Rio de Janeiro iniciaram a paralisação. No dia 2 de julho, suspenderam o movimento, a pedido do TRT-RJ, mantendo o estado de greve, para que o sindicato patronal aumentasse a proposta de reajuste, mas não houve acordo.

Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, valorização dos pisos remuneratórios, ampliação do auxílio-alimentação para R$ 1 mil e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária.



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