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Grupo reflexivo para homens retoma as atividades do Projeto Âncora

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Dos 216 homens envolvidos em situação de violência doméstica e familiar contra a mulher que participaram do Projeto Âncora, desenvolvido no município de Nova Mutum, nenhum voltou a cometer crime. As atividades do projeto, que foram interrompidas em 2020 por causa da pandemia, serão retomadas.  

“Com a implantação da Rede de Proteção à Mulher vítima de violência, o grupo reflexivo passou a ser pauta prioritária dos seus integrantes. Ontem, os palestrantes se reuniram e alinharam os últimos detalhes do projeto”, destacou a promotora de Justiça Ana Carolina Rodrigues Alves Fernandes de Oliveira.  

O projeto, segundo ela, será retomado com uma nova versão, contando apenas com palestrantes homens. “A mudança busca propiciar um ambiente mais favorável para o debate e a reflexão dos participantes”, explicou a promotora de Justiça.  

O primeiro ciclo do projeto iniciará em 07 de agosto, com reunião que acontecerá no plenário do Júri do Fórum de Nova Mutum. O encontro abordará o tema Lei Maria da Penha. No mesmo mês ainda serão realizados outros três encontros com abordagens sobre vícios e doenças emocionais, trabalho na Patrulha Maria da Penha e motivação.  

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Em setembro, estão programados mais quatro encontros com os temas Direito de Família, Finanças, Doenças Sexuais e Relações Familiares. Um segundo ciclo terá início em outubro e se estenderá até o final de novembro.   

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Wilson Santos propõe túnel para travessia segura de capivaras entre Parque das Águas e ALMT

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Já se tornou comum deparar com grupos de capivaras nos gramados e chafariz da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Os registros frequentemente chamam a atenção de servidores, visitantes e parlamentares, além de renderem imagens curiosas compartilhadas nas redes sociais. Essa presença inspirou o deputado estadual Wilson Santos (PSD) a propor o Projeto de Resolução nº 428/2024 que prevê a criação de passagens subterrâneas (ecodutos) destinadas à travessia segura de pequenos animais entre o Parque das Águas e a Casa de Leis.

O projeto foi apresentado em 2024 e aprovado em primeira votação no último dia 19 de maio. Ele agora cumpre pauta de cinco sessões para voltar à apreciação do plenário. 

Conforme o parlamentar, a medida vai além da proteção animal e, também, representa um investimento em segurança viária. “Com a aplicação da passagem subterrânea, além da proteção dos animais, especialmente das capivaras, serão evitados diversos acidentes provocados quando motoristas precisam desviar dos animais durante a travessia. Precisamos adotar medidas concretas para preservar a vida animal e oferecer mais segurança à população”, destacou.

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Um dos momentos que mais despertou atenção da população foi quando um grupo de capivaras foi flagrado no chafariz da ALMT como uma verdadeira “piscina”. Enquanto algumas se refrescavam na água, outras aproveitavam a grama do local para se alimentar. A cena reforçou a necessidade de medidas que garantam a convivência harmoniosa entre o ambiente urbano e a fauna silvestre.

Projeto –A passagem subterrânea deverá ser construída sob a camada asfáltica que separa o Parque das Águas da Assembleia Legislativa, permitindo que os animais realizem a travessia sem precisar cruzar a pista de veículos. A estrutura poderá ser executada em concreto armado, material cerâmico ou outro elemento que apresente resistência e segurança adequadas.

Wilson ressalta ainda que a iniciativa atende a uma preocupação crescente com a preservação ambiental em áreas urbanizadas. Para ele, a instalação das passagens subterrâneas representa uma solução prática e sustentável para reduzir a mortalidade da fauna local e fortalecer a consciência de proteção ao meio ambiente.

Caso aprovada, a proposta poderá transformar a região em uma referência de convivência entre desenvolvimento urbano, mobilidade e preservação da biodiversidade, garantindo que as capivaras tenham uma rota segura para circular entre os dois espaços.

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