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Grupo de Fiscalização do Sistema Carcerário promove capacitação sobre Escritório Social em Sorriso

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Ofertar qualificação profissional e encaminhar egressos do Sistema Prisional para o mercado de trabalho é o foco da equipe que atua no projeto de ressocialização nas unidades dos ‘Escritórios Sociais’. E para garantir uma prestação eficiente deste trabalho, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), através do Grupo de Fiscalização dos Sistema Carcerário e Socioeducativo, o (GMF), realiza na próxima terça-feira (5 de março), das 7h às 11h, o curso de ‘Formação Continuada da Metodologia Escritório Social’, no auditório de uma faculdade em Sorriso-MT.
 
A capacitação, com duração de 4 horas/aula, será conduzida pela equipe de especialistas do GMF. O conteúdo programático abrangerá uma variedade de tópicos fundamentais, incluindo uma apresentação resumida das metodologias do Escritório Social, a singularização do atendimento, ações de qualificação e inserção laboral, sistemas, registros e produção de documentos técnicos e institucionais, bem como a incidência do Escritório Social na implementação de uma rede de proteção social, entre outros temas.
 
Esta capacitação visa preparar a equipe que vai atuar na oitava unidade do Escritório Social, que será inaugurado na quarta-feira, 6 de março, às 9h00, na Rua dos Estados, 350, Centro Sul em Sorriso-MT.
 
O GMF estabeleceu como meta a instalação de 24 unidades do Escritório Social em todo o Estado até o final de 2024, demonstrando um compromisso firme com a reintegração social e a redução da reincidência criminal.
 
Carlos Celestino
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Wilson Santos propõe túnel para travessia segura de capivaras entre Parque das Águas e ALMT

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Já se tornou comum deparar com grupos de capivaras nos gramados e chafariz da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Os registros frequentemente chamam a atenção de servidores, visitantes e parlamentares, além de renderem imagens curiosas compartilhadas nas redes sociais. Essa presença inspirou o deputado estadual Wilson Santos (PSD) a propor o Projeto de Resolução nº 428/2024 que prevê a criação de passagens subterrâneas (ecodutos) destinadas à travessia segura de pequenos animais entre o Parque das Águas e a Casa de Leis.

O projeto foi apresentado em 2024 e aprovado em primeira votação no último dia 19 de maio. Ele agora cumpre pauta de cinco sessões para voltar à apreciação do plenário. 

Conforme o parlamentar, a medida vai além da proteção animal e, também, representa um investimento em segurança viária. “Com a aplicação da passagem subterrânea, além da proteção dos animais, especialmente das capivaras, serão evitados diversos acidentes provocados quando motoristas precisam desviar dos animais durante a travessia. Precisamos adotar medidas concretas para preservar a vida animal e oferecer mais segurança à população”, destacou.

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Um dos momentos que mais despertou atenção da população foi quando um grupo de capivaras foi flagrado no chafariz da ALMT como uma verdadeira “piscina”. Enquanto algumas se refrescavam na água, outras aproveitavam a grama do local para se alimentar. A cena reforçou a necessidade de medidas que garantam a convivência harmoniosa entre o ambiente urbano e a fauna silvestre.

Projeto –A passagem subterrânea deverá ser construída sob a camada asfáltica que separa o Parque das Águas da Assembleia Legislativa, permitindo que os animais realizem a travessia sem precisar cruzar a pista de veículos. A estrutura poderá ser executada em concreto armado, material cerâmico ou outro elemento que apresente resistência e segurança adequadas.

Wilson ressalta ainda que a iniciativa atende a uma preocupação crescente com a preservação ambiental em áreas urbanizadas. Para ele, a instalação das passagens subterrâneas representa uma solução prática e sustentável para reduzir a mortalidade da fauna local e fortalecer a consciência de proteção ao meio ambiente.

Caso aprovada, a proposta poderá transformar a região em uma referência de convivência entre desenvolvimento urbano, mobilidade e preservação da biodiversidade, garantindo que as capivaras tenham uma rota segura para circular entre os dois espaços.

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