MATO GROSSO
Governo de MT tem R$ 2,5 bilhões em investimentos em Cuiabá
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O Governo de Mato Grosso tem R$ 2,5 bilhões em investimentos em Cuiabá para melhorar a qualidade de vida dos cuiabanos. O recurso é destinado à construção de dois grandes hospitais, obras de infraestrutura, como o Rodoanel, o Parque Novo Mato Grosso, e à reforma e construção de escolas estaduais.
Principais obras em andamento
Infraestrutura
- Construção do Parque Novo Mato Grosso com kartódromo, mirante, orla e outros atrativos: R$ 477.103.414,69
- Implantação da infraestrutura para o sistema de transporte BRT: R$ 468.031.500,00
- Implantação do Rodoanel em Cuiabá e Várzea Grande com asfalto novo duplicado, pontes e viadutos: R$ 206.015.610,42 (com recursos do Governo Federal)
- Construção do Complexo Viário Miguel Sutil: R$ 65.812.660,55
- Asfalto novo em diversas ruas dos bairros Jardim Fortaleza, Morada do Ouro III, Novo Milênio, Osmar Cabral, Planalto, Campo Verde, Novo Horizonte, Tancredo Neves, Jardim Aroeira, Novo Tempo, Altos da Boa Vista e Amperco: R$ 64.043.951,27
Saúde
- Construção do Hospital Central de Alta Complexidade: R$ 221.860.035,85
- Construção do Hospital Universitário Júlio Muller: R$ 221.102.414,80 (com recursos do Governo Federal)
- Reforma do Laboratório Central de Saúde Pública: R$ 175.000.000,00
Segurança
- Construção do Centro de Atendimento Socioeducativo: R$ 21.461.098,61
- Construção do Posto Policial na MT-010 e reforma do Posto Policial na MT-040: R$ 5.412.999,86
- Construção da Delegacia de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente: R$ 4.641.262,16
Educação
- Reforma geral das Escolas Estaduais Historiador Rubens de Mendonça, Raimundo Pinheiro da Silva, André Luiz da Silva Reis, Victorino Monteiro da Silva, Ana Maria do Couto, Dom José Despraiado, Presidente Medice, Professora Alice Fontes Pinheiro, Professor Wilson Mesquita de Oliveira e João Brienne de Camargo: R$ 67.547.913,10
- Construção de dois Colégios Estaduais Integrados no Pedra 90: 40.898.163,51
- Construção de uma nova escola estadual no bairro CPA IV: R$ 8.932.125,80
Principais obras concluídas
Além desses investimentos em andamento, o Governo de Mato Grosso já concluiu R$ 2 bilhões em obras e ações na capital. Confira os principais abaixo:
Infraestrutura
- Asfalto novo em diversas ruas e avenidas dos bairros Distrito Industrial, Jardim Industriário, Centro América, Belvedere, Planalto, Recanto dos Pássaros, Três Lagoas, Alto Boa Vista, Alvorada, Antônio Dias, Consil, Despraiado e Jardim Gramado: R$ 45.107.597,96
- Construção de 39 km de ramais de distribuição de gás natural no Distrito Industrial: R$ 40.943.483,55
- Duplicação de 23 km da MT-040 entre Cuiabá e Santo Antônio do Leverger: R$ 40.067.498,17
- Prolongamento e duplicação da Avenida Parque do Barbado: R$ 32.157.548,62
- Restauração de asfalto da Avenida Archimedes Pereira Lima: R$ 17.696.977,17
Saúde
- Reforma e modernização do Hospital Estadual Santa Casa e compra de equipamentos: R$ 8.277.733,47
- Reforma da Farmácia de Alto Custo: R$ 3.374.747,40
- Modernização do Lar Doce Lar: R$ 3.000.000,00
Segurança
- Construção de um raio de segurança máxima e sete raios comuns na Penitenciária Central do Estado: R$ 85.315.341,21
- Construção do quartel da 20ª Companhia Independente de Força Tática do 1º Comando Regional: R$ 7.561.814,63
Educação
- Entrega de 16 mil chromebooks e 718 Smart TVs: R$ 43.436.159,00
- Construção de dois Colégios Estaduais Integrados nos bairros Doutor Fábio e Ilza Piccoli: R$ 41.970.380,76
- Reforma geral das Escolas Estaduais Dione Augusta Silva e Souza, Padre Firmo Pinto Duarte Filho, Mariana Luiza Moreira, André Avelino Ribeiro e Alcebiades Calhão: R$ 19.545.962,61
- Construção das Escolas Estaduais Salim Felício e Doutor Mário de Castro: R$ 16.467.434,09
Social
- Entrega de 390,4 mil cestas básicas pelo Programa SER Família Solidário: R$ 37.402.080,00
- Transferência de renda para 24,4 mil famílias pelos Programas SER Família, SER Família Mulher, SER Família Criança, SER Família Idoso, SER Família Inclusivo e SER Família Indígena: R$ 37.032.052,00
- Entrega de 1,2 mil casas populares no Residencial Nico Baracat: R$ 2.403.317,54
Esporte
- Manutenções na Arena Pantanal para a realização de jogos: R$ 81.328.000,00
- Construção do Centro de Treinamento Olímpico: R$ 21.853.652,51
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Dr. João recebe relatório inédito da CST do Nelore
O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Dr. João (MDB), recebeu em seu gabinete, na última terça-feira (2), a entrega simbólica do relatório final da Câmara Setorial Temática de Melhoria da Genética na Criação de Zebuínos, iniciativa criada por requerimento de sua autoria e que se tornou a primeira CST da história da ALMT totalmente dedicada à pecuária e ao melhoramento genético. O documento fecha um ciclo de debates técnicos e políticos que colocaram no centro da pauta temas como melhoramento genético de ponta, eficiência produtiva, performance e rentabilidade ao produtor, regularização ambiental com foco no CAR 2.0, segurança jurídica e criação de políticas públicas reais de fomento.
O deputado abriu espaço institucional dentro da Assembleia para um tema que movimenta a economia mato-grossense, gera empregos e impacta diretamente desde o pequeno até o grande produtor. No relatório, o próprio parlamentar ressalta que a melhoria genética dos rebanhos zebuínos não é apenas pauta técnica, mas uma política pública estratégica para a economia do Estado, para a sustentabilidade produtiva e para o futuro da pecuária.
“Quando criamos essa Câmara Temática, o nosso objetivo era muito claro: tirar esse debate do campo da conversa isolada e transformar conhecimento técnico em proposta concreta para quem produz em Mato Grosso. Fortalecer a genética do rebanho zebuíno é fortalecer a economia do Estado, gerar mais renda no campo e dar mais competitividade ao nosso agro”, afirmou Dr. João.
O relatório destaca que o estado reúne condições singulares para liderar nacionalmente o avanço do melhoramento genético de raças zebuínas, por ter o maior rebanho bovino do país, produtores tecnificados, instituições com conhecimento acumulado e ambiente político favorável. Ao mesmo tempo, o documento aponta que ainda existe um descompasso entre o potencial já instalado e os resultados efetivamente alcançados, sobretudo entre pequenos e médios produtores.
Esse diagnóstico ajuda a explicar o peso político da iniciativa de Dr. João. O relatório conclui que não falta genética em Mato Grosso, falta política pública estruturada para democratizar o acesso à genética. Também enumera os principais gargalos que travam esse avanço: ausência de assistência técnica contínua, dificuldades fundiárias e ambientais, pouca integração entre cadeia produtiva e poder público e obstáculos para que pequenos produtores consigam incorporar manejo, nutrição e gestão compatíveis com animais geneticamente superiores.
Ao longo dos trabalhos, a CST reuniu discussões que passaram por todas as frentes decisivas para o setor. Houve debates sobre ciência aplicada ao melhoramento genético, nutrição gestacional, uso de reprodutores avaliados, acesso à assistência técnica, ultrassonografia de carcaça, regularização fundiária, entraves ambientais, CAR, crédito rural, impacto da reforma tributária e integração entre governo, entidades e cadeia produtiva. O resumo do relatório destaca que, ao fim de oito reuniões, foi formado um corpo coerente de análises técnicas, institucionais, econômicas e políticas capaz de embasar uma política pública robusta para o melhoramento genético da pecuária de corte em Mato Grosso.
No mérito, o documento deixa duas entregas centrais. A primeira é a defesa da criação de um Programa Estadual de Melhoramento Genético da Pecuária de Corte, com acesso democrático a reprodutores avaliados e biotecnologias, integração entre genética, manejo, nutrição e gestão, fortalecimento da Empaer, alinhamento entre crédito, meio ambiente e regularização fundiária, além de metas e indicadores de impacto econômico, social e ambiental. A segunda é a proposta de realização da ExpoGenética Mato Grosso, pensada como um evento nacional para transformar o Estado em referência institucional e mercadológica na genética zebuína.
Na prática, isso significa que a Câmara não ficou restrita ao debate. O relatório aponta saídas concretas, com diretrizes, metas e fontes possíveis de financiamento, além de defender uma política permanente e não episódica para o setor. Entre as metas projetadas estão ampliar a inseminação, reduzir a idade média de abate, elevar rendimento de carcaça, aumentar marmoreio, eficiência alimentar e produtividade por hectare, com prioridade para pequenos e médios produtores.
O trabalho também reforça uma visão que Dr. João sustenta desde a instalação da CST: fortalecer o rebanho zebuíno é fortalecer uma cadeia que sustenta Mato Grosso. O texto introdutório do relatório trata a pecuária zebuína, especialmente o Nelore, como patrimônio estratégico do Estado, base de uma cadeia produtiva que gera empregos, renda, competitividade e crescimento econômico em todas as regiões. Também destaca que a modernização genética conversa diretamente com sustentabilidade, eficiência produtiva e posicionamento internacional da carne mato-grossense.
“Mato Grosso já é gigante na pecuária, mas pode ser ainda maior quando transformar esse potencial em política pública estruturada. O que estamos entregando aqui é um caminho técnico, sério e possível para fazer a genética chegar na ponta, principalmente para quem mais precisa dela, que é o pequeno e o médio produtor”, declarou o deputado.
A CST foi formalmente aprovada em março de 2025, reunindo representantes do setor produtivo, da academia, de associações de criadores, órgãos públicos e técnicos da própria Assembleia. Participaram das discussões, segundo o relatório final, representantes da Nelore MT, Federação Mato-grossense de Agricultura (Famato), Associação dos criadores de Mato Grosso (Acrimat), Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Fórum Agro MT, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Fundo Emergencial de Saúde Animal do Estado de Mato Grosso (FESA), Sindicato Rural de Cuiabá, Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Extensão Rural (Empaer-MT), Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SEAF), , Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Desenvolve MT, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar), além de técnicos, pesquisadores, assessores legislativos, representantes de cooperativas, indústria frigorífica e outras instituições ligadas à pecuária e ao desenvolvimento rural. A composição oficial da CST também teve nomes como José Esteves de Lacerda Filho, Alexandre El Hage, Jociani Gonçalves de Oliveira, Marcos Carvalho, Francisco Manzi, Juliano Latorraca Ponce, Celso Nogueira, Rayane Lage Cordeiro, Carlos Bolzan, Leôncio Pinheiro da Silva Filho, Salvador Santos Pinto, Olímpio Riso de Brito, Xisto Bueno e Ida Beatriz Machado.
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