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Governo de MT leva R$ 92,7 milhões em asfalto, pontes e escolas indígenas para Rondolândia

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O Governo de Mato Grosso contemplou Rondolândia, município no extremo da região noroeste do Estado, com um pacote de R$ 92,7 milhões em novos investimentos neste domingo (29.3), levando principalmente mais asfalto, pontes e escolas para os moradores.

“Ao longo dessa trajetória de sete anos, o governo conseguiu mudar muito a realidade de Mato Grosso, até aqui em Rondolândia. O Estado esteve presente durante todo este tempo com obras e ações para melhorar a vida das pessoas, como, por exemplo, o asfalto, que trouxe mais qualidade no deslocamento e garantiu aos jovens uma boa escola. Esse é o papel do poder público”, afirmou o governador Mauro Mendes.

O prefeito de Rondolândia, José Guedes, destacou os avanços promovidos pelo Estado no município. “A voz do Governo é grande dentro do nosso Mato Grosso. Os avanços que o Estado levou para Rondolândia mostram o compromisso com a nossa população. Temos hoje uma escola de primeiro mundo, e o asfalto chegou até nós nesse cantinho. O governo merece toda a nossa gratidão por tudo o que foi feito e está fazendo por Rondolândia”, afirmou.

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O pacote inclui a autorização da licitação para a construção de duas pontes na MT-313, sobre os rios Igarapé Azul (75 metros) e Roosevelt (330 metros), com investimento de R$ 70,8 milhões.

Na educação, o Governo autorizou a construção da Escola Estadual Indígena Zarup Wej, na Aldeia Zoró, com investimento de R$ 6,2 milhões do Estado e R$ 16,5 mil de contrapartida da prefeitura, além da construção da Escola Municipal Indígena na Aldeia Guwa Puxurej, com aporte de R$ 6,1 milhões em recursos estaduais.

“A educação está presente nos 142 municípios de Mato Grosso e, aqui em Rondolândia, não é diferente. Em todos os cantos, há melhoria na infraestrutura, tecnologia e qualidade de ensino. Cada pai e mãe pode ter a certeza de que, na rede estadual e municipal, seu filho está recebendo um dos melhores ensinos do país”, pontuou o secretário de Estado de Educação, Alan Porto.

Também foram entregues uma retroescavadeira e um caminhão baú para a agricultura familiar, no valor de R$ 684,1 mil, além de quatro ônibus escolares, com investimento de R$ 1,7 milhão.

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O que o governo já fez em Rondolândia

Desde 2019, o Governo de MT já investiu R$ 208,8 milhões em obras e ações para Rondolândia, como, por exemplo, a construção de 23,53 quilômetros de asfalto novo da MT-313, a construção da Escola Estadual Indígena Tamali-Syn e a entrega de 10.700 cestas básicas pelo programa SER Família Solidário.

Dispositivo

Participaram da agenda em Rondolândia os deputados estaduais Chico Guarnieri, Paulo Araújo e Carlos Avallone; os secretários estaduais Fábio Garcia (Casa Civil) e coronel PM César Roveri (Segurança Pública), além de autoridades e políticos do município.

Fonte: Governo MT – MT

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Rodoviários do Rio participam de audiência de conciliação

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Rodoviários e patrões de empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro participam nesta quarta-feira (15), às 11 h, de mais uma audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho a 1ª Região (TRT-RJ) para chegar a um acordo sobre o reajuste da categoria.

A data-base dos rodoviários é 1º de julho. Para a campanha salarial em andamento, o Sindicato dos Rodoviários do Rio e o patronal Rio Ônibus já fizeram três rodadas de negociação no TRT-RJ, sem chegar a um acordo.

Durante as negociações mediadas pela Justiça do Trabalho, a categoria flexibilizou a reivindicação de reajuste salarial de 17% para 12% (dividido em parcelas), mas as empresas ofereceram 4,5%. Antes, o Rio Ônibus havia ofertado 4,39%.

O desembargador Gustavo Tadeu Alkmim, da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (Sedic), pediu que os patrões aumentem a oferta de reajuste para 5%, o mesmo valor pago as categorias de rodoviários das cidades de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Paralisação

No dia 27 de junho, o Sindicato dos Rodoviários ajuizou o dissídio coletivo de greve e de natureza econômica. Na mesma data, o TRT-RJ, considerou a greve legal e concedeu liminar autorizando o início da paralisação. Determinou a manutenção de, no mínimo, 50% da frota operacional em cada linha e itinerário, sob pena de multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento da medida.

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Dois dias depois, no dia 29 de junho, os rodoviários do município do Rio de Janeiro iniciaram a paralisação. No dia 2 de julho, suspenderam o movimento, a pedido do TRT-RJ, mantendo o estado de greve, para que o sindicato patronal aumentasse a proposta de reajuste, mas não houve acordo.

Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, valorização dos pisos remuneratórios, ampliação do auxílio-alimentação para R$ 1 mil e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária.



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