MATO GROSSO
Governo de MT investiu mais de R$ 440 milhões em Rondonópolis
MATO GROSSO
Mais de R$ 440 milhões foram destinados pelo Governo de Mato Grosso a obras de infraestrutura e melhorias na saúde, educação, segurança pública e ações sociais no município de Rondonópolis (212 km de Cuiabá), ao longo dos últimos quatro anos de gestão.
Somente na área de infraestrutura foram mais de R$ 320 milhões em obras de asfaltamento em rodovias, como nas estaduais MT-471, MT-483, MT-270 e MT-459, além de convênios com o município para revitalização de praças, implantação de iluminação em campos de futebol, e cessão de máquinas.
“Estamos realizando uma série de investimentos em Rondonópolis, levando o asfalto até importantes comunidades no entorno da cidade, restaurando o asfalto do Distrito Industrial. Também inauguramos a W11, que era uma obra aguardada, um novo caminho ligando a cidade até a BR-364”, afirmou o secretário de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira.
Dentre as principais obras do Estado está o asfaltamento de trecho da BR-364 que dá acesso às avenidas W11 e W14, com investimento de R$ 18,8 milhões. Também foi construída ponte de concreto sobre o Rio Vermelho na Avenida W11, com investimento estadual de R$ 11,7 milhões.

Por meio de convênio, o Governo, em parceria com o Município, também faz a recuperação e o asfaltamento de diversos trechos no Distrito Industrial – obra que recebe, apenas do Estado, o investimento de R$ 50 milhões.
Saúde e educação
Pastas prioritárias na gestão do governador Mauro Mendes, a Saúde de Rondonópolis recebeu R$ 14,4 milhões em investimentos ao longo da gestão. Os valores foram destinados por meio da entrega de seis ambulâncias, das quais quatro são frutos de emendas parlamentares, além de reformas, adequações e compra de equipamentos para o Hospital Regional de Rondonópolis.
O Estado também destinou recursos por meio de convênios, para a realização de exames de alta complexidade e cirurgias eletivas.
Já na área da Educação foram destinados R$ 73 milhões em investimentos que perfazem a entrega de novos mobiliários, aparelhos de ar condicionado e reformas gerais e ampliação de unidades escolares. Também foram entregues dois ônibus escolares, 80 chromebooks e mais de 230 smart tvs para atender a rede estadual.

“O Governo do Estado tem investido para garantir uma melhor infraestrutura e mais segurança para os nossos alunos. Estamos climatizando todas as escolas, que também estão passando por manutenção preventiva e corretiva em sua fachada, já entregamos as Escolas Estaduais Marechal Dutra, e a Militar Tiradentes, estamos reformando a escola Adolfo Augusto de Moraes e fazendo parceria para a construção de uma escola no Residencial Mathias Neves, e temos investido como um todo: retomamos obras paralisadas, investimos em mais tecnologia e entregamos ônibus para o suporte no transporte escolar”, afirmou o secretário de Educação, Alan Porto.
Durante a pandemia da covid-19, o Estado também destinou R$ 4 milhões para auxiliar professores a comprarem computadores para o ensino virtual. Ainda, foi investido mais de R$ 1,4 milhão como auxílio para custeamento de internet.
Também está em andamento no município a construção do Centro de Inovação de Rondonópolis, fruto de parceria com o senador Wellington Fagundes e a Prefeitura Municipal. O espaço, que já está na fase de construção, está localizado próximo à Universidade Federal de Rondonópolis.
Social
As ações sociais do Governo de Mato Grosso no município de Rondonópolis somaram mais de R$ 9 milhões em investimentos, dentre eles o benefício do programa Ser Família Emergencial, idealizado pela primeira-dama do Estado, Virgínia Mendes. O objetivo é garantir a segurança alimentar dos mais vulneráveis, por meio de transferência de renda. Mais de 4 mil famílias foram contempladas no município.
Outras ações envolvem a entrega de mais de 14 mil cestas básicas, 9,5 mil cobertores, 450 filtros de barro, além de convênios para auxílio à instituição filantrópica Casa do Adolescente Sagrada Família, bem como entrega de equipamentos para o Centro de Reabilitação Louis Braille.
Rondonópolis também contou com a oferta de cursos de qualificação e aprendizagem, o que, para a primeira-dama, representa um dos principais investimentos do Governo.

“As ações do Governo do Estado estão acontecendo graças ao compromisso que o governador tem com os moradores de Rondonópolis e com todos os outros municípios. Fico feliz por ver os projetos que idealizamos sendo aplicados. Além dos programas sociais Ser Família Emergencial, Aconchego e Ser Família Solidário, conseguimos colocar em prática a qualificação profissional, e acredito que esse seja o maior investimento. Precisamos garantir a independência financeira da população, porque isso significa dignidade”, observou Virginia Mendes.
Segurança Pública
Outra área priorizada pelo Governo de Mato Grosso foi a Segurança Pública, que recebeu, apenas da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), R$ 14,6 milhões ao longo dos quatro anos. Os valores foram empregados na construção do novo raio da Penitenciária Major Elder de Sá (Mata Grande), que está em andamento, reforma das celas e construção de salas de aula na Cadeia Pública Feminina, e para a compra de rádios digitais.
O município também recebeu uma nova viatura auto tanque, para o Corpo de Bombeiros, uma nova viatura furgão para o transporte de presos, e investimentos para reforma do 2º Batalhão da Polícia Militar e compra de acessórios.
Mais investimentos
Mais de R$ 1,3 milhão foi destinado para diversos projetos esportivos e culturais no município, além de incentivo a empreendimentos criativos. Pequenos agricultores da cidade também foram beneficiados com a cessão de um trator agrícola, uma carreta basculante e 300 toneladas de calcário. Já os pequenos, micros e médios empresários conseguiram a liberação de mais de R$ 3 milhões em créditos, via agência de fomento do Estado, a Desenvolve MT.
Fonte: GOV MT
MATO GROSSO
Dr. João recebe relatório inédito da CST do Nelore
O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Dr. João (MDB), recebeu em seu gabinete, na última terça-feira (2), a entrega simbólica do relatório final da Câmara Setorial Temática de Melhoria da Genética na Criação de Zebuínos, iniciativa criada por requerimento de sua autoria e que se tornou a primeira CST da história da ALMT totalmente dedicada à pecuária e ao melhoramento genético. O documento fecha um ciclo de debates técnicos e políticos que colocaram no centro da pauta temas como melhoramento genético de ponta, eficiência produtiva, performance e rentabilidade ao produtor, regularização ambiental com foco no CAR 2.0, segurança jurídica e criação de políticas públicas reais de fomento.
O deputado abriu espaço institucional dentro da Assembleia para um tema que movimenta a economia mato-grossense, gera empregos e impacta diretamente desde o pequeno até o grande produtor. No relatório, o próprio parlamentar ressalta que a melhoria genética dos rebanhos zebuínos não é apenas pauta técnica, mas uma política pública estratégica para a economia do Estado, para a sustentabilidade produtiva e para o futuro da pecuária.
“Quando criamos essa Câmara Temática, o nosso objetivo era muito claro: tirar esse debate do campo da conversa isolada e transformar conhecimento técnico em proposta concreta para quem produz em Mato Grosso. Fortalecer a genética do rebanho zebuíno é fortalecer a economia do Estado, gerar mais renda no campo e dar mais competitividade ao nosso agro”, afirmou Dr. João.
O relatório destaca que o estado reúne condições singulares para liderar nacionalmente o avanço do melhoramento genético de raças zebuínas, por ter o maior rebanho bovino do país, produtores tecnificados, instituições com conhecimento acumulado e ambiente político favorável. Ao mesmo tempo, o documento aponta que ainda existe um descompasso entre o potencial já instalado e os resultados efetivamente alcançados, sobretudo entre pequenos e médios produtores.
Esse diagnóstico ajuda a explicar o peso político da iniciativa de Dr. João. O relatório conclui que não falta genética em Mato Grosso, falta política pública estruturada para democratizar o acesso à genética. Também enumera os principais gargalos que travam esse avanço: ausência de assistência técnica contínua, dificuldades fundiárias e ambientais, pouca integração entre cadeia produtiva e poder público e obstáculos para que pequenos produtores consigam incorporar manejo, nutrição e gestão compatíveis com animais geneticamente superiores.
Ao longo dos trabalhos, a CST reuniu discussões que passaram por todas as frentes decisivas para o setor. Houve debates sobre ciência aplicada ao melhoramento genético, nutrição gestacional, uso de reprodutores avaliados, acesso à assistência técnica, ultrassonografia de carcaça, regularização fundiária, entraves ambientais, CAR, crédito rural, impacto da reforma tributária e integração entre governo, entidades e cadeia produtiva. O resumo do relatório destaca que, ao fim de oito reuniões, foi formado um corpo coerente de análises técnicas, institucionais, econômicas e políticas capaz de embasar uma política pública robusta para o melhoramento genético da pecuária de corte em Mato Grosso.
No mérito, o documento deixa duas entregas centrais. A primeira é a defesa da criação de um Programa Estadual de Melhoramento Genético da Pecuária de Corte, com acesso democrático a reprodutores avaliados e biotecnologias, integração entre genética, manejo, nutrição e gestão, fortalecimento da Empaer, alinhamento entre crédito, meio ambiente e regularização fundiária, além de metas e indicadores de impacto econômico, social e ambiental. A segunda é a proposta de realização da ExpoGenética Mato Grosso, pensada como um evento nacional para transformar o Estado em referência institucional e mercadológica na genética zebuína.
Na prática, isso significa que a Câmara não ficou restrita ao debate. O relatório aponta saídas concretas, com diretrizes, metas e fontes possíveis de financiamento, além de defender uma política permanente e não episódica para o setor. Entre as metas projetadas estão ampliar a inseminação, reduzir a idade média de abate, elevar rendimento de carcaça, aumentar marmoreio, eficiência alimentar e produtividade por hectare, com prioridade para pequenos e médios produtores.
O trabalho também reforça uma visão que Dr. João sustenta desde a instalação da CST: fortalecer o rebanho zebuíno é fortalecer uma cadeia que sustenta Mato Grosso. O texto introdutório do relatório trata a pecuária zebuína, especialmente o Nelore, como patrimônio estratégico do Estado, base de uma cadeia produtiva que gera empregos, renda, competitividade e crescimento econômico em todas as regiões. Também destaca que a modernização genética conversa diretamente com sustentabilidade, eficiência produtiva e posicionamento internacional da carne mato-grossense.
“Mato Grosso já é gigante na pecuária, mas pode ser ainda maior quando transformar esse potencial em política pública estruturada. O que estamos entregando aqui é um caminho técnico, sério e possível para fazer a genética chegar na ponta, principalmente para quem mais precisa dela, que é o pequeno e o médio produtor”, declarou o deputado.
A CST foi formalmente aprovada em março de 2025, reunindo representantes do setor produtivo, da academia, de associações de criadores, órgãos públicos e técnicos da própria Assembleia. Participaram das discussões, segundo o relatório final, representantes da Nelore MT, Federação Mato-grossense de Agricultura (Famato), Associação dos criadores de Mato Grosso (Acrimat), Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Fórum Agro MT, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Fundo Emergencial de Saúde Animal do Estado de Mato Grosso (FESA), Sindicato Rural de Cuiabá, Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Extensão Rural (Empaer-MT), Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SEAF), , Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Desenvolve MT, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar), além de técnicos, pesquisadores, assessores legislativos, representantes de cooperativas, indústria frigorífica e outras instituições ligadas à pecuária e ao desenvolvimento rural. A composição oficial da CST também teve nomes como José Esteves de Lacerda Filho, Alexandre El Hage, Jociani Gonçalves de Oliveira, Marcos Carvalho, Francisco Manzi, Juliano Latorraca Ponce, Celso Nogueira, Rayane Lage Cordeiro, Carlos Bolzan, Leôncio Pinheiro da Silva Filho, Salvador Santos Pinto, Olímpio Riso de Brito, Xisto Bueno e Ida Beatriz Machado.
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