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Festival Velha Joana começa nesta sexta-feira (03), em Primavera do Leste

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A XV edição do Festival Velha Joana começa nesta sexta-feira (03.06), em Primavera do Leste (distante 234 km de Cuiabá). A abertura oficial será na Escola de Dança, às 19h30, com a peça “No quintal, o mundo”, da Cia Solta de Cuiabá (MT). O festival conta com o patrocínio do Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).

Considerado o maior festival de teatro realizado em Mato Grosso, o Velha Joana segue com programação extensa até 12 de junho, e nesta edição conta com a participação de companhias de teatro de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul. As apresentações, para todos os públicos, ocorrerão em diferentes espaços da cidade, como escolas, praças e Lagoa Municipal.

O Festival de Teatro Velha Joana foi realizado, pela primeira vez, em Primavera do Leste, no ano de 2007 com o objetivo de disseminar o teatro no município. É realizado pela Associação Cultural Teatro Faces e conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Primavera do Leste nesta edição. A produção é dos grupos Teatro Faces, Faces Jovem e do Grupo Primitivos.

Serviço

Abertura oficial do XV Festival Velha Joana

Quando: 03 de junho de 2022, às 19h30

Onde: Escola Municipal de Dança, localizado na rua Rondonópolis, nº 614 – Centro, Primavera do Leste/MT

Informações: http://festivalvelhajoana.com / instagram / facebook

Confira abaixo a programação completa do XV Festival Velha Joana:

03 de junho

19h30 – Abertura Oficial – Escola Municipal de Dança

20h – No quintal, o mundo… – Escola Municipal de Dança

04 de junho

20h – Tramando Esopo – Cia de Theatro Fúria/MT

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05 de junho

16h – As bonecas de Trapo – Escola Municipal de Teatro – Polo Centro

17h – Ambulantes – Grupo Badaia/MS

18h – Furiosas Máquinas Historiadoras – Theatro Fúria

19h – Retirantes Asa Branca – Grupo Plenilúnio/MT.

06 de junho

14h – Abertura Fetran – Cofetran

14h20 – Plunct, Plact, Zum – Escola Municipal de Teatro – Polo 13 de Maio

15h – Os Piratinhas – Escola Municipal de Teatro – Polo Mauro W. Weis

19h30 – E se o homem – Escola Municipal de Teatro – Polo Centro/Alda G. Scopel

20h15 – Manonas: os irmãos mais velhos do Brasil – Escola Municipal de Teatro – Polo Parque Eldorado/ IFMT

07 de junho

08h30 – Reverso – Escola Municipal de Teatro – Polo Parque Eldorado/ IFMT

09h10 – Carcará – Escola Municipal de Teatro – Polo Alda G. Scopel

14h30 – Simplesmente Maria – Escola Municipal de Teatro – Polo Tuiuiú

15h – Confesso – Escola Municipal de Teatro – Polo Cras Ivone Agne

20h30 – Afetos – Escola Municipal de Teatro – Polo Centro Cultural

08 de junho

08h30 – Barba Azul – Escola Municipal de Teatro – Polo Novo Horizonte

09h10 – A Princesa das mil faces – Escola Municipal de Teatro – Polo Mauro Weis

14h30 – Alecrim – Escola Municipal de Teatro – Polo Vila União

15h – Cinto muito! – Escola Municipal de Teatro – Polo Centro Cultura (Turma II)

19h – Louça Cinderela – Cia Gente Falante

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20h30 – Louça Cinderela – Cia Gente Falante

09 de junho

08h – Reino da Bandeiras – Escola Municipal de Teatro – Polo Cras Mabília

08h40 – Mé – Escola Municipal de Teatro – Polo 13 de Maio

09h15 – Retirantes – Escola Municipal de Teatro – Polo Centro/Cras Mabília

14h – Co có ri có – Escola Municipal de Teatro – Polo 13 de Maio

14h40 – Trânsito Encantado – Escola Municipal de Teatro – Polo Tuiuiú

19h – Lumetube – O Vagalume – Escola Municipal de Teatro – Polo Centro Cultural

20h30 – O Adeus de Maria – Grupo Primitivos

10 de junho

08h – “Confeitar” – Grupo Gambiarra – Campo Verde/MT

09h – “Páginas para o Futuro” – Grupo Metamorfose – Campo Verde/MT

14h – “Premiação do Fetran” – Cofetran e Secult

19h50 – “Aisthésis” – Escola Municipal de Teatro – Polo Centro Cultural (Turma IV)

20h30 – “O Acordo” – Grupo Faces Jovem

21h30 – “Natu(Reza)” – Grupo Geração da Arte – Comodoro/MT

11 de junho

09h – “Ágora: O Teatro de Grupo em Mato Grosso” – Teatro Faces

15h – “Quem matou Florence” – Amigos do Palco – Sorriso/MT

20h – “Ensaio Aberto: Sinhadores” – Teatro Faces – Primavera do Leste/MT

21h30 – “Gestação de Cam” – Coletivo Gestação – Rondonópolis/MT

12 de junho

16h – Encerramento do Festival Velha Joana

19h – “Romeu e Julieta para os avisados” – Teatro Faces Jovem 

Fonte: GOV MT

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Dr. João recebe relatório inédito da CST do Nelore

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O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Dr. João (MDB), recebeu em seu gabinete, na última terça-feira (2), a entrega simbólica do relatório final da Câmara Setorial Temática de Melhoria da Genética na Criação de Zebuínos, iniciativa criada por requerimento de sua autoria e que se tornou a primeira CST da história da ALMT totalmente dedicada à pecuária e ao melhoramento genético. O documento fecha um ciclo de debates técnicos e políticos que colocaram no centro da pauta temas como melhoramento genético de ponta, eficiência produtiva, performance e rentabilidade ao produtor, regularização ambiental com foco no CAR 2.0, segurança jurídica e criação de políticas públicas reais de fomento.

O deputado abriu espaço institucional dentro da Assembleia para um tema que movimenta a economia mato-grossense, gera empregos e impacta diretamente desde o pequeno até o grande produtor. No relatório, o próprio parlamentar ressalta que a melhoria genética dos rebanhos zebuínos não é apenas pauta técnica, mas uma política pública estratégica para a economia do Estado, para a sustentabilidade produtiva e para o futuro da pecuária.

“Quando criamos essa Câmara Temática, o nosso objetivo era muito claro: tirar esse debate do campo da conversa isolada e transformar conhecimento técnico em proposta concreta para quem produz em Mato Grosso. Fortalecer a genética do rebanho zebuíno é fortalecer a economia do Estado, gerar mais renda no campo e dar mais competitividade ao nosso agro”, afirmou Dr. João.

O relatório destaca que o estado reúne condições singulares para liderar nacionalmente o avanço do melhoramento genético de raças zebuínas, por ter o maior rebanho bovino do país, produtores tecnificados, instituições com conhecimento acumulado e ambiente político favorável. Ao mesmo tempo, o documento aponta que ainda existe um descompasso entre o potencial já instalado e os resultados efetivamente alcançados, sobretudo entre pequenos e médios produtores.

Esse diagnóstico ajuda a explicar o peso político da iniciativa de Dr. João. O relatório conclui que não falta genética em Mato Grosso, falta política pública estruturada para democratizar o acesso à genética. Também enumera os principais gargalos que travam esse avanço: ausência de assistência técnica contínua, dificuldades fundiárias e ambientais, pouca integração entre cadeia produtiva e poder público e obstáculos para que pequenos produtores consigam incorporar manejo, nutrição e gestão compatíveis com animais geneticamente superiores.

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Ao longo dos trabalhos, a CST reuniu discussões que passaram por todas as frentes decisivas para o setor. Houve debates sobre ciência aplicada ao melhoramento genético, nutrição gestacional, uso de reprodutores avaliados, acesso à assistência técnica, ultrassonografia de carcaça, regularização fundiária, entraves ambientais, CAR, crédito rural, impacto da reforma tributária e integração entre governo, entidades e cadeia produtiva. O resumo do relatório destaca que, ao fim de oito reuniões, foi formado um corpo coerente de análises técnicas, institucionais, econômicas e políticas capaz de embasar uma política pública robusta para o melhoramento genético da pecuária de corte em Mato Grosso.

No mérito, o documento deixa duas entregas centrais. A primeira é a defesa da criação de um Programa Estadual de Melhoramento Genético da Pecuária de Corte, com acesso democrático a reprodutores avaliados e biotecnologias, integração entre genética, manejo, nutrição e gestão, fortalecimento da Empaer, alinhamento entre crédito, meio ambiente e regularização fundiária, além de metas e indicadores de impacto econômico, social e ambiental. A segunda é a proposta de realização da ExpoGenética Mato Grosso, pensada como um evento nacional para transformar o Estado em referência institucional e mercadológica na genética zebuína.

Na prática, isso significa que a Câmara  não ficou restrita ao debate. O relatório aponta saídas concretas, com diretrizes, metas e fontes possíveis de financiamento, além de defender uma política permanente e não episódica para o setor. Entre as metas projetadas estão ampliar a inseminação, reduzir a idade média de abate, elevar rendimento de carcaça, aumentar marmoreio, eficiência alimentar e produtividade por hectare, com prioridade para pequenos e médios produtores.

O trabalho também reforça uma visão que Dr. João sustenta desde a instalação da CST: fortalecer o rebanho zebuíno é fortalecer uma cadeia que sustenta Mato Grosso. O texto introdutório do relatório trata a pecuária zebuína, especialmente o Nelore, como patrimônio estratégico do Estado, base de uma cadeia produtiva que gera empregos, renda, competitividade e crescimento econômico em todas as regiões. Também destaca que a modernização genética conversa diretamente com sustentabilidade, eficiência produtiva e posicionamento internacional da carne mato-grossense.

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“Mato Grosso já é gigante na pecuária, mas pode ser ainda maior quando transformar esse potencial em política pública estruturada. O que estamos entregando aqui é um caminho técnico, sério e possível para fazer a genética chegar na ponta, principalmente para quem mais precisa dela, que é o pequeno e o médio produtor”, declarou o deputado.

A CST foi formalmente aprovada em março de 2025, reunindo representantes do setor produtivo, da academia, de associações de criadores, órgãos públicos e técnicos da própria Assembleia. Participaram das discussões, segundo o relatório final, representantes da Nelore MT, Federação Mato-grossense de Agricultura (Famato), Associação dos criadores de Mato Grosso (Acrimat), Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Fórum Agro MT, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Fundo Emergencial de Saúde Animal do Estado de Mato Grosso (FESA), Sindicato Rural de Cuiabá, Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Extensão Rural (Empaer-MT), Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SEAF), , Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Desenvolve MT, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar), além de técnicos, pesquisadores, assessores legislativos, representantes de cooperativas, indústria frigorífica e outras instituições ligadas à pecuária e ao desenvolvimento rural. A composição oficial da CST também teve nomes como José Esteves de Lacerda Filho, Alexandre El Hage, Jociani Gonçalves de Oliveira, Marcos Carvalho, Francisco Manzi, Juliano Latorraca Ponce, Celso Nogueira, Rayane Lage Cordeiro, Carlos Bolzan, Leôncio Pinheiro da Silva Filho, Salvador Santos Pinto, Olímpio Riso de Brito, Xisto Bueno e Ida Beatriz Machado.



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