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Escola Estadual Adalgisa de Barros inaugura busto de educadora em comemoração aos 58 anos da unidade

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A Escola Estadual Professora Adalgisa de Barros, localizada em Várzea Grande (MT), promoveu na noite desta sexta-feira (28.07) uma homenagem à educadora que deu nome à escola, em comemoração aos 58 anos de fundação da unidade.

A solenidade contou com apresentação cultural e inauguração de um busto da homenageada, e reuniu os estudantes do Ensino Médio e da Educação de Jovens e Adultos (EJA) matriculados nos três turnos, professores, a gestão educacional, coordenadores, demais trabalhadores da Educação e outros convidados.

Fundada em 1965, a instituição tem desempenhado um papel fundamental na formação de milhares de estudantes ao longo de sua história. Por mais de cinco décadas, tem se mostrado um verdadeiro celeiro de histórias de sucesso, proporcionando oportunidades educacionais para jovens e adultos.

Atualmente a escola atende 1.346 estudantes do centro e de outros 50 bairros da cidade com suas 14 salas de aula divididas em dois pisos, demais dependências e quadra poliesportiva.

Muitos de seus ex-estudantes convidados para a homenagem conseguiram alcançar seus sonhos e ingressar em faculdades, tornando-se profissionais bem-sucedidos nas mais diversas áreas no município, além de várias personalidades e políticos.

“Essas conquistas refletem o compromisso da Rede Estadual de Ensino em proporcionar uma educação de qualidade e preparar os estudantes para os desafios do presente e do futuro”, disse o secretário de Estado de Educação, Alan Porto.

Para a diretora da unidade, professora Valdelice de Oliveira Holanda, a escola é um caso de sucesso e desenvolve vários projetos, dentre eles, a banda de música que já se tornou referência no meio cultural.

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“Recentemente, fizemos uma reforma na estrutura física, no paisagismo e na rede elétrica. Uma melhoria que se completa em sala de aula com Chromebooks para os estudantes, SmartTVs, amplo auditório, laboratório de biologia, biblioteca e todos os demais recursos tecnológicos e pedagógicos disponibilizados pela Seduc”, disse.

A diretora afirmou que, desde que assumiu a direção, em fevereiro deste ano, focou os esforços em melhorar os indicadores de aprendizagem garantindo 100% de participação dos estudantes nas avaliações do Sistema Estruturado de Ensino, CAED e SAEB. “Todas essas ações foram possíveis graças ao apoio que tivemos da Seduc, da Diretoria Regional de Educação, dos professores, do Grêmio Estudantil e dos pais, principalmente”, garantiu.

A diretora destacou, ainda, que a escola mantém diversas parcerias com a Prefeitura de Várzea Grande, universidades, Senai e Sesi, por exemplo.

“O trabalho realizado pela atual gestão da escola é exemplar. A unidade foi reciclada e está bem cuidada, bem orientada e com uma equipe de profissionais altamente qualificados. Ganha os nossos estudantes, ganha a educação pública e ganha o município. Só tenho que comemorar por este momento tão especial na história da Adalgisa de Barros”, avaliou Maria Denize, diretora regional de Educação do polo Várzea Grande.

Quem também comemorou os 58 anos da escola foi o vice-presidente do Grêmio Força Jovem, José Lima de Moraes Neto, do 3º ano do Ensino Médio.

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“Nossa escola é muito mais do que um lugar de estudo. Desde o dia em que entrei nesta instituição, ela se eternizou em meu coração. O busto que o Grêmio Estudantil e todos os alunos dedicaram à brilhante educadora será um marco em Várzea Grande e em todo o Estado, sendo a primeira homenagem desse tipo em uma escola”, manifestou.

“Minha família tem uma longa história com a Adalgisa de Barros, com meus pais, irmãos e tios estudando aqui desde o início. Sempre tive o sonho de fazer parte dessa comunidade, e, quando finalmente entrei, senti que estava no lugar certo. A educação oferecida aqui é de qualidade excepcional, e a disciplina é valorizada, o que torna o ambiente ainda mais propício para o aprendizado e o crescimento pessoal”, completou José Lima.

Adalgisa Gomes de Barros

A educadora que deu nome à escola nasceu em 2 de junho de 1886, na cidade de Rosário Oeste, distante 105 km de Cuiabá. Além de importante representante do magistério, Adalgisa de Barros também desempenhou papel político para que a rede de energia elétrica fosse implantada em Várzea Grande, por volta do ano de 1948, além de outras ações de interesse público. Ela deixou um grande legado como professora e faleceu em 14 de março de 1975, aos 89 anos.

Fonte: Governo MT – MT

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Dr. João recebe relatório inédito da CST do Nelore

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O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Dr. João (MDB), recebeu em seu gabinete, na última terça-feira (2), a entrega simbólica do relatório final da Câmara Setorial Temática de Melhoria da Genética na Criação de Zebuínos, iniciativa criada por requerimento de sua autoria e que se tornou a primeira CST da história da ALMT totalmente dedicada à pecuária e ao melhoramento genético. O documento fecha um ciclo de debates técnicos e políticos que colocaram no centro da pauta temas como melhoramento genético de ponta, eficiência produtiva, performance e rentabilidade ao produtor, regularização ambiental com foco no CAR 2.0, segurança jurídica e criação de políticas públicas reais de fomento.

O deputado abriu espaço institucional dentro da Assembleia para um tema que movimenta a economia mato-grossense, gera empregos e impacta diretamente desde o pequeno até o grande produtor. No relatório, o próprio parlamentar ressalta que a melhoria genética dos rebanhos zebuínos não é apenas pauta técnica, mas uma política pública estratégica para a economia do Estado, para a sustentabilidade produtiva e para o futuro da pecuária.

“Quando criamos essa Câmara Temática, o nosso objetivo era muito claro: tirar esse debate do campo da conversa isolada e transformar conhecimento técnico em proposta concreta para quem produz em Mato Grosso. Fortalecer a genética do rebanho zebuíno é fortalecer a economia do Estado, gerar mais renda no campo e dar mais competitividade ao nosso agro”, afirmou Dr. João.

O relatório destaca que o estado reúne condições singulares para liderar nacionalmente o avanço do melhoramento genético de raças zebuínas, por ter o maior rebanho bovino do país, produtores tecnificados, instituições com conhecimento acumulado e ambiente político favorável. Ao mesmo tempo, o documento aponta que ainda existe um descompasso entre o potencial já instalado e os resultados efetivamente alcançados, sobretudo entre pequenos e médios produtores.

Esse diagnóstico ajuda a explicar o peso político da iniciativa de Dr. João. O relatório conclui que não falta genética em Mato Grosso, falta política pública estruturada para democratizar o acesso à genética. Também enumera os principais gargalos que travam esse avanço: ausência de assistência técnica contínua, dificuldades fundiárias e ambientais, pouca integração entre cadeia produtiva e poder público e obstáculos para que pequenos produtores consigam incorporar manejo, nutrição e gestão compatíveis com animais geneticamente superiores.

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Ao longo dos trabalhos, a CST reuniu discussões que passaram por todas as frentes decisivas para o setor. Houve debates sobre ciência aplicada ao melhoramento genético, nutrição gestacional, uso de reprodutores avaliados, acesso à assistência técnica, ultrassonografia de carcaça, regularização fundiária, entraves ambientais, CAR, crédito rural, impacto da reforma tributária e integração entre governo, entidades e cadeia produtiva. O resumo do relatório destaca que, ao fim de oito reuniões, foi formado um corpo coerente de análises técnicas, institucionais, econômicas e políticas capaz de embasar uma política pública robusta para o melhoramento genético da pecuária de corte em Mato Grosso.

No mérito, o documento deixa duas entregas centrais. A primeira é a defesa da criação de um Programa Estadual de Melhoramento Genético da Pecuária de Corte, com acesso democrático a reprodutores avaliados e biotecnologias, integração entre genética, manejo, nutrição e gestão, fortalecimento da Empaer, alinhamento entre crédito, meio ambiente e regularização fundiária, além de metas e indicadores de impacto econômico, social e ambiental. A segunda é a proposta de realização da ExpoGenética Mato Grosso, pensada como um evento nacional para transformar o Estado em referência institucional e mercadológica na genética zebuína.

Na prática, isso significa que a Câmara  não ficou restrita ao debate. O relatório aponta saídas concretas, com diretrizes, metas e fontes possíveis de financiamento, além de defender uma política permanente e não episódica para o setor. Entre as metas projetadas estão ampliar a inseminação, reduzir a idade média de abate, elevar rendimento de carcaça, aumentar marmoreio, eficiência alimentar e produtividade por hectare, com prioridade para pequenos e médios produtores.

O trabalho também reforça uma visão que Dr. João sustenta desde a instalação da CST: fortalecer o rebanho zebuíno é fortalecer uma cadeia que sustenta Mato Grosso. O texto introdutório do relatório trata a pecuária zebuína, especialmente o Nelore, como patrimônio estratégico do Estado, base de uma cadeia produtiva que gera empregos, renda, competitividade e crescimento econômico em todas as regiões. Também destaca que a modernização genética conversa diretamente com sustentabilidade, eficiência produtiva e posicionamento internacional da carne mato-grossense.

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“Mato Grosso já é gigante na pecuária, mas pode ser ainda maior quando transformar esse potencial em política pública estruturada. O que estamos entregando aqui é um caminho técnico, sério e possível para fazer a genética chegar na ponta, principalmente para quem mais precisa dela, que é o pequeno e o médio produtor”, declarou o deputado.

A CST foi formalmente aprovada em março de 2025, reunindo representantes do setor produtivo, da academia, de associações de criadores, órgãos públicos e técnicos da própria Assembleia. Participaram das discussões, segundo o relatório final, representantes da Nelore MT, Federação Mato-grossense de Agricultura (Famato), Associação dos criadores de Mato Grosso (Acrimat), Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Fórum Agro MT, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Fundo Emergencial de Saúde Animal do Estado de Mato Grosso (FESA), Sindicato Rural de Cuiabá, Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Extensão Rural (Empaer-MT), Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SEAF), , Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Desenvolve MT, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar), além de técnicos, pesquisadores, assessores legislativos, representantes de cooperativas, indústria frigorífica e outras instituições ligadas à pecuária e ao desenvolvimento rural. A composição oficial da CST também teve nomes como José Esteves de Lacerda Filho, Alexandre El Hage, Jociani Gonçalves de Oliveira, Marcos Carvalho, Francisco Manzi, Juliano Latorraca Ponce, Celso Nogueira, Rayane Lage Cordeiro, Carlos Bolzan, Leôncio Pinheiro da Silva Filho, Salvador Santos Pinto, Olímpio Riso de Brito, Xisto Bueno e Ida Beatriz Machado.



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