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Escola de Governo ofertou 205 cursos e emitiu mais de 9,2 mil certificados em 2023

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A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) ofertou ao longo do ano passado 205 cursos de formação pela Escola de Governo. Ao todo, foram emitidos 9.296 certificados de qualificação aos servidores públicos estaduais.

Os cursos têm como foco o desenvolvimento profissional, pessoal e incluem qualificações em diversas áreas do serviço público, como gestão de documentos, planejamento, financeiro, aquisições, desenvolvimento organizacional, gestão de pessoas, direito administrativo, entre outros.

Para o secretário de Planejamento e Gestão de Mato Grosso, Basílio Bezerra, a Escola de Governo tem trabalhado muito nesses últimos anos para potencializar as ações de formação continuada aos servidores, o que impacta diretamente na prestação dos serviços públicos de excelência. “Temos no servidor público um dos mais importantes agentes de transformação. Quem ganha com esse fortalecimento é o próprio cidadão mato-grossense”.

Dos 205 cursos ofertados em 2023 pela Escola de Governo ou em parceria com outros órgãos do Poder Executivo, 135 foram presenciais, 33 em Ensino à Distância (EaD), e 37 na modalidade híbrida.

A Escola de Governo também realizou, no ano passado, um seminário e um simpósio sobre a Nova Lei de Licitações e Contratos. Ao todo, foram capacitados cerca de mil servidores estaduais e municipais acerca da nova lei de Licitações e Contratos. Participaram da capacitação servidores de 88 municípios de Mato Grosso.

Para 2024 a Escola de Governo prevê a ampliação do número dos cursos de formação continuada levando em consideração o Levantamento de Necessidade de Capacitação e Desenvolvimento (LNC&D) e a ampliação da oferta de cursos de formação continuada para liderança do Executivo.

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O fortalecimento do programa de Novos Líderes, tendo como como foco a abertura de mais uma turma da Academia de Novos Líderes e a criação de uma pós-graduação lato sensu voltada para os servidores, além da oferta de um mestrado em parceria com a Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT) em Direito e Políticas Públicas, também estão entre as metas do órgão para 2024.

Primeira gestão

Durante a primeira gestão da atual administração (2019-2022), a Escola de Governo ofertou 247 cursos, sendo 119 na modalidade presencial, 59 em Ensino à Distância (EaD) e 69 na modalidade híbrida. Na somatória total, em cinco anos de gestão, foram ofertados 449 cursos e emitidos 53.926 certificados.

Para a secretária adjunta da Escola de Governo, Marioneide Angélica Kliemaschewsk, os cursos de formação continuada contribuem para o desenvolvimento de novas competências no serviço público e ajudam a ressignificar o trabalho a cada dia dando maior qualidade aos serviços prestados aos cidadãos mato-grossenses.

“A Escola de Governo tem contribuído com a implementação das políticas públicas desenvolvendo as competências técnicas e humanas dos servidores públicos, ressignificando o trabalho prestado a toda sociedade mato-grossense com foco no cidadão, na qualidade dos serviços prestados e nos resultados tão almejados por todos”, disse.

Pós-Graduações

A Escola de Governo também iniciou no ano passado duas pós-graduações, uma em Eficiência em Gestão Pública, ofertada exclusivamente pelo órgão, e outra em Direito Administrativo, Constitucional e Gestão Pública, em parceria com a Fundação Escola Superior do Ministério Público.

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Programa Gestão do Conhecimento

No ano de 2022 foi criado o Programa Gestão do Conhecimento, que tem como objetivo divulgar as pesquisas de mestrado e doutorado dos servidores que usufruíram da Licença de Qualificação Profissional, contribuindo para modernização do serviço público e na elaboração de Políticas Públicas. Na primeira edição do programa, em 2022, foram apresentados 28 trabalhos de pesquisa de mestrado e doutorado. Já na segunda edição, em 2023, foram apresentados 40 trabalhos de mestrado e doutorado.

Servidor do Futuro

O projeto visa desenvolver as competências para o exercício da liderança nos servidores que se encontram em cargo de gestão, focando nos processos de comunicação e coaching e desenvolver os demais servidores para alcançar um ambiente de trabalho produtivo e harmônico, transformando a cultura do setor público e assim construir um trabalho de excelência com atendimento de qualidade ao cidadão impactando positivamente a sociedade.

Academia de Novos Líderes (ANL)

O Programa Academia de Novos Líderes (ANL) tem o objetivo de promover o desenvolvimento de competências técnicas e comportamentais nos servidores públicos para atuarem como agentes de liderança e inovação. O Programa já está na terceira edição e até o momento capacitou 80 servidores.

Fonte: Governo MT – MT

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Dr. João recebe relatório inédito da CST do Nelore

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O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Dr. João (MDB), recebeu em seu gabinete, na última terça-feira (2), a entrega simbólica do relatório final da Câmara Setorial Temática de Melhoria da Genética na Criação de Zebuínos, iniciativa criada por requerimento de sua autoria e que se tornou a primeira CST da história da ALMT totalmente dedicada à pecuária e ao melhoramento genético. O documento fecha um ciclo de debates técnicos e políticos que colocaram no centro da pauta temas como melhoramento genético de ponta, eficiência produtiva, performance e rentabilidade ao produtor, regularização ambiental com foco no CAR 2.0, segurança jurídica e criação de políticas públicas reais de fomento.

O deputado abriu espaço institucional dentro da Assembleia para um tema que movimenta a economia mato-grossense, gera empregos e impacta diretamente desde o pequeno até o grande produtor. No relatório, o próprio parlamentar ressalta que a melhoria genética dos rebanhos zebuínos não é apenas pauta técnica, mas uma política pública estratégica para a economia do Estado, para a sustentabilidade produtiva e para o futuro da pecuária.

“Quando criamos essa Câmara Temática, o nosso objetivo era muito claro: tirar esse debate do campo da conversa isolada e transformar conhecimento técnico em proposta concreta para quem produz em Mato Grosso. Fortalecer a genética do rebanho zebuíno é fortalecer a economia do Estado, gerar mais renda no campo e dar mais competitividade ao nosso agro”, afirmou Dr. João.

O relatório destaca que o estado reúne condições singulares para liderar nacionalmente o avanço do melhoramento genético de raças zebuínas, por ter o maior rebanho bovino do país, produtores tecnificados, instituições com conhecimento acumulado e ambiente político favorável. Ao mesmo tempo, o documento aponta que ainda existe um descompasso entre o potencial já instalado e os resultados efetivamente alcançados, sobretudo entre pequenos e médios produtores.

Esse diagnóstico ajuda a explicar o peso político da iniciativa de Dr. João. O relatório conclui que não falta genética em Mato Grosso, falta política pública estruturada para democratizar o acesso à genética. Também enumera os principais gargalos que travam esse avanço: ausência de assistência técnica contínua, dificuldades fundiárias e ambientais, pouca integração entre cadeia produtiva e poder público e obstáculos para que pequenos produtores consigam incorporar manejo, nutrição e gestão compatíveis com animais geneticamente superiores.

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Ao longo dos trabalhos, a CST reuniu discussões que passaram por todas as frentes decisivas para o setor. Houve debates sobre ciência aplicada ao melhoramento genético, nutrição gestacional, uso de reprodutores avaliados, acesso à assistência técnica, ultrassonografia de carcaça, regularização fundiária, entraves ambientais, CAR, crédito rural, impacto da reforma tributária e integração entre governo, entidades e cadeia produtiva. O resumo do relatório destaca que, ao fim de oito reuniões, foi formado um corpo coerente de análises técnicas, institucionais, econômicas e políticas capaz de embasar uma política pública robusta para o melhoramento genético da pecuária de corte em Mato Grosso.

No mérito, o documento deixa duas entregas centrais. A primeira é a defesa da criação de um Programa Estadual de Melhoramento Genético da Pecuária de Corte, com acesso democrático a reprodutores avaliados e biotecnologias, integração entre genética, manejo, nutrição e gestão, fortalecimento da Empaer, alinhamento entre crédito, meio ambiente e regularização fundiária, além de metas e indicadores de impacto econômico, social e ambiental. A segunda é a proposta de realização da ExpoGenética Mato Grosso, pensada como um evento nacional para transformar o Estado em referência institucional e mercadológica na genética zebuína.

Na prática, isso significa que a Câmara  não ficou restrita ao debate. O relatório aponta saídas concretas, com diretrizes, metas e fontes possíveis de financiamento, além de defender uma política permanente e não episódica para o setor. Entre as metas projetadas estão ampliar a inseminação, reduzir a idade média de abate, elevar rendimento de carcaça, aumentar marmoreio, eficiência alimentar e produtividade por hectare, com prioridade para pequenos e médios produtores.

O trabalho também reforça uma visão que Dr. João sustenta desde a instalação da CST: fortalecer o rebanho zebuíno é fortalecer uma cadeia que sustenta Mato Grosso. O texto introdutório do relatório trata a pecuária zebuína, especialmente o Nelore, como patrimônio estratégico do Estado, base de uma cadeia produtiva que gera empregos, renda, competitividade e crescimento econômico em todas as regiões. Também destaca que a modernização genética conversa diretamente com sustentabilidade, eficiência produtiva e posicionamento internacional da carne mato-grossense.

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“Mato Grosso já é gigante na pecuária, mas pode ser ainda maior quando transformar esse potencial em política pública estruturada. O que estamos entregando aqui é um caminho técnico, sério e possível para fazer a genética chegar na ponta, principalmente para quem mais precisa dela, que é o pequeno e o médio produtor”, declarou o deputado.

A CST foi formalmente aprovada em março de 2025, reunindo representantes do setor produtivo, da academia, de associações de criadores, órgãos públicos e técnicos da própria Assembleia. Participaram das discussões, segundo o relatório final, representantes da Nelore MT, Federação Mato-grossense de Agricultura (Famato), Associação dos criadores de Mato Grosso (Acrimat), Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Fórum Agro MT, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Fundo Emergencial de Saúde Animal do Estado de Mato Grosso (FESA), Sindicato Rural de Cuiabá, Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Extensão Rural (Empaer-MT), Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SEAF), , Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Desenvolve MT, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar), além de técnicos, pesquisadores, assessores legislativos, representantes de cooperativas, indústria frigorífica e outras instituições ligadas à pecuária e ao desenvolvimento rural. A composição oficial da CST também teve nomes como José Esteves de Lacerda Filho, Alexandre El Hage, Jociani Gonçalves de Oliveira, Marcos Carvalho, Francisco Manzi, Juliano Latorraca Ponce, Celso Nogueira, Rayane Lage Cordeiro, Carlos Bolzan, Leôncio Pinheiro da Silva Filho, Salvador Santos Pinto, Olímpio Riso de Brito, Xisto Bueno e Ida Beatriz Machado.



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