MATO GROSSO
Detran-MT doa mais de 5 mil bens inservíveis para cooperativas de reciclagem
MATO GROSSO
O Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT), por meio da Coordenadoria de Patrimônio e da Comissão de Desfazimento, já doou, nos últimos três anos, mais de 5 mil bens inservíveis a cooperativas de reciclagem de Cuiabá e Várzea Grande.
Os materiais foram recolhidos das unidades da Autarquia de Cuiabá e interior e selecionados para a doação. Entre os itens que não eram mais utilizados estavam mesas, cadeiras, lâmpadas, aparelhos de ar condicionado, longarinas, produtos de informática, bebedouros, armários e outros.
Os bens foram divididos de forma igualitária entre a Cooperativa Alternativa de Catadores, Reciclagem e Preservação do Meio Ambiente do Estado de Mato Grosso (Coorepam) e a Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis de Várzea Grande (ASSCAVAG).
Segundo o presidente da Comissão de Desfazimento da Diretoria de Administração Sistêmica, Antônio Boroviec, a doação dos bens inservíveis passa pelos processos de recebimento, catalogação e separação dos lotes para a distribuição. Antônio destaca que a doação dos itens auxilia na limpeza das unidades sem gerar custos para a Autarquia.
De acordo com a representante da Coorepam, Maria Raimunda, os bens inservíveis são de grande serventia para a cooperativa de reciclagem e beneficia todos os cooperados a partir da revenda. “Só temos a agradecer ao Detran pela parceria, que é de grande importância para nós”, pontuou.
O presidente do Detran-MT, Gustavo Vasconcelos, destaca que a ação é uma questão de saúde pública, já que os mobiliários inservíveis acumulados podem se tornar locais para criadouros de aracnídeos e insetos causadores de doenças.
(Com supervisão de Lidiana Cuiabano)
MATO GROSSO
TCE vai propor mudança na Lei de Licitações para acelerar retomada de obras paralisadas
O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, anunciou que vai encaminhar ao Congresso Nacional uma proposta para alterar a Nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021), com o objetivo de facilitar a retomada de obras paralisadas.
A principal mudança prevê que empresas locais possam ser contratadas para concluir obras interrompidas, mesmo sem terem participado da licitação original, desde que atendam aos critérios previstos no edital.
Segundo o TCE, Mato Grosso possui 2.705 obras municipais paralisadas, que somam cerca de R$ 3,6 bilhões em investimentos. Destas, 1.705 estão interrompidas há mais de 90 dias, com maior concentração em Várzea Grande, Barra do Bugres e Rondonópolis.
Sérgio Ricardo também informou que as obras paralisadas passarão a integrar a análise das prestações de contas das prefeituras. Os gestores deverão informar o motivo da paralisação, os valores investidos e a empresa responsável pela execução.
O anúncio foi feito durante reunião transmitida ao vivo nesta quarta-feira (22). A proposta será apresentada ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
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