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Corpo de Bombeiros combate incêndio em carreta carregada com soja

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na noite de quarta-feira (18.2), um incêndio em uma carreta carregada com soja no km 16 da BR-364, em Alto Araguaia (a 418 km de Cuiabá).

A equipe do 1º Núcleo de Bombeiro Militar (1º NBM) foi acionada por volta das 19h20 e uma viatura foi enviada ao local. Ao chegar, os militares constataram que o fogo já havia consumido o cavalo mecânico e atingia os tanques de combustível, além de parte da carga do primeiro semirreboque.

Diante da gravidade da ocorrência, o combate às chamas foi iniciado imediatamente. Com a rápida atuação da equipe, foram montadas duas linhas de ataque, o que possibilitou o controle do incêndio em curto espaço de tempo. Ao todo, foram utilizados aproximadamente 5 mil litros de água.

Parte da carga foi preservada, sendo registrada apenas queima parcial no primeiro semirreboque. Após a extinção do fogo, a equipe deslocou-se para reabastecimento e, posteriormente, retornou ao local para realizar o rescaldo, garantindo a eliminação de possíveis focos remanescentes e a segurança da área.

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Apesar das proporções do incêndio, ninguém ficou ferido. O atendimento foi finalizado após duas horas de atuação, por volta das 21h30. As causas da ocorrência ainda não foram informadas.

Fonte: Governo MT – MT

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Rodoviários do Rio participam de audiência de conciliação

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Rodoviários e patrões de empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro participam nesta quarta-feira (15), às 11 h, de mais uma audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho a 1ª Região (TRT-RJ) para chegar a um acordo sobre o reajuste da categoria.

A data-base dos rodoviários é 1º de julho. Para a campanha salarial em andamento, o Sindicato dos Rodoviários do Rio e o patronal Rio Ônibus já fizeram três rodadas de negociação no TRT-RJ, sem chegar a um acordo.

Durante as negociações mediadas pela Justiça do Trabalho, a categoria flexibilizou a reivindicação de reajuste salarial de 17% para 12% (dividido em parcelas), mas as empresas ofereceram 4,5%. Antes, o Rio Ônibus havia ofertado 4,39%.

O desembargador Gustavo Tadeu Alkmim, da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (Sedic), pediu que os patrões aumentem a oferta de reajuste para 5%, o mesmo valor pago as categorias de rodoviários das cidades de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Paralisação

No dia 27 de junho, o Sindicato dos Rodoviários ajuizou o dissídio coletivo de greve e de natureza econômica. Na mesma data, o TRT-RJ, considerou a greve legal e concedeu liminar autorizando o início da paralisação. Determinou a manutenção de, no mínimo, 50% da frota operacional em cada linha e itinerário, sob pena de multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento da medida.

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Dois dias depois, no dia 29 de junho, os rodoviários do município do Rio de Janeiro iniciaram a paralisação. No dia 2 de julho, suspenderam o movimento, a pedido do TRT-RJ, mantendo o estado de greve, para que o sindicato patronal aumentasse a proposta de reajuste, mas não houve acordo.

Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, valorização dos pisos remuneratórios, ampliação do auxílio-alimentação para R$ 1 mil e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária.



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