MATO GROSSO
Bombeiros retiram vítima presa às ferragens após acidente na MT-170
MATO GROSSO
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realizou, na noite de terça-feira (05.11), o desencarceramento de uma vítima que ficou presa às ferragens após um acidente automobilístico na MT-170, no município de Juína (a 746,4 km de Cuiabá).
A equipe da 14ª Companhia Independente de Bombeiro Militar (14ª CIBM) foi acionada, por volta das 21h20, para atender a uma ocorrência de colisão frontal entre um veículo de passeio e uma carreta bitrem. Não há informações sobre as circunstâncias do acidente.
No local, os bombeiros constataram que o acidente causou o esmagamento e múltiplas fraturas no condutor do veículo de passeio, que ficou preso às ferragens. Ele não resistiu e veio a óbito, que foi confirmado pelos socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Já o condutor da carreta não sofreu ferimentos.
Para realizar o desencarceramento, os bombeiros utilizaram equipamento especializado, já que o veículo sofreu danos severos que dificultavam o acesso e a remoção do corpo. Após a retirada, o corpo foi entregue à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) para os procedimentos legais.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Rodoviários do Rio participam de audiência de conciliação
Rodoviários e patrões de empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro participam nesta quarta-feira (15), às 11 h, de mais uma audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho a 1ª Região (TRT-RJ) para chegar a um acordo sobre o reajuste da categoria.
A data-base dos rodoviários é 1º de julho. Para a campanha salarial em andamento, o Sindicato dos Rodoviários do Rio e o patronal Rio Ônibus já fizeram três rodadas de negociação no TRT-RJ, sem chegar a um acordo.
Durante as negociações mediadas pela Justiça do Trabalho, a categoria flexibilizou a reivindicação de reajuste salarial de 17% para 12% (dividido em parcelas), mas as empresas ofereceram 4,5%. Antes, o Rio Ônibus havia ofertado 4,39%.
O desembargador Gustavo Tadeu Alkmim, da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (Sedic), pediu que os patrões aumentem a oferta de reajuste para 5%, o mesmo valor pago as categorias de rodoviários das cidades de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.
Paralisação
No dia 27 de junho, o Sindicato dos Rodoviários ajuizou o dissídio coletivo de greve e de natureza econômica. Na mesma data, o TRT-RJ, considerou a greve legal e concedeu liminar autorizando o início da paralisação. Determinou a manutenção de, no mínimo, 50% da frota operacional em cada linha e itinerário, sob pena de multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento da medida.
Dois dias depois, no dia 29 de junho, os rodoviários do município do Rio de Janeiro iniciaram a paralisação. No dia 2 de julho, suspenderam o movimento, a pedido do TRT-RJ, mantendo o estado de greve, para que o sindicato patronal aumentasse a proposta de reajuste, mas não houve acordo.
Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, valorização dos pisos remuneratórios, ampliação do auxílio-alimentação para R$ 1 mil e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária.
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