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Ação do Verde Novo distribui mais de 400 mudas de 15 espécies aos colaboradores da Energisa

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Mais de 400 mudas de árvores ornamentais e frutíferas foram distribuídas aos colaboradores da Energisa durante ação do Verde Novo, projeto do Poder Judiciário de Mato Grosso e parceiros, nesta segunda-feira (13). Ao todo, foram 15 espécies de plantas desde a preferida do público, a jabuticaba, cujas mudas foram as primeiras a acabar, até frutas menos conhecidas como pitomba e pacupari. Ação ocorreu em dois prédios da Energia, na subestação da Energisa no bairro Leblon e na sede do Morro da Luz.
 
“As plantas menos conhecidas também acabam despertando a atenção. Na mesma hora a pessoa busca na internet como é planta e as características do fruto. Muitos acabam levando pela curiosidade em ter uma fruta diferente em casa”, conta a gerente de projetos da Energisa, Ana Carolina Ribas.
 
Não é a primeira ação do Verde Novo na Energisa, mas nas últimas edições foram distribuídas plantas também para a população que passava pela região. Desta vez, o foco foi a distribuição para os colaboradores. “Quando tivemos outra ação, as mudas acabaram muito rápido, o que mostra que o projeto é conhecido e esperado pela população. Estamos no mês do meio ambiente e queremos contribuir. A procura é grande e várias já acabaram”, conta Ribas.
 
Além da jabuticaba, a acerola e Ipê de jardim foram as mais procuradas. A analista administrativo, Geizy Gabriel Ferreira, escolheu levar um Ipê de jardim por ser uma planta que pode ser cultivada em apartamento. “Até pensei em pegar outras plantas para transformar em bonsai, mas o Ipê de jardim você já planta em um vaso e sabe o tamanho que vai ficar. Essa é amarelinha, então eu gostei”.
 
Voluntário que ajuda na distribuição das mudas, Osmar Nascimento, assistente administrativo da Energisa conta que sua motivação participar do Verde Novo foi a vontade de se engajar em uma ação social.
 
“Estava observando o voluntariado e partir de uma reunião que participei, me interessei por essa causa. Agora estou nessa ação, pois tudo que é voltado ao social e ao meio ambiente me interessa bastante. Quando vi que poderia participar da entrega de mudar, fiquei com vontade de participar”, disse.
 
Foi Osmar quem ajudou o colega, Fernando Bataiolli na hora de escolher qual das 15 espécies iria levar para casa. Após pesquisar e conversar com o voluntário, Fernando optou pela pitomba. Ele mora em uma casa em Cuiabá, mas o quintal pode não ser o melhor lugar para a planta ele decidiu por uma saída mais viável.
“Escolhi a pitomba pela curiosidade, eu não conheço e fui pesquisar mais para saber como é essa fruta, o sabor dela e ter mais conhecimento a respeito. No quintal da minha casa não é muito propício para árvores, mas tenho uma chácara e quero levar para plantar lá, vamos cuidar dela para que fique grande e dê muitos frutos”, explica.
 
Verde Novo – Um projeto do Poder Judiciário de Mato Grosso, idealizado pelo Juvam de Cuiabá, desenvolvido em cooperação técnica com o Município de Cuiabá e o Instituto Ação Verde e patrocinado pelo Grupo Petrópolis, responsável pela doação das mudas de árvores nativas e frutíferas. O projeto Verde Novo também conta com a parceria da TV Centro América e da Energisa, na divulgação.
  
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. 
Primeira imagem: Foto colorida onde aparece o voluntário do Verde Novo entregando uma planta a uma colaboradora da Energisa. 
Segunda imagem: Foto colorida onde aparecer colaboradores da Energisa em pé posando para a foto. Um deles segura um cartaz com imagem de duas mãos segurando uma planta. No cartaz está escrita a frase: Retire aqui sua muda grátis.
 
 
Andhressa Barboza/Fotos: Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 
 

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Dr. João recebe relatório inédito da CST do Nelore

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O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Dr. João (MDB), recebeu em seu gabinete, na última terça-feira (2), a entrega simbólica do relatório final da Câmara Setorial Temática de Melhoria da Genética na Criação de Zebuínos, iniciativa criada por requerimento de sua autoria e que se tornou a primeira CST da história da ALMT totalmente dedicada à pecuária e ao melhoramento genético. O documento fecha um ciclo de debates técnicos e políticos que colocaram no centro da pauta temas como melhoramento genético de ponta, eficiência produtiva, performance e rentabilidade ao produtor, regularização ambiental com foco no CAR 2.0, segurança jurídica e criação de políticas públicas reais de fomento.

O deputado abriu espaço institucional dentro da Assembleia para um tema que movimenta a economia mato-grossense, gera empregos e impacta diretamente desde o pequeno até o grande produtor. No relatório, o próprio parlamentar ressalta que a melhoria genética dos rebanhos zebuínos não é apenas pauta técnica, mas uma política pública estratégica para a economia do Estado, para a sustentabilidade produtiva e para o futuro da pecuária.

“Quando criamos essa Câmara Temática, o nosso objetivo era muito claro: tirar esse debate do campo da conversa isolada e transformar conhecimento técnico em proposta concreta para quem produz em Mato Grosso. Fortalecer a genética do rebanho zebuíno é fortalecer a economia do Estado, gerar mais renda no campo e dar mais competitividade ao nosso agro”, afirmou Dr. João.

O relatório destaca que o estado reúne condições singulares para liderar nacionalmente o avanço do melhoramento genético de raças zebuínas, por ter o maior rebanho bovino do país, produtores tecnificados, instituições com conhecimento acumulado e ambiente político favorável. Ao mesmo tempo, o documento aponta que ainda existe um descompasso entre o potencial já instalado e os resultados efetivamente alcançados, sobretudo entre pequenos e médios produtores.

Esse diagnóstico ajuda a explicar o peso político da iniciativa de Dr. João. O relatório conclui que não falta genética em Mato Grosso, falta política pública estruturada para democratizar o acesso à genética. Também enumera os principais gargalos que travam esse avanço: ausência de assistência técnica contínua, dificuldades fundiárias e ambientais, pouca integração entre cadeia produtiva e poder público e obstáculos para que pequenos produtores consigam incorporar manejo, nutrição e gestão compatíveis com animais geneticamente superiores.

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Ao longo dos trabalhos, a CST reuniu discussões que passaram por todas as frentes decisivas para o setor. Houve debates sobre ciência aplicada ao melhoramento genético, nutrição gestacional, uso de reprodutores avaliados, acesso à assistência técnica, ultrassonografia de carcaça, regularização fundiária, entraves ambientais, CAR, crédito rural, impacto da reforma tributária e integração entre governo, entidades e cadeia produtiva. O resumo do relatório destaca que, ao fim de oito reuniões, foi formado um corpo coerente de análises técnicas, institucionais, econômicas e políticas capaz de embasar uma política pública robusta para o melhoramento genético da pecuária de corte em Mato Grosso.

No mérito, o documento deixa duas entregas centrais. A primeira é a defesa da criação de um Programa Estadual de Melhoramento Genético da Pecuária de Corte, com acesso democrático a reprodutores avaliados e biotecnologias, integração entre genética, manejo, nutrição e gestão, fortalecimento da Empaer, alinhamento entre crédito, meio ambiente e regularização fundiária, além de metas e indicadores de impacto econômico, social e ambiental. A segunda é a proposta de realização da ExpoGenética Mato Grosso, pensada como um evento nacional para transformar o Estado em referência institucional e mercadológica na genética zebuína.

Na prática, isso significa que a Câmara  não ficou restrita ao debate. O relatório aponta saídas concretas, com diretrizes, metas e fontes possíveis de financiamento, além de defender uma política permanente e não episódica para o setor. Entre as metas projetadas estão ampliar a inseminação, reduzir a idade média de abate, elevar rendimento de carcaça, aumentar marmoreio, eficiência alimentar e produtividade por hectare, com prioridade para pequenos e médios produtores.

O trabalho também reforça uma visão que Dr. João sustenta desde a instalação da CST: fortalecer o rebanho zebuíno é fortalecer uma cadeia que sustenta Mato Grosso. O texto introdutório do relatório trata a pecuária zebuína, especialmente o Nelore, como patrimônio estratégico do Estado, base de uma cadeia produtiva que gera empregos, renda, competitividade e crescimento econômico em todas as regiões. Também destaca que a modernização genética conversa diretamente com sustentabilidade, eficiência produtiva e posicionamento internacional da carne mato-grossense.

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“Mato Grosso já é gigante na pecuária, mas pode ser ainda maior quando transformar esse potencial em política pública estruturada. O que estamos entregando aqui é um caminho técnico, sério e possível para fazer a genética chegar na ponta, principalmente para quem mais precisa dela, que é o pequeno e o médio produtor”, declarou o deputado.

A CST foi formalmente aprovada em março de 2025, reunindo representantes do setor produtivo, da academia, de associações de criadores, órgãos públicos e técnicos da própria Assembleia. Participaram das discussões, segundo o relatório final, representantes da Nelore MT, Federação Mato-grossense de Agricultura (Famato), Associação dos criadores de Mato Grosso (Acrimat), Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Fórum Agro MT, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Fundo Emergencial de Saúde Animal do Estado de Mato Grosso (FESA), Sindicato Rural de Cuiabá, Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Extensão Rural (Empaer-MT), Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SEAF), , Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Desenvolve MT, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar), além de técnicos, pesquisadores, assessores legislativos, representantes de cooperativas, indústria frigorífica e outras instituições ligadas à pecuária e ao desenvolvimento rural. A composição oficial da CST também teve nomes como José Esteves de Lacerda Filho, Alexandre El Hage, Jociani Gonçalves de Oliveira, Marcos Carvalho, Francisco Manzi, Juliano Latorraca Ponce, Celso Nogueira, Rayane Lage Cordeiro, Carlos Bolzan, Leôncio Pinheiro da Silva Filho, Salvador Santos Pinto, Olímpio Riso de Brito, Xisto Bueno e Ida Beatriz Machado.



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