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Virginia Fonseca se irrita com comentário sobre sua filha: “Ela vai no tempo dela!”

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Neste domingo (11), Virginia Fonseca se revoltou após uma pediatra comentar sobre a fala de sua filha no Twitter. Maria Alice tem 1 ano e 3 meses e é fruto do relacionamento da influencer com o cantor Zé Felipe.

“Coisas que a pediatria me proporciona: eu fico vigiando a Maria Alice, filha da Virginia e do Zé Felipe, para ver quando ela vai desenvolver a fala (que está atrasada, inclusive)”, iniciou a pediatra. “Ela já deveria estar falando, pelo menos, mais três palavras, além dos nomes da família. Mas falando bem”, comentou a médica, na rede social da influenciadora.

Virginia repostou os comentários sem expor a pessoa e a rebateu. “Não seja esse tipo de profissional, pelo amor de Deus. Não é porque não posto minha filha falando ‘pato’ quando ela vê a boia de pato dela, e posto ela falando ‘mamãe’, (porque para mim é bem mais emocionante), que ela está atrasada na fala e que você pode dar um diagnóstico pelo Twitter e achar normal. Ela não deveria nada. Ela vai no tempo dela e está tudo bem”, rebateu.

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“Cada criança é uma criança. Maria Alice vai ao pediatra todo mês. Ela é super inteligente, fofa, linda e faz as coisas no tempo dela, sim. E outro detalhe: nem tudo é postado.  Mais uma vez, desculpa quem não precisava ler isso, postei só pra me aliviar mesmo, sabe como é, grávida de 8 meses e com hormônios à flor da pele”, finalizou seu desabafo. Confira:

Desabafo de Virginia Fonseca

Fonte: TOP Famosos

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CURIOSIDADES

Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs

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A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.

O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.

Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.

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Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.

A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.

Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.

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A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.



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