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RIO DE TEXTURAS – O RIO SOB AS LENTES DE GUSTAVO MALHEIROS

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Com exposições e lançamentos em Londres, Dinamarca, Hong Kong, Madrid, Turin, Paris e Nova Iorque, o fotógrafo Gustavo Malheiros lança pela editora Arte Ensaio o livro “Rio de Texturas”.

A geografia privilegiada do Rio de Janeiro, cheia de recortes que se intercalam e se unem à arquitetura moldada pelo homem numa cadência pulsante, é o ponto de partida da jornada visual proposta pelo fotógrafo.

Em suas 160 páginas, a obra reúne imagens repletas de detalhes, camadas e elementos emblemáticos que, de certa forma, moldam a essência da cidade que, carinhosamente, é chamada de maravilhosa.

Com projeto gráfico assinado por Carla Hachul, o livro intercala às imagens, textos assinados por Camila Santana que discorrem sobre elementos que fazem parte da alma do Rio de Janeiro como: Praias, Vegetação, Oceano Atlântico, Relevo, Rochas, Lagoas, Sol, Morros e Reservas Ecológicas, revelando ao leitos a diversidade das texturas cariocas e a alma pulsante de uma das mais encantadoras metrópoles do mundo.

“Rio de Texturas” foi realizado por meio da Lei do ISS RJ – Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro e Secretaria Municipal de Cultura.

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Preço:R$60,00

Formato: 21 X 28

Gustavo Malheiros

O fotógrafo que atualmente divide seu tempo em campanhas publicitárias (foto e filme), livros de arte e filmes documentais sobre os temas de seus livros, estudou na School Of Visual Arts (Nova Iorque) e acumula trabalhos importantes em campanhas publicitárias para agências como: W/Mccann, Lew Lara Tbwa, Giovanni Fcb, NBS, entre outras e, em revistas como Vogue, Trip, TPM e GQ.

Fonte: TOP FAMOSOS

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CURIOSIDADES

Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs

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A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.

O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.

Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.

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Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.

A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.

Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.

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A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.



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