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Patrícia Leitte revela que gastou R$150 mil em procedimentos: “Ficou um espetáculo!

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No último fim de semana, a ex-BBB Patrícia Leitte, fez um relato nas redes sociais sobre as mudanças estéticas que fez em seu corpo e,  declarou ter gasto R$150 mil no total dos procedimentos estéticos. “A minha maior transformação foi mudar por mim e não pelos outros, ser feliz fazendo aquilo que era interessante ao meu ver”, declarou a ex-BBB.

A influenciadora digital explicou que tem muitas pessoas que acreditam que ela mudou para agradar os outros, mas, na verdade, ela conta que realizou os procedimentos estéticos por não se aceitar. “Há quem pense que eu mudei por não me aceitar e não tem nada a ver com isso! Eu fiz tudo isso por me amar, por saber que posso me cuidar e ficar cada vez melhor! Eu tô feliz assim, e isso que importa! Você tem vontade de mudar? Mude! Ninguém tem o direito de ditar o que você deve fazer, afinal, ninguém paga tuas contas!”, declarou.

Patrícia ainda ressaltou que somente os procedimentos estéticos não funcionam para ter o corpo ideal. Para isso, deve-se mudar os hábitos. “‘Plástica sozinha’ não resolve, conheço inúmeras pessoas que fizeram e voltaram ao corpo de antes por não mudar os hábitos! Então antes de fazer qualquer plástica saiba: não tem milagre!”, explicou.

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Na sua postagem no Instagra, a musa aindan relatou que faz procedimentos corporais sempre, e que isso é fundamental para ajudar a manter as plásticas que ela realizou. Patrícia ainda deu dicas de como manter o corpo em forma: “O ideal é você ter um acompanhamento como tenho com o Dr. Lucas Teixeira e manter seu corpo saudável, e um corpo assim responde positivamente com uma bela estética”. Confira o antes e depois da famosa:

Fonte: TOP Famosos

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CURIOSIDADES

Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs

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A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.

O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.

Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.

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Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.

A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.

Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.

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A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.



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