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Nova animação de Planeta Liz tem a participação de Zeca Baleiro

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A segunda faixa do Planeta Liz, um mundo encantado na Amazônia, para crianças de 0 a 12 anos, está disponível nas plataformas digitais. “Dona Fumaça” conta com um convidado muito especial, o cantor maranhense Zeca Baleiro.

Liah Soares conta um pouco de como surgiu a música e o convite para essa parceria:

“Essa música surgiu através de uma conversa minha com o avô da Maria Liz, o vovô Ivo, e imediatamente eu pensei em convidar o Zeca Baleiro para participar. Na animação o trem faz uma viagem do Pará ao Maranhão, e paramos na estação Maranhão para pegar o Zeca, que é natural de lá. Dona Fumaça é um convite a você ter um olhar de observação da natureza, olhar pela janela e assim observar a passagem do tempo durante toda viagem.”

Carlo Porto, Maria Liz e Liah Soares

Zeca Baleiro, que produziu o último álbum de Liah, “Infinito”, curtiu muito embarcar nessa aventura:

“Eu, como entusiasta da música infantil que sou, tendo já dedicado dois volumes a esse universo, me senti muito à vontade, como uma criança feliz brincando no parquinho. Liah é uma craque, canta e compõe maravilhosamente em tudo o quanto é gênero, ritmo, levada. Sou fã!”

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Além de “Dona Fumaça”, já foi disponibilizada a faixa “Pra você Sonhar” e dia 14 (sexta-feira) Liah Soares estará na 2ª Feira Literária de Iguaba Grande (FLIG), no Rio de Janeiro, a partir das 15h, apresentando as canções do projeto, que gira em torno do desenvolvimento humano, consciência ambiental, valores e ética.

Fonte: TOP FAMOSOS

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CURIOSIDADES

Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs

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A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.

O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.

Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.

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Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.

A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.

Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.

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A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.



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