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Noivo de Luana Andrade desabafa nas redes sociais sobre falta dela: ‘Faltar ar’

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20 dias após o falecimento de Luana Andrade, assistente de palco do programa ‘Domingo Legal’, o noivo da influenciadora, João Hadad, resolveu se pronunciar sobre o trágico ocorrido. Em seus Stories do Instagram, o ex-participante do Power Couple Brasil desabafou sobre seu processo de luto.

“Logo depois que aconteceu o falecimento da Lu, eu fiquei completamente perdido, desorientado. Pra mim, nada mais fazia sentido. E aí eu fui pedindo muito para Deus me confortar e tirar esse sentimento ruim de dentro de mim, para poder trazer sensações, sentimentos, tudo de bom, independente da situação que eu estivesse passando. E eu pude compreender algumas coisas”, começou Hadad.

Na sequência, revelou acreditar que a missão de Luana Andrade na Terra foi lindamente cumprida. “O propósito, a missão da Lu foi cumprido aqui. Chegou a hora dela ir para a eternidade e ficar nos braços do Pai. Então, por que eu que fiquei aqui e ainda tenho a minha missão a ser cumprida, iria parar, iria desistir, iria entrar numa depressão? Não é isso que a Luana quer”, disse.

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“Ela quer me ver sorrindo, me ver forte, continuando, realizando nossos sonhos. Hoje só tem coisas boas no meu coração, de verdade. Obviamente que dói, dói muito, é uma dor imensurável, tem hora que parece que enfiou uma faca no meu coração, rasga, que chega até a me faltar ar, sabe?”, disparou João.

Fonte: TOP FAMOSOS

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Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs

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A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.

O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.

Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.

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Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.

A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.

Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.

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A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.



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