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Maíra Cardi lamenta falta de apoio a Arthur Aguiar: “deveria ser aplicada a todos!”

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Maíra Cardi usou as redes sociais para enaltecer os famosos que se posicionaram contra a fala da atriz Samantha Schmütz, após toda a polêmica envolvendo a carreira artística de Juliette. Porém, aproveitou o momento e lamentou que seu marido, Arthur Aguiar, não tenha recebido o mesmo apoio das celebridades. 

“A galera que gosta de lacrar precisa de uma vida mais interessante que a própria vida para poder falar, e se e a vida do outro é pauta mais interessante esse já é o castigo. A Juliette é uma deusa inquestionável! A unanimidade da doçura, carisma e personalidade dessa mulher é algo surreal! Mas dentro do que Juliette e todos os seus dons artísticos e humanos o mais impressionante é o mais lindo é pregar o amor e a empatia. Amor gera amor e ódio gera ódio, mas essa regra não pode ser aplicada somente a um e não aos outros! Essa regra precisa ser aplicada pelo mundo”, disparou a coach.

“Fica aqui meu abraço, meu carinho, meu apoio meu amor a qualquer um que apanhe por qualquer tipo crítica não construtiva! Que o mundo tenha mais pessoas lindas e leves como Juliette, que nunca fala de absolutamente ninguém e foi uma das poucas que em nenhum momento desmereceu Arthur Aguiar, muito pelo contrário, respeitou e apoiou todo tempo. Se um dia teve uma opinião ruim sobre ele, guardou para ela! Estou achando lindo esse movimento dos artistas criticando as críticas, mas essa regra deveria ser aplicada a todos exatamente a todos, como Juliette faz, e não quando convém”, finalizou Maíra. Confira:

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Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs

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A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.

O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.

Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.

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Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.

A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.

Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.

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A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.



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