CUIABÁ

FAMOSOS

Lucas Pizane fala de fama após BBB e contato com Vanessa Lopes: ‘Especiais’

Publicados

FAMOSOS

Lucas Pizane comeu uma pizza que se tornou seu emoji durante o BBB 24 – assim que foi eliminado do reality show. De lá para cá sua vida se transformou totalmente. Em entrevista a Quem, o músico baiano contou como tem sido a vida de famoso.

“Receber o carinho do público é muito gratificante! Sempre me surpreendo, principalmente, na minha cidade, quando vou aos locais que eu costumava frequentar e, agora, sou reconhecido. É muito legal”, celebra.

Desde o dia 16 de janeiro, quando deixou a casa mais vigiada do Brasil, Pizane tem também revisto sua participação. Ele explica que se arrepende de não ter se posicionado com mais veemência contra falas machistas de colegas. “Me arrependo de não ter me posicionado perante o grupo, ao invés de ter me posicionado somente com o Nizam. Acredito que uma pauta tão importante como essa, transcende o jogo e se comunica com toda a nossa sociedade. Mas nunca é tarde para aprender e se corrigir”, conta.

Leia Também:  De fio-dental enterrado, Gracyanne Barbosa dança em pole dance e inspira: “Fiozinho!”

Aqui fora ele também busca ter notícias de uma amiga que fez no confinamento, a Vanessa Lopes, que após sua eliminação ficou muito abalada e apertou o botão de desistência do programa. Pizane afirma que a jovem tiktoker está bem.

“A Vanessa é uma grande querida e uma das pessoas mais especiais pra mim, durante o programa. Venho tendo contato com a família dela e, com certeza, ela está num lugar de acolhimento, buscando se cuidar e apresentar a melhor versão de si”, afirma.

Fonte: TOP FAMOSOS

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

CURIOSIDADES

Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs

Publicados

em

A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.

O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.

Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.

Leia Também:  Helô Pinheiro exibe clique das filhas e netas em festa de páscoa: ‘Tempo de Páscoa’

Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.

A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.

Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.

Leia Também:  Larissa Manoela é clicada pelo marido lendo livro na piscina: ‘Ela é leitora de livros, ela’

A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA