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Filha de Gloria Pires agita web ao mostrar mansão da família em Brasília: ‘Paraíso!’

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Antonia Morais, filha de Gloria Pires e Orlando Morais, usou sua rede social para fazer um tour pela casa de sua família em Brasília. A cantora, contou que está na capital do Brasil para fazer um show beneficente e aproveitou a oportunidade para mostrar detalhes da residência, já que, quando fez isso no Rio de Janeiro, chamou atenção de seus seguidores.

“Vou fazer um tour número dois na nossa casa de Brasília já que vocês falaram tanto da casa de Angra, rendeu tanto, vamos render um pouco mais”, disse Antonia.

Ao começar a andar pela casa, Antonia revelou que é apaixonada pelo local e acha uma das casas mais bonitas que já viu. Inclusive, contou que o projeto foi feito pelo arquiteto Sérgio Parada, que projetou diversos aeroportos: “Amo o pé direito e ela é toda de vidro, mesmo assim, tem privacidade porque quem está do lado de fora não consegue ver. Ela tem uma pegada moderna, minimalista, expansiva, que gostamos de ter nas nossas casas.”

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Antônia também explicou que eles compraram esta casa já pronta e que ter imóveis é um dos negócios da família. Outro detalhe, é que, em quase todas as residências da família deles, tem piano. Já sabemos o motivo, né? Um clã pra lá de musical. Ela também mostra uma passarela suspensa, objetos feitos por Oscar Niemeyer e fotos de Walter Firmo. Ela também detalhou que eles vão construir mais duas suítes na casa. Confira no vídeo abaixo e conheça a mansão impressionante que família possui em Brasília:

Fonte: TOP FAMOSOS

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Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs

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A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.

O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.

Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.

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Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.

A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.

Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.

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A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.



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