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Esposa de Davi dá entrevista e fala sobre relação do marido com Isabelle: ‘Depilou’

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Enquanto Davi comemora a carta que recebeu da família no “BBB 24“, fora da casa a relação não está tão amistosa entre as pessoas próximas a ele. A mãe do motorista de aplicativo, Elisângela Brito, publicou um vídeo nas redes sociais comentando a relação do participante com Isabelle e afirmando que a mulher do brother, Mani Rêgo, “deve estar sofrendo” com a proximidade entre os dois. Mas a comerciante demonstrou lidar bem com a questão numa entrevista nesta segunda-feira (19).

— Eu não acho maldade ali, não consegui observar ainda. As pessoas tomam banho juntas lá. Ela já depilou as costas dele. Davi não tem nenhum amigo lá, e quem faz isso em casa sou eu. Quem estava disponível para ajudar ele naquele momento foi a Isabelle — comentou Mani no podcast PodZé, sobre fato de a amazonense ter chamado Davi para tomar banho com ela.

Mani revelou ainda que, antes de entrar na casa, os dois tiveram uma conversa e que deu a ele a opção de entrar na casa solteiro, o que ele negou. Ela só pediu para que ele não a expusesse nem a fizesse sofrer com suas atitudes no reality.

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— Ele tinha a opção de entrar solteiro. Sentei e conversei com o Davi e falei: “Você tem a opção de entrar solteiro, é uma decisão sua, não vou te impedir”. Ele chorou e falou que ia entrar casado e sair casado. Ele já falou várias vezes que com Isabelle ele tem amizade e que me amava, contou nossa história. É isso que me fortalece também — avalia.

Mani disse que sua preocupação com Davi no programa é em relação à convivência com os outros participantes: O sentimento que eu tenho é de tristeza quando eu vejo algumas situações lá dentro e de saudade. Situações de preconceito, discriminação.

Fonte: TOP FAMOSOS

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CURIOSIDADES

Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs

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A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.

O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.

Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.

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Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.

A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.

Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.

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A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.



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