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Deborah Secco revela que se libertou de pressão estética: ‘Orgulho do meu corpo’

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Aos 44 anos, Deborah Secco, a rainha do Camarote Quem O Globo pela segunda vez admite que, infelizmente, ainda é alvo de julgamentos o tempo todo por conta do seu corpo. Casada com o diretor de cinema Hugo Moura, de 33, com quem tem Maria Flor, de 8, a atriz sabe que é julgada por inúmeras razões. Uma delas, por exemplo, tem a ver com o fato de as pessoas não acreditarem que ela não malha nem faz dieta, mesmo tendo o corpo perfeito.

“Também acho que gera uma frustração em algumas pessoas porque é difícil manter o corpo, é uma das coisas mais difíceis. Para mim seria impossível porque realmente amo comer. Imagino que deva dar uma certa raiva mesmo. Mas não tenho um corpo hoje que ache: ‘nossa, estonteante’, como era o meu corpo quando eu fiz a Natalie Lamour [personagem da atriz em Insensato Coração, trama da TV Globo exibida em 2011 e tinha 31 anos”, recorda.

“Ou quando eu fiz a Bruna Surfistinha [no longa homônimo, lançado em 2011. Sou uma mulher de 44 anos. E tenho muito orgulho do meu corpo como ele está. Não tenho mais um corpo supermalhado, não tenho mais uma perna definida e torneada. E tudo bem também. A vida é assim. A gente não precisa ser perfeito. Todo mundo vai ter defeitos e já entendi que sou muito mais do que isso. Talvez por isso eu tenha deixado de treinar… Porque já não quero mais ser perfeita. Já abri mão de ser perfeita”, avalia, declarou ela em entrevista durante entrevista à Revista Quem.

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Fonte: TOP FAMOSOS

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Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs

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A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.

O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.

Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.

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Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.

A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.

Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.

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A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.



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