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Bruna Marquezine gera polemica com look ousado e transparente: No Lollapalooza’

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Bruna Marquezine não passou desapercebida no último dia do Lollapalooza Brasil. Ícone fashion, a atriz abusou da transparência, grande tendência do momento e que está entre as principais apostas das famosas, deixando o corpo à mostra. Para curtir o evento, que aconteceu no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, a estrela do filme “Besouro Azul” apostou em um vestido sexy preto com leve decote e babados.

O look da grife Rat & Boa, avaliado em R$ 1578, usado por Bruna viralizou nas redes sociais e dividiu opiniões. Muitos internautas criticaram a roupa escolhida pela artista. Enquanto alguns elogiaram a peça, outros não pouparam e falaram nos comentários.

“Ela é bonita, mas isso não é vestido. No máximo uma saída de praia”, disse uma. “Agora ficar pela virou look. Que palhaçada isso”, disparou outra. “Apelação total. Onde está o vestido?”, questionou uma terceira.

“Saída de banho (sem o biquíni)”, brincou um. “Não gostei. Tem muita roupa elegante. Assim se mostra vulgar”, afirmou uma. “Não entendo porque essas celebridades sempre vão nuas para os eventos. Elas por si só já chamam atenção, não precisam recorrer a nudez para isso”, destacou um. “O dinheiro é dela, problema exclusivamente dela. Poderia ter ido de calcinha e sutiã porque é linda e eu não tenho nada a a ver com a vida dos outros”, defendeu uma.

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Fonte: oglobo

Bruna Marquezine foi comparada à Anitta por usar look com transparência em evento — Foto: Instagram/Getty Images

Look de Bruna Marquezine dividiu opiniões na web — Foto: Reprodução Instagram

Fonte: TOP FAMOSOS

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CURIOSIDADES

Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs

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A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.

O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.

Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.

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Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.

A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.

Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.

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A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.



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