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Após entrevista exclusiva, Graciele Lacerda desabafa: ‘Qual foi o crime que cometi?’

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Após muitas notícias envolvendo o nome de Graciele Lacerda, acusando ela de ter criado um perfil fake no Instagram para falar sobre a família de seu marido, o sertanejo Zezé di Camargo, a influenciadora deu uma entrevista exclusiva ao Domingo Espetacular, na Record e resolveu fazer um pronunciamento público que deu o que falar. Posando ao lado do amado, ela desabafou em um longo texto.

“Até os maiores bandidos, que cometem crimes hediondos tem direito a defesa. Tem o direito de se defender. Eu não tive esse direito. O tribunal da internet me julgou. Me condenou e a partir daí foram ofensas diárias, ataques diversos a mim, minha família e ao meu trabalho. Com palavras pejorativas e uma tentativa constante de acabar com a minha vida e o meu psicológico. Empatia e respeito de alguns nunca existiram por mim”, começou Graciele.

“Nunca!!!! Parece que eu não tenho direito a isso, todos tem, menos eu. Mas qual foi o crime que cometi? Amar!!! Desde que assumimos o nosso relacionamento, eu e o Zezé, somos constantemente bombardeados. Se não nos amássemos de verdade, não teríamos suportado tudo isso, e nem estaríamos mais juntos. Pessoas julgam nossas vidas, de forma leviana, acreditam em manchetes sensacionalistas de Instagrans que divulgam fragmentos de informações e as colocam como “verdade absoluta””, seguiu.

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“Pessoas são motivadas a fazerem coisas boas e ruins por inúmeros sentimentos, dos mais genuínos aos maios levianos. E é preciso ter cuidado quando se fala da vida do outro. É preciso ter responsabilidade quando se julga a vida do outro. Eu espero que ninguém passe por tudo que passei, e agradeço a Deus por ter tido fé e pessoas a minha volta me apoiando. Profissionais, amigos e o meu amor, que não soltaram a minha mão nos dias mais sombrios e me fizeram enxergar que tudo passa. Se não fosse por esses, talvez hoje eu nem estivesse mais aqui para contar a minha parte da história”, concluiu.

Fonte: TOP FAMOSOS

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Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs

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A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.

O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.

Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.

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Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.

A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.

Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.

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A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.



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