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Antônio Zeni e Giulia Benite vão representar o Brasil em festival de cinema alemão

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O cinema nacional continua a fazer história, e desta vez, está atravessando fronteiras para brilhar no 28º Festival Schlingel, em Chemnitz, Alemanha.

O filme “Chama a Bebel”, com Antônio Zeni e Giulia Benite, é um dos selecionados na categoria “Junior Film”, do renomado festival de cinema para o público infantojuvenil, que acontecerá de 23 a 30 de setembro.

O ator que está com tudo pronto para embarcar para o país germânico falou um pouco de como se sentiu quando soube da indicação do longa-metragem:

“Quando soube que Chama a Bebel foi selecionado para esse festival na Alemanha, eu fiquei muito feliz, realmente é muito gratificante ver o filme sendo reconhecido fora do Brasil.”

A trama aborda temas fundamentais, como sustentabilidade, diversidade e inclusão, transmitindo essas mensagens de uma forma envolvente, como explica o ator:

“É uma história contada de uma forma criativa, é desenvolvida de uma maneira interessante, tem toda uma narrativa bem construída por trás das mensagens que o filme traz para o público.”

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No longa-metragem de Paulo Nascimento, Zeni interpreta o Beto, um jovem com poucos amigos que gosta de grafitar:

“Diria que a experiência de dar vida ao Beto foi muito enriquecedora e muito desafiadora ao mesmo tempo, porque ele é um personagem totalmente diferente de mim então tive que me desafiar, ousar tanto na construção do personagem quanto na mudança física em que tive que descolorir meu cabelo para compor seu visual.”

“Chama a Bebel” foi gravado no início do ano no Rio Grande do Sul, e estará nos cinemas no início de 2024.

Fonte: TOP FAMOSOS

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Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs

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A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.

O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.

Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.

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Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.

A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.

Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.

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A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.



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