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TV Brasil transmite Sodiê Mesquita x Unimed Campinas no domingo

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O clima de mata-mata tomou conta da Liga de Basquete Feminino (LBF), e o torcedor de todo o país poderá acompanhar cada detalhe na TV Brasil . Neste domingo (21), às 10h45, o Sodiê Mesquita e Unimed Campinas entram em quadra pelo jogo 1 das quartas de final com transmissão ao vivo da emissora publica da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). A partida do playoff será disputada na Arena Sodiê, em Mesquita (RJ).

O Unimed Campinas chega para o confronto com a vantagem de ter feito uma campanha superior na fase de classificação. Por conta disso, a equipe paulista garantiu o direito de decidir a vaga em casa e mandar o terceiro jogo em seus domínios, caso uma partida de desempate seja necessária.

Entenda os playoffs da LBF

A fase reúne as oito melhores equipes da temporada regular, que avançaram para as quartas de final. O caminho até a taça funciona da seguinte forma:

  • Quartas de final: disputadas em séries de melhor de três jogos;
  • Semifinais: seguem a mesma estrutura de melhor de três;
  • Fase final: a temporada é decidida em melhor de cinco partidas.
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A tela do esporte feminino

As transmissões da LBF integram a estratégia da EBC, gestora da TV Brasil, de valorizar o esporte feminino no país, ampliar o acesso das pessoas às competições e promover a aproximação entre o público do canal e a modalidade.

Além dos duelos da LBF, a emissora também já está exibindo as partidas do Brasileirão Feminino de Futebol da Série A1. Durante o ano, além da elite da modalidade, a TV Brasil mostra as fases decisivas das Séries A2 e A3, a partir das semifinais, e traz para a tela as emoções dos confrontos finais das categorias de base com a disputa pelo título do Brasileirão Feminino Sub-17 e Sub-20.

As competições ganham visibilidade ainda maior por meio da parceria com os canais que fazem parte da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP) e retransmitem a programação da TV Brasil em seus estados. Em 2025, a emissora também compartilhou com o público as emoções da Conmebol Copa América de Futebol Feminino.

Ao vivo e on demand

Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Sintonize: https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar .

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Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play, pelo site http://tvbrasilplay.com.br ou por aplicativo no smartphone . O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV: https://tvbrasil.ebc.com.br/webtv.

Serviço

Liga de Basquete Feminino (LBF) – Sodiê Mesquita x Unimed Campinas – Domingo (21), a partir das 10h45, na TV Brasil.

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Troca de figurinhas pode atenuar alto custo do álbum da Copa do Mundo

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O torcedor que quiser completar o álbum de figurinhas da Copa do Mundo de 2026 vai ter que preparar o bolso. O torneio tem atualmente 48 seleções – em edições anteriores eram 32 – e com isso o número total de figurinhas subiu para mais de 980, a maior coleção lançada pela editora Panini.

Para o colecionador isso significa mais páginas, mais figurinhas e muito mais reais. O valor para completar o álbum no Brasil pode chegar a mais de R$ 7,3 mil para quem não gosta de trocar figurinhas e tem como meta completar álbum só comprando os pacotes. Cada um com sete unidades custa R$ 7.

Mas tem outro caminho mais barato, com o se juntar a colecionadores e amigos, ou ir a lugares específicos para trocar as figurinhas repetidas no formato de “um por um”. Nestes casos o custo pode cair até 80% e o gasto variar entre R$ 1.200 a R$ 1.700.

Em um mundo perfeito, sem nenhuma figurinha repetida – cenário quase impossível por conta da distribuição aleatória em cada pacote – o gasto é de R$ 1.004,90, somando o custo de 140 pacotes (R$ 980) ao valor do álbum brochura padrão (R$ 24,90)

O alto custo para completar o álbum da Copa do Mundo de 2026 tem levado muitos colecionadores a uma verdadeira caça às cobiçadas figurinhas raras. Além das 980 figurinhas da coleção principal, o álbum tem outras 68 consideradas especiais: elas fazem pate da série Legends, que desperta grande interesse dos fãs.

Trata-se de versões especiais de alguns dos principais jogadores do mundo com diferentes níveis de raridade: bordeaux, bronze, prata e dourada. A última é a mais rara de todas e, segundo a Panini, só sai uma vez a cada 1.900 pacotes. Entre as mais cobiçadas estão as de Cristiano Ronaldo (Portugal), Lionel Messi (Argentina), Kylian Mbappé (França), Lamine Yamal (Espanha), e a do brasileiro Vinicius Júnior.

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Em plataformas de compra e venda, algumas versões de nível dourada já ultrapassam os R$ 500 e estão entre as mais caras desta edição. A busca por elas tem transformado os pontos de troca de figurinhas, para quem somente queria completar o álbum, em um espaço de muita negociação.

“[Nos pontos de troca] só ficou o pessoal mais desesperado para conseguir trocar essas figurinhas e muita gente querendo pagar valores altos”, disse o estudante de Engenharia da Universidade Federal Fluminense (UFF), Guilherme Ferreira. “Tem um pessoal gastando realmente muito dinheiro”, acrescentou o universitário ao repórter Rafael Sofia, da Rádio da UFRJ.

Outra curiosidade desta edição está na diferença entre os retratados no álbum publicado pela Panini e a convocação oficial das seleções. O álbum foi lançado em maio, mas a produção da coleção teve início meses antes do anúncio da lista final de convocados de cada país participante.Alguns jogadores ficaram de fora, enquanto outros não jogarão.

No Brasil, Rodryigo, Éder Militão e Estevão ganharam figurinhas, mesmo fora da lista do técnico italiano Carlo Ancelotti por estarem lesionados Essa situação ocorreu também com outras seleções e mostra como o álbum registra o retrato de meses antes da competição.

Entre os ausentes, o nome que mais chama a atenção é o de Neymar Júnior. O camisa 10 da seleção brasileira não apareceu na primeira versão da coleção.

“A [ausência] do Neymar eu não acho um absurdo, ninguém sabia se ele ia ou não, provavelmente, não iria”, brincou o estudante da UFF. “Os outros, realmente, a Panini vacilou. O Rodrygo já estava fora da Copa há seis meses e foi para o álbum”, criticou.

Enquanto a bola rola nos Estados Unidos, Canadá e México, a disputa segue também fora dos gramados, entre colecionadores que podem investir mais. É o caso do engenheiro Lucas Antonio Pinheiro que não quer saber de economizar. Ele só pensa em completar o álbum o mais rápido possível.

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“Estamos com cerca de 50% do álbum completo e, até o momento, gastamos em torno de R$ 800. É um valor considerável, mas encaramos mais como uma experiência do que apenas um gasto”, disse Pinheiro.

Além de gostar de futebol, o colecionador tem outa motivação para essa coleção. Ficou noivo um mês antes da abertura da Copa.

“A principal motivação é a oportunidade de construir uma memória junto de quem amamos. No nosso caso, eu e minha noiva Paula estamos colecionando juntos e temos aproveitado muito cada momento desse processo, especialmente as trocas de figurinhas”.

Lucas Pinheiro considera o álbum da Copa um investimento emocional e não somente uma despesa.

“O que mais nos encanta é o ambiente que a Copa proporciona. Nas trocas, é comum ver pessoas de diferentes gerações reunidas em uma mesma mesa: crianças de 6 e 10 anos, jovens de 26 e adultos de 40 anos ou mais, todos compartilhando a mesma paixão. É uma experiência muito especial. Além disso, esta será a nossa primeira Copa do Mundo colecionando juntos, algo que certamente ficará marcado na nossa memória. E, claro, seguimos na torcida e cheios de esperança pelo tão sonhado hexa”, concluiu o engenheiro.

*Colaborou Isabela Vieira, repórter da Agência Brasil e Paulo Garritano, da TV Brasil.



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