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Santos e Ferroviária ficam só no empatam no Canindé

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Santos e Ferroviária não conseguiram a esperada vitória para aliviar a pressão, mas fizeram um jogo bastante movimentado, que terminou empatado por 1 a 1, neste sábado (28) à noite pela quinta rodada do Paulistão Sicredi. O jogo aconteceu no Canindé por decisão da diretoria santista, que pretende ampliar sua presença na capital, tanto que mais de 11 mil torcedores estiveram no estádio da Portuguesa.

O empate deixou o Santos com seis pontos, no momento, em segundo lugar no Grupo A, atrás do Red Bull Bragantino, com oito. A Ferroviária, que vinha de três derrotas consecutivas, agora soma quatro pontos, ocupando a terceira posição do Grupo C, atrás de Corinthians (7) e São Bento (8) e na frente do Ituano (3).

Precisando da recuperação, os dois times se apresentaram de formas diferentes, mesmo que armados de formas diferentes. O Santos, de Odair Hellmann, marcando pressão, tentando roubar a bola no seu campo ofensivo. A Ferroviária, do estreante Elano Blumer, bem armado na defesa com o meio-campo fazendo a proteção à defesa.

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Restou aos santistas tentaram os chutes de longa distância. Soteldo tentou aos 24 minutos, num chute cruzado que Saulo saltou para espalmar a escanteio. Dois minutos depois foi a vez de Mendoza arriscar da quina da área, pelo lado esquerdo, num chute rasteiro e que Saulo também mandou para fora.

O time do interior que não tinha chegado nenhuma vez com perigo, teve um pênalti a seu favor aos 47 minutos, quando John Kennedy invadiu a área pelo lado esquerdo e foi desequilibrado por Sandry. Na cobrança, John Kennedy chutou rasteiro, bem no canto, e João Paulo saltou certo, mas não conseguiu tocar na bola. Ferroviária 1 a 0, aos 49 minutos.

Por conta do placar negativo, o time santista foi vaiado no intervalo. Mas voltou determinado para o segundo tempo, tentando diminuir o espaço na defesa do adversário. O jogo ficou ataque contra defesa.

O empate saiu aos 14 minutos. Dodi invadiu a área pelo lado esquerdo e levantou do outro lado, onde Mendoza voou de ‘peixinho’ para deixar tudo igual. A torcida santista, enfim, soltou seu grito de gol e passou a empurrar o time à vitória.

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Mas todo este domínio seguiu de forma desordenada, na base do desespero, refletindo bem o clima da torcida nas arquibancadas. Foram muitos chutes de longe e para fora.

As melhores chances saíram aos 45 minutos, quando a defesa da Ferroviária aliviou duas vezes praticamente em cima da linha de gol. Primeiro foi Bernardo, que se esticou para chutar, depois numa cabeçada de Alisson Cassiano.

Na sexta rodada, o Santos vai fazer o clássico contra o Palmeiras, em São Paulo, sábado (4), às 18h30. A Ferroviária também vai jogar no mesmo dia, porém, a partir das 16h, contra o São Bernardo na Arena da Fonte Luminosa em Araraquara.

Fonte: Agência Esporte

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Morre Jorge Messi, pai e empresário do craque Lionel Messi, aos 68 anos

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Jorge Horacio Messi, pai e empresário do atacante Lionel Messi, morreu na noite da última sexta-feira (7), aos 68 anos, em um hospital de Rosário, na Argentina. Segundo informações do portal Infobae, ele enfrentava uma longa doença.

A família de Messi já havia divulgado informações sobre o estado de saúde de Jorge durante a Copa do Mundo. Em comunicado publicado em 16 de junho, os familiares afirmaram que ele apresentava uma recuperação constante, apesar da complexidade do quadro clínico.

Na ocasião, o anúncio ocorreu pouco depois da estreia da Argentina no Mundial, quando Lionel Messi marcou três gols contra a Argélia. Após o apito final, o atacante chorou e indicou que a emoção não estava relacionada ao resultado da partida.

Posteriormente, foi informado que as lágrimas estavam ligadas ao momento delicado vivido pelo pai. Quase dois meses depois, Jorge Messi não resistiu.

Relação com Lionel Messi

Jorge Messi era uma das pessoas mais próximas do craque argentino. Além de pai, ele atuava há anos como agente e gestor dos negócios do jogador, acompanhando a carreira esportiva e a expansão do patrimônio construído por Messi fora dos gramados.

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A participação de Jorge também foi importante nos primeiros passos da carreira do filho. Em entrevista ao portal Soho.com, em 2012, ele contou detalhes da infância do jogador, da mudança para a Espanha e dos primeiros anos de Messi no Barcelona.

Segundo Jorge, a família chegou a considerar o retorno à Argentina devido a problemas relacionados à documentação de Lionel, que chegou a ficar impedido de jogar durante determinado período.

Em casa, a ideia era retornar ao país de origem, mas a decisão de permanecer na Espanha partiu do próprio jogador.

“Não, nunca faltou dinheiro. Pelo contrário. Desde o início foi nos dado o tratamento. Estivemos perto de voltar à Argentina por outros problemas, pela falta de documentação. Ele não pode jogar por um tempo por causa dessa documentação, o que o deixou muito triste. Em casa queríamos voltar. Mas eu perguntei para ele, e o Lionel pediu para continuar na Espanha”, relatou Jorge na entrevista.

A trajetória de Lionel Messi acabou sendo construída na Espanha, onde o argentino se tornou um dos maiores nomes da história do futebol mundial.Empresário enfrentava uma longa doença e acompanhava de perto a carreira e os negócios do astro argentino

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