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Reputação e comunicação protegem o valor de grandes marcas

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Para quem comanda uma corporação, mais da metade do valor do negócio hoje depende de um ativo que não aparece no balanço patrimonial físico. Estudos globais da Weber Shandwick e da Edelman revelam que 63% do valor de mercado de uma empresa está diretamente atrelado à sua reputação, e mais de 60% dos investidores decidem onde alocar capital baseados puramente na confiança que têm em uma marca.

No dia a dia das holdings, das indústrias ou dos gigantes do agronegócio, isso significa que um ruído na comunicação ou uma crise mal gerida não geram apenas “notícias negativas”; eles destroem margens de lucro, travam lançamentos e desvalorizam ativos financeiros. A comunicação, portanto, é uma pauta de governança, de fortalecimento de marca e de proteção de patrimônio.

Foi com esse foco que o Conselho Federal de Corretores Imobiliários (Sistema COFECI-CRECI) escolheu a Rotas Comunicação para liderar a comunicação do projeto Observatório Imobiliário Brasileiro e a oficina magna sobre tendências corporativas em seu congresso nacional, o CONVENSI, realizado recentemente em Foz do Iguaçu.

A palestra foi ministrada pela diretora da Rotas Comunicação, a jornalista Larissa Andrade, com mais de três décadas de experiência atendendo corporações globais e nacionais. O encontro reuniu comunicadores das 27 unidades da federação, CRECIs, que chancelaram a inteligência da agência como a linha de frente na construção de narrativas macro focadas em dados de mercado por meio do Observatório Imobiliário Brasileiro.

Por que a comunicação tradicional falha com o grande empresário?

“O dono de uma empresa com operação nacional sabe que o Brasil não é homogêneo. Uma estratégia de comunicação centralizada e idêntica costuma falhar porque ignora as diferenças regionais. Uma usina instalada no Nordeste, uma incorporadora que atua com corretores de todo o país ou operação do agronegócio, por exemplo, precisa falar a língua de grandes centros urbanos, mas também precisa de forte trânsito e respeito junto às comunidades no interior do país”, explica a jornalista Larissa Andrade.

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A resposta da Rotas Comunicação para essa complexidade é o modelo de comunicação corporativa em rede. Funcionando de forma análoga aos grandes marketplaces de tecnologia, a agência mantém a inteligência analítica, a estratégia e o controle de imagem centralizados, enquanto células ou parceiros regionais operam, trazendo a filosofia de cada área e fortalecendo a comunicação com os veículos de imprensa de seu estado.

“Estruturamos uma proposta focada na personalização de pautas, o que condiz com a necessidade do consumidor moderno. O modelo de parcerias é colaborativo, funciona com alta performance no caso do Conselho Federal. No caso de grandes empresas privadas, contamos com equipes dedicadas a alvos alinhadas com assessores que atuam de forma macro. Um modelo que se traduz em vantagens como: a difusão nos veículos certos, além da capacidade de identificação de crises e ruídos locais na raiz, antes que ganhem escala”, compartilha a executiva.

Dados transformados em argumento de mercado: o projeto OIB

O que move o ponteiro dos negócios e serve de base à imprensa para o desenvolvimento de matérias são os dados. Essa transição da comunicação operacional para a analítica é o core business da Rotas, materializado no projeto do Sistema COFECI-CRECI, o Observatório Imobiliário Brasileiro (OIB), operacionalizado pela FEPESE.

A agência foi contratada para coordenar a comunicação jornalística desse hub de dados macroeconômicos e índices setoriais. O papel da Rotas é traduzir estatísticas em informações estratégicas que balizam as decisões dos Conselhos Regionais (CRECIs), os dados e informações úteis aos corretores de imóveis e municiar as assessorias dos regionais e a grande imprensa.

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“Essa inteligência de comunicação proposta atende a um cenário global irreversível e à principal dor das corporações atual: a necessidade urgente de transformar números técnicos, relatórios e metas de conformidade em uma comunicação sólida, capaz de atrair fundos de investimento e valorizar marcas, filosofia de organizações e o preço do negócio perante o mercado”, destaca Larissa Andrade.

C-Level: o avanço do projeto “Solte a sua Voz”

O debate técnico liderado por Larissa Andrade operou com auditório lotado e se estendeu além do horário previsto devido ao interesse das assessorias de imprensa em fortalecer a área, cada vez mais importante para empresas e instituições. Muitas vezes, os próprios executivos de ponta não dominam os códigos da comunicação contemporânea ou não sabem como se posicionar diante da mídia.

Para resolver essa lacuna de liderança, a Rotas Comunicação colocou em andamento, ainda no ano passado, o projeto “Solte a sua Voz”. A iniciativa atinge sua maturidade este ano e prevê o lançamento de seu primeiro módulo técnico e de um e-book exclusivo desenvolvido especificamente para CEOs, presidentes, conselheiros e diretores de marketing.

O programa foi desenhado para instrumentalizar a alta gestão sobre os mecanismos práticos de comunicação ativa e reputação de audiência. Ao unir o treinamento de líderes do “Solte a sua Voz”.

“Nossa proposta é entregar ao Conselho Federal, aos nossos clientes em geral e ao mercado uma solução completa de proteção, de divulgação e de valorização de marcas, sintonizada com as necessidades da imprensa, dos comunicadores e do PIB nacional”, conclui.



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Marcas chinesas avançam e já respondem por 44% das vendas de carros premium no Brasil

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As montadoras chinesas conquistaram 44% dos emplacamentos de veículos premium no Brasil em junho, impulsionadas pelo desempenho da Denza, marca da BYD. Em apenas sete meses de atuação no país, o SUV híbrido B5 tornou-se o modelo mais vendido do segmento, com 566 unidades comercializadas, superando concorrentes tradicionais da BMW, Volvo, Mercedes-Benz e Audi.

Apesar de a BMW ainda liderar o acumulado do ano, o avanço da Denza evidencia a crescente competitividade das fabricantes chinesas, que têm atraído consumidores ao oferecer veículos eletrificados com mais tecnologia embarcada e preços mais competitivos.

O cenário acompanha a expansão do mercado de eletrificados no país. Nos primeiros 15 dias de julho, esses veículos representaram 23,6% dos automóveis emplacados no Brasil, com mais de 25 mil unidades vendidas. No acumulado de 2026, o segmento registra crescimento de 120%, consolidando a BYD como uma das protagonistas da transição para a mobilidade elétrica.

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